A audiência contou com o vereador Salomão Holanda, presidente do poder Legislativo que numa entrevista revelou, “tivemos uma audiência pública com a presença não satisfatória para os vereadores, já que solicitamos presenças de várias entidades. A obra do esgotamento é importante para a cidade e todos queriam que ela tivesse funcionando, no entanto, desde novembro de 2011 que a mesma está paralisada após uma decisão do Tribunal de Contas das União (TCU)”, questionou o parlamentar afirmando que foi solicitada presenças de representantes da CODEVASF e da empresa Jurema e colocou também, “compareceu um ex-secretário que não era para ele está presente, mas sim o atual secretário... mas nós ouvimos e os vereadores fizeram seus questionamentos e não ficaram satisfeitos com as colocações feitas pelo ex-secretário, mas estaremos convocando o secretário atual para trazer mais documentação para mais esclarecimentos”.
O parlamentar que era da situação e que hoje fortalece o grupo oposicionista ao governo Joel Rodrigues, Salomão Holanda, disse ainda que precisa que seja feito uma análise do processo licitatório da obra do esgotamento. “Ouvimos aqui que já foram gastos 24
A vereadora democrata Ana Cleide, presidente da Comissão de Infraestrutura, que presidiu a audiência não gostou do resultado da audiência pública e desabafou, “ essa audiência foi simplesmente para o ex-secretário ser aplaudido pelos, digamos assim, pelos servidores do município que dependem do prefeito. Infelizmente não se chegou a nenhum denominador comum e sabemos que o saneamento básico da nossa cidade é a maior obra que já aconteceu na história da nossa cidade e nosso município foi contemplado com o valor de 76 milhões, claro não foi liberado todo esse dinheiro, foi liberado cerca de 26 milhões para a primeira etapa, que na verdade não foi concluída”, coloca a parlamentar afirmando que, o que está sendo visto na cidade pela população são bueiros estourando, o que mostra uma condição ruim da obra.
Ainda segundo a vereadora não houve presença do representante da Jurema, do prefeito Joel Rodrigues, de uma pessoa do CREA e nem de órgãos importantes, disse ela, que pudessem dá melhores esclarecimentos.
Se referindo ao secretário de Infraestrutura Fabio Cruz que respondeu as indagações feitas da vereadora Ana Cleide, foi bem taxativa, “o secretário de Infraestrutura da cidade disse o que quis dizer, por que tem mais tempo, infelizmente nós vereadores em uma audiência pública só temos três minutos para nossas indagações, mas quero dizer que conduzir a audiência com muita alegria e que acredito que devemos chegar ao um denominador, pelo menos, para dá uma satisfação melhor a nossa população, e infelizmente não temos resposta para a nossa população”. A vereadora pede uma CPI para apurar os gastos com a obra do esgotamento sanitário.
O ex-secretário Fábio Cruz avaliou como positivo o resultado da audiência pública e disse que estará sempre pronto a responder as indagações pertinentes à mesma e a outros fatores da sua gestão, como integrante deste governo. Quando foi perguntado sobre o reinício da obra Fábio colocou, “após um novo relatório apresentado devemos nos reunir com a Codevasf e a empresa que executa a obra para tratar desse assunto. Mas veja, não estou mais como secretário de Infraestrutura, por tanto, é o dr. Rinaldo Góes quem vai fazer isso e acredito que nos próximos dias ele estará indo a Teresina com o prefeito Joel para tratar dessa questão”, finalizou acrescentando, “agradecemos aos parlamentares pela forma carinhosa e respeitosa com que nos receberam nessa Casa Legislativa.
O Governo do Estado vai reforçar a segurança no interior do Piauí. Os municípios mais distantes dos batalhões serão o alvo do trabalho da polícia. A ideia partiu de uma reivindicação dos prefeitos para combater o crescimento do consumo e da comercialização de drogas; o crack é a maior preocupação.
O peemedebista e ex-vereador florianense César Pedrosa (foto), uma das pessoas diretamente envolvidas em todo o problema, volta a fazer questionamentos na mídia e explica, “quem decretou a intervenção foi a executiva estadual e de uma forma que rasga o estatuto do PMDB, isso porque a executiva estadual não é o órgão competente para fazer a intervenção. O estatuto do partido prevê a intervenção, mas feita pelo diretório estadual do qual sou membro e asseguro que esse diretório não foi convocado, até porque nunca saiu nenhum edital na imprensa, e nem houve uma comunicação aos membros para que participassem de uma reunião”, colocou o ex-parlamentar florianense afirmando que quem fez a intervenção de forma ilegal para atender a vontade do deputado Marcelo Castro, foi a executiva estadual. 