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A primeira pesquisa realizada e registrada no TRE Piauí em 2022 traz dados animadores para o pré-candidato ao governo do Estado, Rafael Fonteles (PT), e de alerta para os adversários. Números do Instituto Estimativa apontam o candidato de Lula e Wellington Dias com 11 pontos percentuais na frente do segundo colocado, Silvio Mendes (PSDB), do grupo do presidente Bolsonaro. 

A pesquisa estimulada, que ouviu 2 mil eleitores em todo o estado, aponta Rafael com 26,95% das intenções de voto, enquanto Silvio vem em segundo com 15%. Gessy Fonseca vem em terceiro, com 3,95%, e Washington Bonfim (Cidadania) tem 2,6%. Não sabe/não opina 26,75%, Nenhum 21,7% e nulo ou branco 3,05%. 

Na sondagem espontânea, o secretário da Fazenda e coordenador do PRO-Piauí também se mantém na frente com 8,95% dos votos, seguido por Silvio Mendes com 3,1%, Wellington Dias 2,25%, Ciro Nogueira 1,25%, Iracema Portela 1%, Gessy Fonseca 0,85% e Margarete Coelho com 0,05%. Não sabe/não opina tem 64,35%; nenhum 17,15% e branco ou nulo 0,75%.

FOTO: ESTIMATIVANova pesquisa

Nova pesquisa

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Rafael Fonteles passa Silvio Mendes em Teresina

Em um recorte apenas com eleitorado de Teresina, a pesquisa do Instituto Estimativa mostra Rafael Fonteles à frente do ex-prefeito da capital. Segundo os dados na pesquisa estimulada, Rafael aparece com 27,20%, contra 26% de Silvio Mendes. Gessy Fonseca aparece com 8,8% e Washington Bonfim tem 2%. Nenhum/ninguém tem 24,4%; não sabe/não opina tem 6,6% e nulo ou branco pontua com 5%. 

Na sondagem espontânea em Teresina, Rafael também aparece na frente com 8,8% e Silvio vem em segundo com 7%. Gessy Fonseca tem 3,4%, Wellington Dias aparece com 2,4%, Ciro Nogueira com 0,6% e Iracema Portela com 0,2%. 

Embora aponte empate técnico dentro da margem de erro, esta é a primeira sondagem que mostra Rafael Fonteles na frente do ex-prefeito de Teresina levando em conta apenas os eleitores da capital. Os números apontam uma tendência de crescimento do candidato de Lula e Wellington Dias, enquanto Silvio, que irá representar o grupo de Ciro Nogueira e Bolsonaro no estado, vem caindo em todas as sondagens feitas nos últimos meses. 

A pesquisa é divulgada uma semana depois que o presidente da Câmara Municipal de Teresina, Jeová Alencar (MDB), reuniu a grande maioria dos vereadores da capital para declarar apoio a Rafael Fonteles. Tal movimento deverá provocar um crescimento ainda mais intenso para o candidato do PT em Teresina. 

Renovação política

A pesquisa também questionou os eleitores sobre quais dos pré-candidatos representam uma renovação política no estado. Para 35,6% dos entrevistados, o pré-candidato Rafael Fonteles é quem mais representa renovação no cenário político atual. Em segundo lugar vem Silvio Mendes com 8,05%. Iracema Portela vem em terceiro com 6,05%, Ciro Nogueira 5,95%, Gessy Fonseca 4% e Washington Bonfim pontua com 1%. Não sabe tem 28,4%; nenhum 10,95%. 

Wellington Dias tem mais da metade das intenções de voto para Senado

O governador Wellington Dias segue firme liderando as intenções de voto para o Senado. Na pesquisa Estimativa, ele alcança 50,95% das intenções de voto para o senado em 2022. O segundo lugar é de Kleber Montezuma com 10,15%. Joel Rodrigues vem em terceiro com 8,05%. Nenhum/ninguém tem 17,55%; não sabe 9,95% e nulo ou branco tem 3,35%. 

A pesquisa do Instituto Estimativa foi realizada entre os dias 26 e 30 de janeiro e ouviu 2.000 eleitores nas 12 regiões de desenvolvimento do estado. Ela está registrada junto a justiça eleitoral com o número PI-00180/2022.

O senador Marcelo Castro (MDB), afirmou que a viabilidade para formação de uma terceira via ao Governo do Piauí é pouco provável, visto que grande parte das lideranças políticas já definiram seus lados e posições para as eleições deste ano.

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O parlamentar destacou que o candidato ao uma via alternativa não teria apoio de nenhum senador, deputado federal, estadual e prefeitos, dessa forma esse novo caminho seria inviável.

“Possibilidade sempre tem, não existe a palavra impossível em política. Eu acho de uma viabilidade muito difícil, porque nessas alturas está comprometido e já assumiu sua posição, quem nessas alturas poderia sair como candidato a governador? Um candidato a governador que não teria o apoio de nenhum senador, deputado federal, estadual, e praticamente de nenhum prefeito, como essa candidatura seria?”, questiona o parlamentar.

Marcelo Castro citou como exemplo a candidatura do senador Elmano Férrer em 2018 ao Palácio de Karnak, na qual o parlamentar se candidatou sem nenhum apoio político e acabou perdendo a eleição.

“Nós vimos um exemplo do Elmano Férrer, que foi prefeito em Teresina, maior cidade do Estado, a capita, e agora é senador da República, um nome de impacto estadual. Ele chegou aos dois maiores cargos, tirando o governador, que um político pode alcançar, ele é um político de estatura estadual. Elmano foi candidato a governador em 2018, sem o apoio de nenhum deputado federal, estadual, senador e prefeito, o resultado foi 20 mil votos para governador”, destacou o senador.

Para o senador candidatos com popularidade e apelo social forte no Estado poderiam até concretizar uma vitória sem apoio político, contudo no cenário atual o senador avalia que essa situação seria rara.

“As vezes a pessoa tem um apelo popular tão forte, como o Alberto Silva e o Petrônio Portella, nomes tão impactantes que se candidatam sem apoio de nenhum político, mas tem um nome tão impactante que é candidato e se torna viável mesmo sem o apoio dos políticos. Isso é uma coisa raríssimas de acontece no mundo, nós não temos essa figura tão impactante no Piauí. Eu não consigo imaginar qual o piauiense que nós teríamos que fosse candidato sem apoio de nenhum político, praticamente, e conseguisse viabilizar uma candidatura e concorrer com chance de vitória. Eu posso estar errado, ninguém é dono da verdade, mas na minha experiência de 40 anos de vida pública que eu comecei em 1982, nesse período eu fui candidato, mas sou político a vida inteira, nasci dentro da política, meu pai foi quatro vezes vereador da nossa cidade, foi prefeito e deputado estadual quatro vezes”, destacou o parlamentar.

Marcelo Castro ressaltou que uma terceira via no Piauí com chance de eleição para governador ou ainda senador seria improvável, mas não impossível.

"Eu sempre vivi dentro da política, então o que eu vejo é uma dificuldade, nas experiências que eu tenho é muitíssimo improvável que se constituísse uma terceira via no Piauí com chance de eleger um candidato a governador ou um candidato a senador, não direi impossível, é improvável. Se eu for mais enfático direi que é improbabilíssima”, declara Marcelo Castro.

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (16) projeto que muda regras sobre o trabalho de gestantes durante a pandemia, prevendo sua volta ao presencial após imunização. A proposta será enviada à sanção presidencial.

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O Plenário rejeitou emenda do Senado ao Projeto de Lei 2058/21, de autoria do deputado Tiago Dimas (Solidariedade-TO), que muda a Lei 14.151/21. Essa lei garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus.

De acordo com o substitutivo aprovado, da deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF), esse afastamento será garantido apenas se a gestante não tenha ainda sido totalmente imunizada. Hoje, não há esse critério.

Exceto se o empregador optar por manter a trabalhadora em teletrabalho com a remuneração integral, a empregada gestante deverá retornar à atividade presencial nas hipóteses de:

- encerramento do estado de emergência;

- após sua vacinação, a partir do dia em que o Ministério da Saúde considerar completa a imunização;

- se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, com termo de responsabilidade; ou

- se houver aborto espontâneo com recebimento da salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Para a relatora, deputada Paula Belmonte, o texto garante o afastamento enquanto não há a proteção da imunização e também resolve o problema do setor produtivo. “Quando falamos do empresário, não é o grande, e sim o pequeno, o microempresário que não tem condições de fazer esse pagamento. Várias mulheres querem retornar ao trabalho, pois muitas vezes elas têm uma perda salarial”, lembrou.

“Temos de corrigir esse equívocos, preservar a saúde em virtude da vacinação e manter a renda das mulheres”, disse o autor, deputado Tiago Dimas, destacando dados de desemprego das mulheres.

Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) criticou o projeto, juntamente com outras parlamentares de oposição que tentaram obstruir a votação nesta quarta-feira. “Em vez de defender as mulheres, é um projeto misógino, contra as mulheres. Nem aquelas com comorbidades estarão protegidas”, afirmou.

Termo
Se optar por não se vacinar, a gestante deverá assinar termo de responsabilidade e de livre consentimento para o exercício do trabalho presencial, comprometendo-se a cumprir as medidas preventivas adotadas pelo empregador.

O texto considera que a opção por não se vacinar é uma “expressão do direito fundamental da liberdade de autodeterminação individual” e não poderá ser imposto à trabalhadora qualquer restrição de direitos em razão disso.

Comorbidades
A emenda do Senado rejeitada pelo Plenário da Câmara acabava com a possibilidade de assinatura desse termo, garantia a continuidade do trabalho remoto à gestante com comorbidades e condicionava o retorno após a imunização ao atendimento de condições e critérios definidos pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, inclusive para as lactantes.

Gravidez de risco
De acordo com o texto que irá à sanção, caso as atividades presenciais da trabalhadora não possam ser exercidas por meio de teletrabalho ou outra forma de trabalho a distância, mesmo com a alteração de suas funções e respeitadas suas competências e condições pessoais, a situação será considerada como gravidez de risco até ela completar a imunização, quando deverá retornar ao trabalho presencial.

Esse período será considerado como gravidez de risco e ela receberá o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. Entretanto, não poderá haver pagamento retroativo à data de publicação da futura lei.

Antes do parto, a gestante continuará a ter de retornar ao trabalho presencial nas hipóteses listadas no projeto (imunização, por exemplo), quando o empregador não optar por manter as atividades remotas.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação