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imagemhospUm fato causou indignação para uma paciente internada no Hospital Geral do Promorar, Zona Sul de Teresina. A técnica em enfermagem Laiane Dias, 23 anos, postou em sua conta no Facebook uma foto de funcionários da unidade de saúde brindando com champanhe a virada do ano no posto de enfermagem. O caso aconteceu na madrugada do dia 1º de janeiro. A imagem, que recebeu 132 compartilhamentos, mostra uma garrafa de bebida em cima da mesa e alguns copos.

 

Na publicação feita por Laiane Dias, ela relata que o posto da enfermaria em que ficou internada não tinha medicação e que a equipe estava sem médicos. Segundo a paciente, após se sentir mal, ela foi até o posto de enfermagem e ao chegar ao local flagrou a cena. “Fui me arrastando do meu leito com a ajuda da minha mãe até a frente do posto. Elas (enfermeiras) também estavam tirando foto e eu tirei uma delas. Elas viram, mas não falaram nada. Logo depois postei a imagem”, relatou.

 

Laiane ainda relatou que na mesma enfermaria havia uma paciente que estava tendo uma crise de epilepsia. “Nesse momento eu sei que estava passando muito mal, com febre alta e tinha outra paciente que estava tendo uma crise de epilepsia. Foi rápido, logo depois já estavam trabalhando”, disse.

 

Outra coisa que chamou atenção da paciente foi o fato dos funcionários estarem comendo no local onde são guardados medicamentos e realizados exames. “Reclamei também da comida no posto de enfermagem porque eu sei que não pode. É uma área crítica e contaminada”.

 

A reportagem esteve no hospital na tarde desta sexta-feira, 3, e fotografou o posto onde teria acontecido a comemoração das enfermeiras. A direção do hospital também foi procurada e informou que uma sindicância será aberta para apurar as responsabilidades dos funcionários que estavam no plantão.

 

 

“Não podemos julgar ninguém a partir dessa imagem. A assessoria jurídica foi acionada e vamos saber quem estava no plantão”, disse a diretora Sandra Maria Gonçalves, que negou ainda a ausência de médicos e medicação no hospital durante o atendimento no Réveillon.

 

G1

A prefeitura de Piracuruca, município a 196 quilômetros de Teresina, prorrogou até o dia 10 de janeiro de 2014 as inscrições de concurso público com oferta de 72 vagas. Os salários previstos em edital variam de R$ 678 a R$ 1.060. 

 

É prevista a oferta de vários cargos que exigem dos candidatos comprovação de nível fundamental, médio e superior. A seleção fica a cargo da Consep e os interessados devem efetuar inscrição através da internet.

 

Podem concorrer candidatos a motorista, vigias, agentes de trânsito, engenheiro, contador, enfermeiros, assistente social, nutricionista e médicos, em várias especialidades, além de vários outros cargos estipulados no edital.

 

O certame terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por período igual. Do total, 5% das vagas são reservadas para candidatos com deficiência física.

 

 

Clique aqui e confira o edital completo.

 

 

Cidadeverde

guabiru-3Um grave acidente felizmente não terminou em vítimas fatais na BR 343, por volta das 15:00h de quinta-feira, 2, em Altos. Durante uma ultrapassagem, fez com que dois automóveis, uma Triton e um Clio, colidissem e capotassem na rodovia.

 

O proprietário do Clio, Claudio Martins, conhecido como DJ Guabiru, falou com  a reportagem sobre o acidente. “Estávamos voltando de Luís Correia onde fizemos uma festa para a família, quando essa picape veio ultrapassando vários carros em alta velocidade. Como era uma descida, o motorista se deparou com um carro na frente e tentou voltar para a pista, batendo na nossa lateral. Em seguida ele rodou na pista e nós saímos capotando, ele capotando atrás até lá em baixo”, descreve.

 

Havia cinco pessoas no Clio que era dirigida por um funcionário da equipe do DJ. “Foi um milagre não ter acontecido nada com a gente. Fomos todos salvos por conta do cinto de segurança; todos estávamos usando tanto no banco da frente quanto no detrás. Na picape a filha do motorista ficou ferida, mas não foi grave. Ela estava sem cinto”, relatou Guabiru.

 

 

O motorista da picape, um empresário, ficou transtornado. “Ele viu o que tinha feito e ficou muito abalado por causa da filha. Estavam ele, a mulher e o casal de filhos. Perguntou como nós estávamos e eu disse que bem, mas ele tinha acabado com todo meu equipamento de trabalho. A carrocinha que vinha trazendo toda aparelhagem de luz e som ficou destruída. Um prejuízo de mais de R$ 10 mil”, calcula.

 

 

Cidadeverde

Quem quiser tirar a carteira nacional de habilitação (CNH) a partir de agora terá de passar por cinco aulas em um simulador de direção instalado nas autoescolas. A nova regra, que começou a valer na quarta-feira no País, vai elevar em até 20% o valor gasto na emissão do documento. Antes da mudança, o interessado em obter a permissão para dirigir tinha de desembolsar, em média, R$ 1,2 mil, segundo a Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto). Com a alteração, esse valor subirá até R$ 250.

 

Definida por resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a norma é válida apenas para a categoria B (habilitação para automóvel). As aulas, de 30 minutos cada, devem ser feitas obrigatoriamente antes do início da parte prática. As atividades no simulador não diminuem o número mínimo de aulas práticas exigidas: 20 aulas de 50 minutos.

 

As aulas simuladas também não têm caráter eliminatório. "O Detran recebe um relatório com os resultados do aluno, mas não há uma avaliação. A ideia do simulador é permitir que o estudante se familiarize com situações de risco", diz Silvio Luiz de Oliveira, diretor de ensino de uma Autoescola, uma das que já têm o equipamento.

 

A cada aula, o aluno vê o nível de dificuldade aumentar. A simulação começa com conceitos básicos e vai incorporando situações de adversidade, como trafegar em vias de grande movimento, em pista escorregadia ou sob neblina intensa.

 

"É bem parecido com a realidade, a estrutura é idêntica à do carro. Acho que ajuda o aluno a ter mais noção antes de ir para o trânsito real", diz a aluna Joyce Lemos, de 27 anos.

 

Para Dirceu Rodrigues Alves Júnior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a inclusão de aulas simuladas ajuda a suprir uma carência na formação dos condutores. "Os cursos existentes são insuficientes, porque só ensinam o que é necessário para a prova prática. O aluno não tem contato com os riscos que vai encontrar no dia a dia, e o simulador pode ajudar nisso."

 

Apesar de a regra já estar em vigor, muitas autoescolas e Detrans não se prepararam para a mudança. "Algumas autoescolas não compraram as máquinas achando que a lei não ia pegar, e muitos Detrans não adequaram seus sistemas", diz Magnelson Carlos de Souza, presidente da Feneauto.

 

Demanda. A prática provocou uma demanda maior no fim do ano para a instalação dos aparelhos e sobrecarregou as quatro empresas habilitadas para fornecer os equipamentos. Muitos CFCs ainda aguardam a chegada do simulador. Segundo as empresas fornecedoras, os prazos estão sendo cumpridos.

 

O custo médio de um aparelho é de R$ 40 mil, mas é possível obter o simulador por comodato. Em todos os casos, o custo é repassado para o consumidor. As autoescolas não são obrigadas a ter a máquina e podem dividir o equipamento com outras empresas. A manutenção varia de mensalidades de R$ 750 a R$ 1.750 ou taxas de R$ 4 a R$ 15 por aula.

 

Com esse custo, as autoescolas preveem que o preço médio da aula simulada seja de R$ 40, acima do que é pago pela prática, entre R$ 30 e R$ 35.

 

 

Estadão