Banner
Banner
Professora é morta a tiros quando fazia compras em farmácia PDF Imprimir E-mail
Sex, 18 de Dezembro de 2015 10:01

anavaleriaNo início da noite de ontem, 17, uma professora foi morta por tiros quando fazia compras em uma farmácia na avenida Jerumenha, no bairro Buenos Aires, na capital piauiense.

 

A morte de Ana Valéria Rocha Silva, de 32 anos, foi presenciada pela filha que tem apenas cinco anos. Segundo a Polícia, o assaltante tentou roubar a farmácia e efetuou vários disparos dentro do estabelecimento, um deles atingiu a professora.

 

"Ele chegou anunciando o assalto e ainda não se sabe porque, mas efetuou vários disparos e atingiu a vítima. Ele estava sem capacete e não se sabe dizer se estava com outra pessoa, e nem se veio a pé ou de moto", informou o tenente Francisco Miranda, do 9º Batalhão da Polícia Militar.

 

No momento do crime, havia também cinco pessoas na farmácia: o proprietário, dois funcionários e a cliente. De acordo com o tenente do 9º BPM, ainda é cedo para saber informações concretas e o depoimento das vítimas está sendo colhido.

 

A polícia ainda vai verificar se o estabelecimento possui câmeras de segurança para tentar identificar o suspeito. A Delegacia de Homicídios e o Instituto Médico Legal foram acionados para a ocorrência. Uma multidão cercou o local e o trânsito ficou lento na região.

 

Ana Valéria era casada com editor de imagens do jornal Meio Norte. Os profissionais que trabalham com ele estão consternados com a tragédia. O jornalista Arimatea Carvalho publicou mensagem em sua rede social se solidarizando com a família de Ana Valéria.

 

cv

Foto: arquivo Facebook

Última atualização em Sex, 18 de Dezembro de 2015 16:24
 
STF derruba chapa da oposição e voto secreto dá poder ao senado no impeachment PDF Imprimir E-mail
Qui, 17 de Dezembro de 2015 19:03

Após dois dias de julgamento sobre as regras de tramitação do processo de impeachment, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (17) de forma contrária à eleição da chapa apoiada pela oposição para a comissão especial da Câmara que vai analisar a denúncia de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A Corte também determinou que o voto deve ser aberto, não secreto, na comissão.

 

A maioria dos ministros também votou favoravelmente a que o Senado tenha o poder de arquivar uma eventual abertura do processo de impeachment pela Câmara. O resultado representa uma vitória para o governo. Com a decisão do STF, o processo de impeachment volta algumas casas -- a Câmara terá que refazer a eleição para a comissão especial que analisará o tema.

 

A decisão do STF também representa derrota para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha contestou a tese do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de que a instauração do processo de impeachment da presidente precisa de deliberação dos senadores.

 

A ação julgada ontem e hoje pelo Supremo foi proposta pelo PC do B, partido da base aliada de Dilma.

 

Veja como votaram os ministros ponto a ponto:

 

Chapa alternativa: 7 x 4 pela derrubada da chapa

 

Na semana passada, partidos de oposição e deputados dissidentes da base do governo lançaram a candidatura de uma chapa favorável ao impeachment para a comissão. A chapa da oposição foi vitoriosa por 272 votos a 199.

 

Um dos principais pontos do julgamento foi sobre a composição dessa comissão na Câmara. A lei fala que a comissão deve ser "eleita" e representar todos os partidos políticos. Isso levou a duas interpretações pelos ministros.

 

A corrente majoritária entendeu que, por ser uma representação dos partidos, a indicação cabe ao líder de cada legenda na Câmara. Porém, o relator Edson Fachin votou pela possibilidade de que seja lançada uma chapa alternativa à apoiada pelas lideranças. O ministro Marco Aurélio defendeu a indicação pelos partidos. "Cabe realmente aos líderes a indicação daqueles que deverão compor [a comissão], e nem por isso se deixa de ter a eleição, que representa em última análise uma ratificação", afirmou.

 

Votaram a favor da indicação apenas pelos líderes partidários os ministros Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio Mello, Teori Zavascki, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski. Votaram contrariamente os ministros Luiz Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso de Mello.

 

Papel do Senado: 8 x 3 pró-Senado

Votaram a favor de que o Senado possa decidir se instaura ou não o processo de impeachment os ministros Barroso, Marco Aurélio, Zavascki, Cármen Lúcia, Fux, Rosa, Celso de Mello e Lewandowski. Já os ministros Fachin, Mendes e Toffoli votaram para que a abertura do processo pela Câmara obrigue o Senado a instaurar o processo.

 

Pela decisão, a aprovação do impeachment pela Câmara equivale apenas a uma autorização para que se processe o presidente, e a abertura do processo deve passar por novo julgamento no Senado.

 

Barroso votou pelo poder do Senado de barrar a abertura do processo de impeachment. O ministro afirmou que a Constituição não prevê ao Senado um papel de subordinação à Câmara. O voto de Fachin afirmava que, uma vez aprovada pela Câmara, a instauração do processo de impeachment pelo Senado era obrigatória. "A Câmara dá uma autorização ao Senado, e não uma determinação", rebateu Barroso.

 

Já Fachin, derrotado, defendeu que a autorização do processo pela Câmara tem o "efeito lógico" de obrigar a instauração do processo pelo Senado. "O efeito lógico da procedência denúncia na Câmara é a autorização para processar o presidente por crimes de responsabilidades", disse.

 

Voto aberto na comissão: 6 x 5 pró-voto aberto

A maioria dos ministros decidiu pelo voto aberto na eleição da comissão do impeachment. Votaram nesse sentido os ministros Barroso, Marco Aurélio, Cármen Lúcia, Fux, Rosa e Lewandowski.

 

Votaram pelo voto secreto Teori, Fachin, Mendes, Toffoli e Celso de Mello.

O voto aberto para a eleição da comissão dará mais poder ao governo de pressionar por uma composição favorável à defesa da presidente Dilma. A votação, na semana passada, foi feita com o voto secreto, e a chapa apoiada pela oposição foi vencedora. Agora, uma nova comissão deve ser eleita com voto aberto.

 

Outros pontos

A ação em debate no Supremo analisou 11 pontos do trâmite do impeachment no Congresso. O STF discutiu também questões mais técnicas, como em qual momento deve ser apresentada a defesa e como deve ser feita a apuração do processo pelo Senado.

 

Os ministros também negaram, por unanimidade, a possibilidade de o presidente da República apresentar defesa prévia ao ato do presidente da Câmara de acatar o pedido de impeachment e determinar o início de sua tramitação no Legislativo.

 

Outro ponto rejeitado pelo Supremo foi o pedido do PC do B de que fosse declarado o impedimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para tomar decisões sobre o pedido de impeachment. Cunha é adversário declarado do governo Dilma.

 

O pedido de impeachment da presidente Dilma foi aceito por Cunha no último dia 2. A denúncia foi formulada por Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal, e recebeu o apoio político dos partidos de oposição, como PSDB, DEM e PPS.

 

Uol

Última atualização em Qui, 17 de Dezembro de 2015 19:12
 
Agentes penitenciários decidem se acabam ou não a greve PDF Imprimir E-mail
Qui, 17 de Dezembro de 2015 16:17

agentesOs agentes penitenciários decidem, às 17:00h desta quinta-feira, 17, se aceitam uma proposta do Governo do Estado, intermediada pelo TJ, OAB, Defensoria Pública e Secretaria de Justiça, e acabam ou não a greve da categoria deflagrada no dia 14 de dezembro.

 

Somente depois do fim da greve, a Secretaria de Justiça teria condição de atender a demanda de presos que realizaram até rebelião na Casa de Custódia e Penitenciária de Parnaíba. As rebeliões foram deflagradas porque os agentes vetaram as visitas e por não conduzirem mais presos para as audiências.

 

A reunião, no Tribunal de Justiça, foi intermediada pelo presidente do TJ, desembargador Raimundo Eufrásio. Ele disse que percebeu que a greve dos agentes penitenciários estava interferindo na rebelião dos presos.

 

Os dois principais pontos da greve dizem respeito à promoção de agentes penitenciários (em novembro do ano passado, o Governo pactuou com a categoria que cumpriria no inicio de 2015, mas até agora nunca promoveu ninguém) e a regularização no pagamento dos agentes que têm cargo de chefia. Hoje, esse pagamento, segundo o advogado Nazareno Thé, que defende os agentes, acontece de forma irregular: o governo paga “inventando diárias que não acontecem. Bota diárias que nunca foram dadas pelos agentes para justificar o pagamento”, denuncia.

 

Na reunião no TJ, o Governo do Estado apresentou a proposta de começar a promover parte dos agentes em janeiro de 2016 e outra parte no mês de junho do mesmo ano.  Se comprometeu também de enviar, no mês de fevereiro de 2016, para a Assembleia Legislativa, proposta para regularizar o pagamento das gratificações dos agentes penitenciários.

 

As propostas apresentadas pelo Governo serão levadas para a assembleia geral da categoria, que decidirá se continua ou não o movimento paredista.

 

portalaz

Última atualização em Sex, 18 de Dezembro de 2015 16:14
 
<< Início < Anterior 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 Próximo > Fim >>

Página 100 de 977
Banner

DEPARTAMENTO COMERCIAL

(89)9930-9050

                                                                                                                whatsapp-6in3 copy(89)9401-8521

REDAÇÃO

 

(89)3521-1241

 

 

 

REPORTAGEM

(89)9922-6983

(89)9909-2133

(89)9434-4620


EMAIL

piauinoticias@hotmail.com

:: PIAUÍ NOTÍCIAS ::
Copyright © 2016. Todos os direitos reservados.
É permitido a reprodução com autorização ou citação de fonte
marca dagua branca.fw