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Está bem pavimentada a filiação de Sérgio Moro ao União Brasil para concorrer à Presidência da República. Para isso terá que deixar o Podemos e reavaliar estratégias. O aval foi dado pelo seu partido após encontro com Luciano Bivar (ainda PSL) na última sexta-feira (21) em São Paulo. 

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O acerto entre as lideranças nacionais é de que o Podemos deverá indicar o vice de Sérgio Moro, neste caso o nome seria o da Deputada Renata Abreu, que é a Presidente do partido. Além de maior tempo de propaganda no rádio e TV, o ex-juiz terá como vantagem no União Brasil um fundo eleitoral em torno de R$ 1 bilhão para bancar a campanha. Se permanecer na sigla atual teria R$ 250 milhões.

Mas, como ficam as negociações nos Estados? No Piauí essa possibilidade ainda não foi tratada com o grupo do ex-Senador João Vicente Claudino, que aguarda a vinda de Sérgio Moro a Teresina no próximo dia 10 de fevereiro para filiar-se ao Podemos. Para o publicitário Fábio Sérvio há muitas especulações, mas o projeto é manter o projeto de candidatura a Presidência do Brasil com apoio do grupo de JVC no estado. 

"Não está decidido nada. Foram feitas colocações que precisam ser reestudadas. Tratativas continuam, mas a prioridade é manter o Moro no Podemos. Há muita especulação na imprensa, mas não tem nenhuma definição.

No Piauí, por exemplo, o União Brasil ainda tem indefinição de quem fica no comando, se o Luiz André ou Heráclito Fortes. Além disso, está sendo tratado com outros partidos para virem para coligação. Sérgio Moro, pelo potencial de votos que tem, é maior que qualquer partido e nós aqui vamos manter o projeto no Podemos", afirmou Fábio Sérvio, que deve assumir a Presidência do partido no estado. 

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