A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu aos ex-auxiliares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os tenentes-coronéis Mauro Cid e Jean Lawand Jr., o direito de não responder às perguntas da CPMI dos Atos Golpistas. Porém, eles devem comparecer à comissão acompanhados de advogados.
Mauro Cid está preso desde 3 de maio por supostamente falsificar atestados de vacinação da família e do ex-presidente entre 2021 e 2022. Ele tentou se livrar da convocação da CPMI, mas a ministra negou seu pedido.
Ela afirmou que o "comparecimento para prestar esclarecimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito não representa mera liberalidade do convocado, mas obrigação imposta a todo cidadão".
Jean Lawand Jr. é apontado como um dos militares que incentivou Bolsonaro a tentar um golpe de Estado após perder as eleições para Lula (PT). Ele está marcado para depor na terça-feira (27), às 9h. Ele também pediu ao STF para ficar em silêncio na oitiva, mas a CPMI pediu que o pedido fosse rejeitado.
Fonte: Redação@Manchetene
