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Por volta das 4:00h da madrugada dessa terça-feira, 12, um acidente ocorreu na PI 238, na cidade de Sussuapara, envolvendo dois veículos e um animal.

carrosanimal

Segundo informações extraoficiais, uma picape TOYOTA Hilux, que se deslocava de Picos, colidiu com uma vaca que se encontrava na pista, próxima ao pórtico de Sussuapara. Com o impacto, o animal foi arremessado, atingindo um carro modelo Chevrolet Onix que estava parado, aguardando a travessia do animal.

Apesar do incidente, os ocupantes dos dois veículos não sofreram ferimentos graves. Infelizmente, a vaca não resistiu ao impacto e veio a óbito. Um terceiro veículo, um Volkswagen Gol, também esteve envolvido no acidente, sofrendo danos leves, conforme informações obtidas no local.

Com informações do cidades na net

Na noite do último domingo, 10, uma jovem de 21 anos, de iniciais B.K.S.L., foi presa acusada de agredir a própria avó, uma senhora de 65 anos de idade, em Água Branca.

De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, por volta das 22:00h de domingo, a PM foi informada sobre uma ocorrência de agressão contra uma idosa, ocorrida em frente à lanchonete o Sales, no bairro São Luís. No local, os policiais constataram que a jovem havia, de fato, agredido fisicamente a própria avó.

B.K.S.L. foi presa e encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos necessários. Ela foi autuada pelos crimes de violência doméstica e lesão corporal dolosa.

Com informações do canal 121

 

Nessa segunda-feira, 11, a Polícia Civil do Piauí prendeu, um homem com as iniciais L.S.S., de 33 anos, por meio de mandado de prisão preventiva, suspeito de praticar crime de estelionato contra um armazém no Centro de Teresina.

polcivil

O crime aconteceu no mês de outubro deste ano e o homem foi pela 1ª Delegacia Seccional da capital, também no Centro.

De acordo com o delegado-titular, Sérgio Alencar, o crime gerou um prejuízo de R$215 mil reais para o proprietário do armazém. “O preso comprava mercadorias de forma fiada para pagar em boleto, se apresentando como proprietário de uma empresa, e recebia os produtos. No entanto, isso era falso. A empresa que ele apresentava como sendo dele não pertencia a ele. Hoje, o homem foi intimado e, no momento do interrogatório, foi preso”, explicou o delegado.

Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Piauí

O Grupo Móvel Estadual resgatou 13 trabalhadores em situação análoga a de escravo no município de Gilbués, localizado no extremo sul do estado do Piauí, há quase 800km da capital. Os resgatados desempenharam funções manuais de catação e queima de raízes e tocos para o processo de aração e preparação do solo para plantação de soja, em fazenda na zona rural do município. Eles não possuíam nenhum registro legal de trabalho, seja em carteira, livro ou contrato. Além de serem submetidos a condições degradantes de estadia nos alojamentos, os trabalhadores eram obrigados a realizar suas refeições ao relento e não possuíam instalações sanitárias para suas necessidades fisiológicas.

trabalhadores

O Procurador do Ministério Público do Trabalho no Piauí, Edno Moura, que também é Coordenador Regional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas – CONAETE, esteve presente na fiscalização que fez o resgate dos 13 trabalhadores. Segundo ele, as condições encontradas eram graves. Alguns trabalhadores tinham as mãos cortadas por não utilizarem nenhum tipo de equipamento de proteção individual.

“De acordo com o Código Penal, submeter trabalhadores a condições degradantes configura crime de redução de pessoas a condição análoga à de escravo. Os trabalhadores foram encontrados alojados em um local muito pequeno para a quantidade de pessoas, sem energia, e para realizar suas refeições durante o dia na área de trabalho, se utilizavam apenas da sombra de um único pequizeiro visto que toda a área estava desmatada”, revelou o procurador.

De acordo com o Auditor-Fiscal Robson Waldeck, a caracterização do trabalho escravo na modalidade degradante se deu pelas péssimas condições de desempenho da função no campo. “A situação foi constatada pela fiscalização do trabalho, assim como a negativa da empresa de cumprimento das obrigações básicas como fornecimento de EPIS, locais para refeições e instalações sanitárias no campo, que são necessidades básicas do trabalhador no ambiente de trabalho”, disse o auditor.

As irregularidades também se estendem ao desempenho da função. De início, os trabalhadores não realizaram exames de admissão em saúde. Além disso, no local de trabalho não havia materiais de primeiros socorros, assim como não tinha acesso à equipamentos de proteção individual como bota, luvas, óculos de proteção, chapéus e afins.

Os poucos trabalhadores que utilizaram botas e luvas informaram que os equipamentos eram de uso pessoal e adquiridos por eles mesmos. Os trabalhadores resgatados receberam as verbas rescisórias e aguardam o pagamento das verbas do dano moral, individual e coletivo. O empregador será responsabilizado na esfera civil e administrativa. E poderá ainda responder criminalmente pela prática de redução de pessoa à condição análoga à de escravo.

Ascom MPT-PI