A Polícia Civil, através da Comissão de Combate às Ações do Crime Organizado ( Cico), deverá iniciar nos próximos dias uma segunda etapa nas investigações em torno das ações dos acusados de envolvimento em uma quadrilha especializada em lesar companhias de seguros com saques indevidos de seguros, dentre eles o DPVAT, estelionato e até assassinato, com atuação na região Norte do Estado do Piauí.
A primeira fase das investigações comandadas pelo delegado Wilhame Moraes em parceria com o Ministério Público, representado pelo promotor Meton Filho (foto), resultou em seis mandados de prisões, mas até ontem a polícia só havia conseguido prender dois dos acusados, ou seja, um militar lotado na delegacia de Buriti dos Lopes e a sua esposa. Os demais acusados de envolvimento, inclusive o advogado Faminiano Araújo Machado, estão foragidos.
NOVOS ACUSADOS
Nessa segunda fase, as pessoas envolvidas são de maior poder aquisitivo e não se descarta a possibilidade de policiais civis, médicos e outras pessoas, consideradas importantes na região, terem as suas prisões preventivas decretadas. Ao falar sobre o assunto, o promotor Meton Filho, afirmou “várias pessoas estão sendo alvo de investigações e vários documentos considerados falsos foram apreendidos e servirão de provas técnica nos autos do processo”.
Dentre esses documentos, estão atestados médicos, atestados de óbitos, alvarás e outros. O delegado Wilhame Moraes, da Cico, continua em Parnaíba, diligenciando em torno das ações do grupo.
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