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Nesta segunda-feira (19), o candidato Don Lotti, do Patriota, anunciou sua desistência na disputa ao cargo de senador e formalizou seu apoio ao candidato a senador, Joel Rodrigues (Progressistas). Lotti disse que devido a problemas em sua candidatura, renunciou à disputa, mas que jamais votaria em branco ou nulo, declarando apoio à Joel.

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“Em uma conversa que tive com Joel, ele aceitou parte do meu plano de governo do Senado e hoje declaro meu voto a ele. Sou da agricultura do Piauí e represento uma parcela importante do estado. Com isso, não voto em branco e nem nulo. Eu voto no Joel para senador, pois precisamos caminhar juntos por um Piauí melhor”, disse Don Lotti.

Joel agradeceu o apoio e garantiu que juntos, irão trabalhar pelo desenvolvimento do estado. “Nossa gratidão ao Lotti pelo trabalho e pela força que ele representa no desenvolvimento do estado do Piauí e por somar com a gente. Chegou a hora de dar o ‘não’ àquele que por 20 anos não correspondeu com o desenvolvimento do estado. Estamos juntos nessa missão de reconstruir esse Piauí para cada piauiense”, declarou Joel.

Durante a adesão, também esteve presente Jorge Lopes, um dos coordenadores de campanha do União Brasil e Progressistas.

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Geraldo Carvalho, candidato do PSTU, tem intensificado a agenda na reta final de campanha, tanto em Teresina, quanto no interior. Nesta segunda-feira (19), ele afirmou mirar no voto de professores para aumentar o desempenho eleitoral. 

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Acrescentou, “achamos uma contradição muito grande o professor que teve o seu direito negado durante 20 anos, a escola pública a cada ano fica mais fragilizado, e o trabalhador da educação votar no Rafael Fonteles ou no Silvio Mendes” que acrescentou, “é um tiro no votar no Silvio Mendes que é o candidato do Bolsonaro e do Centrão”. 

Tendo recebido R$ 28 mil da direção nacional do PSTU, Geraldo Carvalho e o candidato ao Senado da sigla, Gervásio Santos, também vão percorrer o interior do estado. Na agenda desta semana a rota começa por Piripiri, Esperantina e Batalha. 

“Vamos pedir apoio a quem quer fazer uma transformação e quem quer conosco fazer um governo que rompa com o capitalismo e que médio e longo prazo aponte para uma sociedade socialista, com uma democracia operária e popular. Precisamos de um governo daqueles que estão da metade da pirâmide social para baixo”, frisou.

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Os candidatos a deputado federal já declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receitas de R$ 2 bilhões neste ano, um crescimento de quase 48% em relação à eleição passada. Em 2018, as campanhas para a Câmara dos Deputados receberam R$ 1,354 bilhão. Até o momento, os gastos declarados com a campanha deste ano são de R$ 395,2 milhões.

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Terminou nesta semana o prazo para prestação de contas parcial dos candidatos. No total, 6.747 declararam à Justiça Eleitoral o registro da movimentação financeira ou estimável em dinheiro desde o início da campanha até 8 de setembro. Por isso, os números ainda podem aumentar.

Neste ano, cada candidato a deputado federal pode gastar até R$ 3,177 milhões. Em 2018, o limite era de R$ 2,5 milhões.

Fundo eleitoral
Quase 95% dos recursos, ou R$ 1,926 bilhão, têm como origem transferências dos partidos - R$ 1,843 do Fundo Eleitoral e R$ 83 milhões do Fundo Partidário. Em seguida, R$ 73,5 milhões são de doações de pessoas físicas e R$ 22 milhões de recursos próprios.

Partido e estado
O União lidera as receitas de campanha para Câmara dos Deputados, com R$ 262,6 milhões declarados por 458 candidatos. A média de receita é de R$ 573 mil por deputado. Em seguida, os partidos que mais investiram na campanha para deputado federal são o PP (R$ 234,8 milhões), MDB (R$ 180,3 milhões), PSD (R$ 172,1 milhões), Republicanos (R$ 160,5 milhões), PT (R$ 156,3 milhões), PL (R$ 151,1 milhões) e PSB (R$ 125,2 milhões).

Por enquanto, São Paulo é o estado com mais recursos de campanha, somando R$ 299,7 milhões. Depois vêm Minas Gerais (R$ 167,3 milhões), Rio de Janeiro (R$ 162,9 milhões) e Bahia (R$ 135,3 milhões).

Na média, a campanha mais cara é em Alagoas, com receita declarada de quase R$ 457 mil por candidato. Outros estados com alta média de gastos são Amapá (R$ 445 mil por candidato), Amazonas (R$ 432 mil/candidato) e Espírito Santo (R$ 428 mil/candidato).

Gastos
Entre as despesas declaradas pelos candidatos a deputado federal até o momento, os principais gastos são com impressos e adesivos, que somam R$ 130 milhões. Pagamentos a pessoal, militância e mobilização de rua chegam a R$ 51 milhões. Ainda há R$ 17 milhões para impulsionamento de conteúdo e criação de sites e R$ 15 milhões com aluguel de veículos, combustíveis e transporte.

Outra parte substancial dos gastos se destina a serviços, principalmente de advogados (R$ 17 milhões) e contadores (R$ 12 milhões). Outros serviços prestados por terceiros somam R$ 29 milhões.

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Fonte: Agência Câmara de Notícias

O Instituto Amostragem divulgou nova pesquisa para o Governo do Piauí nesta segunda-feira (19). O candidato  Rafael Fonteles (PT) ampliou a vantagem na disputa pelo Palácio de Karnak na pesquisa de intenção de voto estimulada. Considerando somente os votos válidos, ou seja, quando se exclui os brancos, nulos e indecisos.

Os dados apontam que Rafael Fonteles mantém a liderança com 48,72%, avançando 1,78% em comparação ao levantamento feito na semana passada; com o indicativo, o petista ficaria próximo de um cenário de vitória em primeiro turno, oscilando de 46,53% a 50,91% na margem de erro.

Rafael Fonteles e Silvio Mendes são os mais bem posicionados (Foto: Reprodução)

Rafael Fonteles e Silvio Mendes são os mais bem posicionados (Foto: Reprodução)

Silvio Mendes (União Brasil) vem na sequência com 44,55% das intenções de votos válidos, caindo 0,79% no comparativo com a pesquisa anterior, mas dentro da margem de erro da amostra, que é de 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 de setembro, com 2 mil eleitores em 90 municípios piauienses.

Amostragem divulga nova pesquisa para Governador do Piauí; números! - Imagem 2Amostragem divulga nova pesquisa para Governador do Piauí

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera os votos válidos para divulgar o resultado das eleições no País. A eleição é decidida no primeiro turno quando um dos candidatos recebe mais da metade dos votos válidos. Ou seja, 50% mais um.

Coronel Diego Melo (PL) é o terceiro colocado com 1,74% dos votos válidos. Gessy Lima  (PSC) aparece com 1,5% dos votos válidos. Gustavo Henrique (Patriota) soma 1,31%; e Lourdes Melo (PCO) registra 0,81%.

A candidata Madalena Nunes (PSOL) soma 0,56% dos válidos; Geraldo Carvalho (PSTU) tem 0,5% e Ravenna Castro (PMN) soma 0,31% dos válidos.

Na estimulada, Rafael tem 39,1% e Silvio 35,75%

Quando se consideram os brancos, nulos e indecisos, o cenário mostra o candidato petista Rafael Fonteles com 39,1% das intenção de voto estimulada, seguido pelo candidato Silvio Mendes (União Brasil), que aparece com 35,75% da intenção de voto estimulada, ou seja, quando são apresentados os nomes dos concorrentes aos entrevistados. Os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro da amostra.

Amostragem divulga nova pesquisa para Governador do Piauí; números! - Imagem 3Amostragem divulga nova pesquisa para Governador do Piauí

No comparativo com o levantamento feito entre os dias 05 e 09 de setembroRafael Fonteles cresceu 1,1% e Silvio Mendes caiu 0,95%; ambos os movimentos foram dentro da margem de erro de 2,19%.

Em terceiro lugar aparece o candidato Coronel Diego Melo (PL) com 1,4%; seguido por Gessy Lima (PSC) com 1,2%.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação