O prefeito de Floriano, Antônio Reis, reuniu, na manhã desta terça-feira, 12, todos os seus secretários na sede da Prefeitura.
Foi a primeira reunião geral com a equipe do primeiro escalão, depois de realizar encontros individuais com as pastas mais importantes.
Antônio Reis destacou a sua metodologia de trabalho, bastante técnica e de resultados, disse que trabalhará com os pés no chão, com total controle de receitas e despesas e determinou a solução de problemas urgentes, em especial, nas áreas de saúde e infraestrutura.
Ele solicitou de cada secretário um relatório bimestral das ações e atividades das pastas e lembrou que o seu governo é de continuidade, mas com seu jeito próprio de gerir, inovando em alguns mecanismos, com foco no planejamento. Nesta terça e quarta-feira, o prefeito continuará com as reuniões individuais com secretários.
Homens que são trabalhadores da construção civil, de Floriano e região, estão trabalhando no prédio do Terminal Turístico Beira rio que fica no Cais da cidade, um dos pontos mais visitados do município florianense e por visitantes.
O prédio antigo que faz parte da história da cidade estava em abandono e servindo para uso de drogas por viciados e ainda era usado para prostituição.
Por algumas vezes, o Piauí Notícias flagou usuários de drogas nas dependências, pois algumas pessoas que costumam ficar na região central estavam usando o local também para dormir. Veja as imagens da obra em andamento.
A segunda-feira começou em São João do Arraial, com os vereadores Cajé, Joaquim, Domingos Teó e Paulo Soares que nos recepcionaram na Câmara Municipal da cidade ao lado dos saojãoenses. Juntos vamos fazer acontecer! Gratidão pelo carinho e pela acolhida!
SÃO JOÃO DO ARRAIAL
LUZILÂNDIA
Luzilândia recebeu os pré-candidatos da oposição recepcionados pelos ex-prefeitos Ema Flora, Ronaldo Gomes, Alberto Carvalho e os líderes, Dr. Acelino e Pablo. Aos luzilandenses nosso abraço! Obrigado por terem nos recebido tão bem! Vamos fazer acontecer!
LUZILÂNDIA
MORRO DO CHAPÉU
Em Morro do Chapéu os vereadores Marisvaldo, Carlão, Jobervan, Antônio Neto, Mário, Neto Valdivino, Charles, Miguel e Elimar receberam a caravana da oposição lado dos morrochapeuenses.
O Palácio do Planalto demonstra preocupação com o desgaste político do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Ao longo deste domingo, auxiliares mais próximos do presidente Jair Bolsonaro avaliaram que a revelação de um esquema de ‘escolas fake’ que tem como base o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) ameaça a permanência do ministro no governo e tem potencial corrosivo para a estratégia da campanha à reeleição do presidente, que está centrada no debate da corrupção.
Neste domingo, 10, o Estadão revelou que, com o aval do FNDE, controlado pelo ministro da Casa Civil, deputados ‘vendem’ aos seus eleitores a ideia de que conseguiram recursos para colégios e creches, com promessas de construção de duas mil novas unidades sem garantias orçamentárias.
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) vai pedir a abertura de uma investigação na Corte até terça-feira, em mais um desgaste para o governo provocado pela área controlada por Ciro Nogueira.
Uma série de reportagens do jornal já mostrou que o ministro, por meio de um apadrinhado, controla o FNDE, órgão que concentra o dinheiro do setor. O ministro tem se reunido com o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, com frequência.
A ala ideológica e o núcleo militar do governo avaliaram que o levantamento de 3,6 mil obras de escolas, creches e quadras paradas no País, apresentado pela reportagem, põe em xeque a narrativa de eficiência e o suposto caráter técnico na distribuição de recursos da infraestrutura.
A situação de Ciro no Planalto é monitorada mais de perto por essa ala do governo desde que o Estadão revelou um esquema de cobrança de propina no Ministério da Educação operado por pastores. A prioridade número um no Planalto é pavimentar o caminho de mais um mandato para o presidente. Essa premissa foi fundamental para a saída de Milton Ribeiro do cargo de ministro da pasta.
No governo, auxiliares de Bolsonaro começaram a fazer o discurso de que o envolvimento de Ciro Nogueira com casos de corrupção é do governo anterior. Na última quinta-feira, a Polícia Federal concluiu que o atual ministro recebeu propinas do grupo J&F e praticou crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na campanha da reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff.
Procurado, Ciro Nogueira não foi localizado pela reportagem.
Parlamentares repercutem caso das ‘escolas fake’
Neste domingo, 10, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) disse que, agora, é hora de cobrar o trabalho do Ministério Público, da Polícia Federal e do TCU. Ele alegou ser o “maior defensor de CPI”, apesar de não ter assinado, na última semana, o documento para criação da Comissão Parlamentar de Inquérito do MEC.
“Fui certa vez expulso do PSDB por assinar CPI para investigar o governo do meu próprio partido. Sempre atuo com independência e não aceito pressões”, afirmou o senador. “Mas não faço esse jogo do espetáculo da encenação”, ponderou.
O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), que retirou a assinatura para a instauração da CPI, afirmou que as revelações deste domingo demonstram que há um “puro jogo para enganar a sociedade”. “Incríveis 3,5 mil escolas inacabadas e o início de mais 2000 sem verbas para a construção.”
Guimarães justificou a retirada da assinatura da CPI por receio de que ela se tornaria um “palanque eleitoral”, ao entender que a investigação não seria “imparcial e técnica”. O senador diz entender que “fatos muito graves estão acontecendo no MEC”, mas que é melhor que a investigação seja feita pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.
Além do senador Oriovisto, o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) também anunciou neste final de semana que não vai mais assinar o pedido de abertura da comissão parlamentar de inquérito. São necessárias 27 assinaturas para abertura de uma CPI e, com a retirada dos dois, não há o número suficiente.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do pedido de instauração da CPI, se manifestou neste domingo nas redes sociais, após o anúncio do senador Styvenson. “Estadão revelou mais um escândalo na pasta. Precisamos passar a limpo a corrupção desse governo no MEC! Temos que proteger o dinheiro público! #CPIdoMEC”.
A presidente executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, defende a rápida investigação dos fatos.
“A gestão educacional federal fere a Lei Orçamentária, a Lei de Responsabilidade Fiscal, os princípios constitucionais da administração pública, promove violação penal com emprego irregular de verbas públicas”. “Tudo isso já constituiria um escândalo em anos normais. Mas após a pandemia, com efeitos gravíssimos na educação brasileira, esses supostos crimes precisam ser imediatamente investigados e seus responsáveis punidos”, afirmou.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.