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Em 4 meses do governo Lula, o Brasil registrou 56 invasões realizadas por movimentos sem-terra, segundo o relatório do Observatório da Oposição, produzido pelo PL (Partido Liberal) a partir de dados da FPA (Frente Parlamentar de Agricultura). É uma alta de 143% em relação a 2022.

O número também representa só 6 ocupações a menos do que as registradas durante toda a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De 2019 a 2022, o Brasil contabilizou 62 invasões de terra.

terras

Os dados de 2023 apresentados pelo relatório divergem da base de dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). De acordo com o instituto, até 17 de abril deste ano, o Brasil registrou 33 ocupações de terra.

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O Poder360 procurou a FPA, mas não recebeu respostas até a publicação deste texto. O espaço segue aberto. Segundo o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), o baixo número de invasões entre 2019 e 2022 está relacionado à pandemia. O movimento também contestou os dados. Disse que foram 191 ocupações durante a gestão de Bolsonaro.

ÁPICE O maior número de invasões registrada no Brasil data de 2004, durante o 1º mandato de Lula. A quantidade de invasões se manteve alta durante os 2 governos petistas.

Em 2016, ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o número de invasões caiu bruscamente. Saiu de 182 em 2015 para 57 no ano seguinte. Durante o governo de Michel Temer (MDB), a taxa variou entre 11 e 14 ocupações por ano, permanecendo baixa a partir de 2019.
 

Da redação

No último sábado, 06 de maio, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) discursou durante a posse da deputada federal Rosana Valle como presidente do diretório de São Paulo do PL Mulher. Durante seu pronunciamento, Bolsonaro destacou que seu governo foi responsável por entregar uma economia bastante ajustada e que os números de 2022 são invejáveis, levando-se em conta a grande maioria de outros países.

Além disso, Bolsonaro afirmou que estará "sempre à disposição" para ser uma alternativa política para o Brasil e que "só a morte bota um ponto final" em sua trajetória. Ele ressaltou que enquanto isso não acontecer, continuará lutando pelo país.

 "Enquanto estivermos vivos, estaremos sempre à disposição para lutar pelo nosso país. Nós resgatamos muitos valores em nosso país, entre eles o patriotismo, o amor à pátria, a defesa da família, da propriedade privada, do legítimo direito à defesa, do livre comércio e muito mais. Continuaremos firmes e fortes nessa luta", declarou o ex-presidente.

Ainda não se sabe qual será o futuro político de Bolsonaro, mas suas declarações mostram que ele pretende continuar atuando na vida pública do país. O ex-mandatário responde a uma série de ações, inclusive, há uma bem adiantada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pode torná-lo inelegível. O processo em questão versa sobre uma reunião do então presidente com diplomatas, em que teria tentado descredibilizar o sistema de votação no país.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está prestes a julgar uma ação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) que pode resultar na inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de suposto crime eleitoral por convocar embaixadores para criticar, sem provas, o sistema de votação brasileiro. A decisão do TSE deve sair nas próximas semanas e, caso se confirme a inelegibilidade, três nomes são apontados como favoritos para substituí-lo.

O primeiro nome é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que além de comandar o Estado mais influente do país, foi ministro da Infraestrutura na gestão de Bolsonaro. Freitas é considerado mais contido que o ex-presidente, com uma postura mais amena que pode ajudá-lo a se aproximar dos eleitores de centro e daqueles que rejeitam o radicalismo político levantado por Bolsonaro.

Outro nome cotado é o do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que foi reeleito no último pleito e é considerado um fiel da balança nas eleições presidenciais. Zema é empresário, tem boa avaliação junto à população mineira e sempre apoiou Jair Bolsonaro. Assim como Freitas, é de um polo menos radical do que o ex-presidente.

Por fim, a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro vem sendo inserida no meio político e é considerada uma possível candidata. Ela foi essencial no segundo turno da eleição passada na redução da vantagem de Lula para Bolsonaro e dialoga bem com o eleitorado evangélico. Michele tem uma postura mais amena e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, seria um dos entusiastas no seu ingresso na disputa majoritária.

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A falta de nove vereadores na sessão dessa sexta-feira na Câmara de Floriano tem sido o assunto mais comentado, em determinados locais da cidade.

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Na Câmara estava como convocado para falar de demandas e denúncias da sua pasta, o secretário Julio César, da Infraestrutura. O professor e vereador presidente Joab Curvina, numa entrevista, declinou os nomes dos parlamentares presentes. 

Da redação

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação