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Uma forte tempestade atingiu a zona rural de Palmeira do Piauí, deixando moradores assustados e causando danos significativos em diversas comunidades na noite dessa terça-feira, 31/10. Ventos extremamente fortes e chuvas intensas acompanharam o temporal, que destruiu telhados, danificou casas, derrubou estruturas, centenas de árvores, arrancou pés de buritis e prejudicou estradas, deixando a população em estado de choque. 

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As localidades mais afetadas pela tempestade foram Forno Velho, Fortaleza , Cocal e Belo Monte. Relatos dos moradores descrevem cenas de pânico e desespero enquanto o temporal se abatia sobre a região.

Uma das consequências mais visíveis da tempestade foi a destruição parcial de casas e estruturas na zona rural. Telhados foram destruídos pelos ventos. Os engenhos de cana, tão importantes para a economia local, também sofreram danos, com as estruturas parcialmente destruídas.

Além disso, as estradas que ligam as comunidades foram gravemente afetadas pelas quedas de árvores que bloquearam a passagem em várias áreas, tornando o acesso difícil e perigoso. Os moradores locais estão mobilizando esforços para a remoção das obstruções e a recuperação das estradas danificadas, visando restabelecer a comunicação entre as localidades afetadas.

Até o momento, ainda não é possível mensurar o tamanho exato dos prejuízos causados pelo temporal. Avaliações preliminares estão sendo realizadas pelas por voluntários da região, que buscam entender a extensão dos estragos e identificar as necessidades imediatas da população atingida.

Felizmente, apesar da gravidade dos danos materiais, não há registro de feridos até o momento. Os moradores têm se unido para prestar assistência mútua e apoiar aqueles que enfrentam dificuldades após o temporal.

Com informaçoes do portal gurguéia

 

Por volta das 20:00h dessa terça-feira, 31, um princípio de incêndio foi registrado no Centro de Teresina. Um caminhão, não identificado, teria atingido um poste e arrastado os cabos da rede elétrica e de telefonia na Rua Álvaro Mendes, no Centro de Teresina.

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O incêndio foi flagrado por um policial militar, que passava pela região, e acionou o Corpo de Bombeiros. O fogo foi rapidamente controlado e atingiu apenas a fiação. Nenhuma loja sofreu danos devido ao fogo.

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"Os caminhões passam aqui de noite arrastando tudo" disse o vendedor de uma das lojas da região.

No momento do acidente as lojas estavam fechadas e ninguém ficou ferido. Na manhã de hoje(01), ainda foi possível ver aos fios pelo chão.

Recentemente, um caso semelhante chocou os teresinenses, quando na última quinta-feira (26), um caminhão arrastou a rede de energia elétrica da Rua Ana Maria Gonçalves da Silva, no bairro Pedra Mole, zona Leste de Teresina e derrubou um poste sobre o açougueiro, Francitônio Alves de Carvalho, 31 anos.

A vítima morreu no local, e a esposa, que estava no banco do carona da motocicleta, conseguiu pular antes de ser atingida pelo poste.

Em Teresina, vigora uma lei proposta pela vereadora Thanandra, que determina que a rede de energia elétrica, de baixa tensão, tenha a altura mínima de 5,5 metros.

Com informações do cv

Nesta terça-feira, 31, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio - DEPATRI de Piripiri, deu cumprimento a um mandado de prisão em desfavor de um indivíduo de iniciais F. N. P., em razão da prática de diversos crimes de furto qualificado na região do bairro Vista Alegre, na cidade de Piripiri.

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A população do referido bairro se encontrava aterrorizada e incomodada, com as ações do individuo que estava arrombando e invadindo a casas dos moradores, e subtraindo seus pertences.

Mais uma ação da DEPATRI de Piripiri, que na data de ontem (30.seg.) já havia realizado a apreensão de um menor envolvido em prática de ato infracional analogo ao crime de roubo nesta cidade.

A DEPATRI de Piripiri reforça mais uma vez o seu compromisso no combate aos crimes patrimoniais na região.

Com informações do piripirireporter

O Grupo de Fiscalização Móvel do Estado do Piauí regatou cinco trabalhadores em situação degradante de trabalho no sul do estado, no município Currais. Os trabalhadores realizavam atividades rurais na fazenda do empregador e tinham idade entre 19 e 50 anos. Eles foram encontrados alojados em barracos de lona, dormindo em redes e a céu aberto. Além disso, eles também cozinhavam a lenha em fogueiras improvisadas e tinham uma alimentação precária.

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O Procurador do Ministério Público do Trabalho no Piauí, Edno Moura, que é coordenador regional da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (CONAETE), relatou o descaso com que os trabalhadores eram tratados. “As condições em que resgatamos esses trabalhadores foram uma das piores que já encontramos no ano de 2023 no estado do Piauí. A água era disponibilizada em galões e devia ser usada para todos os fins necessários, como tomar banho e preparar as refeições. Além de terem que consumir a água em altas temperaturas, porque não havia local para refrigeração, o empregador reclamava do uso, que, segundo ele, era exagerado. As condições encontradas e testemunhadas pelos agentes configuram trabalho escravo, de acordo com o código penal”, disse o procurador.

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O alojamento era improvisado no meio do mato, os trabalhadores armavam redes para dormir nos caules das árvores, não havia instalações sanitárias, as refeições eram preparadas e consumidas ao relento, os alimentos não eram armazenados de forma adequada. O Auditor-Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Robson Waldeck, que acompanhou a operação de fiscalização lamentou as condições degradantes as quais os trabalhadores eram submetidos.

Segundo ele os trabalhadores não possuem nenhum direito trabalhista garantido e viviam em condições sub-humanas semelhante à de escravos. “De forma imediata, para garantir os direitos aos trabalhadores, eles foram incluídos no seguro-desemprego e terão direito à três parcelas de um salário mínimo cada, que começarão ser pagas já no início do mês de novembro”, disse Robson Waldeck.

De acordo com o procurador, os trabalhadores também não possuíam nenhum contrato de trabalho oficial e nem havia recebido equipamento de proteção individual. Mesmo diante das condições graves flagradas o empregador se recusou a pagar as verbas rescisórias e danos morais individuais. “Dessa forma, o MPT-PI está ajuizando ação judicial cobrando o pagamento das verbas rescisórias e das indenizações por danos morais. Além disso, o empregador irá responder criminalmente”, explica Edno Moura.

Com esses cinco trabalhadores resgatados, o Piauí já acumula 147 trabalhadores resgatados somente em 2023. Além disso, mais de 200 piauienses já foram resgatados em outros Estados. No ano passado, o Estado ocupou a primeira colocação no Nordeste e o terceiro no Brasil entre os que mais resgataram trabalhadores em situação análoga à de escravidão. Os números preocupam e o MPT chama a atenção da sociedade e das demais instituições para combater a prática. “O trabalho repressivo tem sido feito de forma intensa, mas só ele não é suficiente para combatermos essa prática nefasta para toda a sociedade. É preciso que a sociedade e as instituições atuem fazendo sua parte: com políticas públicas efetivas que garantam cidadania, trabalho digno e direitos sociais a todos”, finalizou o procurador.

MPT-PI