Nessa quinta-feira, 20, a Polícia Civil efetuou a prisão de R.P. da S., de 46 anos, em Teresina, por crime de violência doméstica.
A prisão ocorreu em uma festa na Vila Jerusalém, zona sul da capital, cujo organizador era o próprio suspeito. Conforme o diretor da DEOP, delegado Tales Gomes, o investigado estava foragido.
O suspeito possuía mandado de prisão preventiva por violência doméstica e não era encontrado em nenhum dos seus endereços, mas, na data de ontem, conseguimos localizá-lo”.
A ação foi realizada pela Diretoria Especializada em Operações Policiais – DEOP com o apoio do BEPI da PMPI, e decorre de uma solicitação da Diretoria de Proteção a Mulheres e Grupos Vulneráveis da Polícia Civil.
Uma parte do etanol hidratado que vazou após uma carreta tombar e pegar fogo na BR-316, em Picos, no Sul do Piauí, no último domigo, 16, contaminou o solo do local. De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Uma parte do etanol hidratado que vazou após uma carreta tombar e pegar fogo na BR-316, em Picos, no Sul do Piauí, contaminou o solo do local. De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), uma área de aproximadamente mil metros quadrados foi afetada.
O acidente ocorreu no último domingo (16), na altura da Ladeira de Fátima. O condutor do veículo de carga, Adomárcio Xavier Pereira, de 40 anos, natural da Bahia, morreu no local.
“Foi um derramamento parcial. O transporte era de 60 mil litros de etanol, mas, durante o acidente, apenas parte dele infiltrou no solo. Acredito que cerca de 20 mil litros foram queimados ou absorvidos pelo solo. Atualmente, temos uma área de aproximadamente mil metros quadrados contaminados”, explicou Renato Nogueira, auditor fiscal ambiental da Semarh.
Segundo Nogueira, a carreta permanece no local e ainda armazena cerca de 40 mil litros do produto nos dois tanques remanescentes. Ele destaca que a prioridade no momento é a remoção segura do etanol, um processo dificultado pelas condições de acesso ao local do acidente.
“É necessário fazer o transbordo do etanol que ainda está lá, remover os tanques de combustível e a estrutura do caminhão. O grande problema é o acesso, pois o veículo caiu em um barranco de aproximadamente 20 metros em relação à BR-316. O acesso está sendo construído pela parte inferior da serra, onde o terreno é não pavimentado e precisará suportar a movimentação de veículos pesados. Ainda não sabemos como serão as próximas chuvas, então não há previsão para a conclusão dessa ocorrência”, ressaltou.
Somente após a retirada do produto e da estrutura do caminhão, será decidido se o solo contaminado precisará ser removido. “É um solo de difícil acesso, com muitas rochas, o que complica a remoção. Ainda estamos analisando a viabilidade dessa retirada, pois, em alguns casos, pode ser menos impactante permitir a remediação natural”, explicou Nogueira.
Ele também alertou sobre os riscos de novos incêndios e orientou a população a evitar a área. “Esse produto é inflamável e apresenta risco de explosão. Ele pode causar irritação no sistema respiratório, afetar o fígado e provocar náuseas em quem se aproxima sem os devidos cuidados. A área está sob vigilância 24 horas, e não há riscos imediatos desde que não haja perturbações externas. Pedimos à população que não pare na rodovia para tirar fotos, pois é um local perigoso, com intenso tráfego de caminhões pesados”, alertou.
A Semarh informou que não há recursos hídricos próximos ao local do acidente e que o povoado mais próximo, situado a 700 metros, não corre risco de contaminação.
Uma empresa especializada em emergências ambientais foi contratada para realizar a limpeza e recuperação da área afetada. Após a conclusão dos trabalhos, a Semarh fará uma avaliação final para determinar a extensão dos danos e aplicar as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação ambiental vigente.
A investigação das causas do acidente está a cargo da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
), uma área de aproximadamente mil metros quadrados foi afetada.
O acidente ocorreu na altura da Ladeira de Fátima. O condutor do veículo de carga, Adomárcio Xavier Pereira, de 40 anos, natural da Bahia, morreu no local.
“Foi um derramamento parcial. O transporte era de 60 mil litros de etanol, mas, durante o acidente, apenas parte dele infiltrou no solo. Acredito que cerca de 20 mil litros foram queimados ou absorvidos pelo solo. Atualmente, temos uma área de aproximadamente mil metros quadrados contaminados”, explicou Renato Nogueira, auditor fiscal ambiental da Semarh.
Segundo Nogueira, a carreta permanece no local e ainda armazena cerca de 40 mil litros do produto nos dois tanques remanescentes. Ele destaca que a prioridade no momento é a remoção segura do etanol, um processo dificultado pelas condições de acesso ao local do acidente.
“É necessário fazer o transbordo do etanol que ainda está lá, remover os tanques de combustível e a estrutura do caminhão. O grande problema é o acesso, pois o veículo caiu em um barranco de aproximadamente 20 metros em relação à BR-316. O acesso está sendo construído pela parte inferior da serra, onde o terreno é não pavimentado e precisará suportar a movimentação de veículos pesados. Ainda não sabemos como serão as próximas chuvas, então não há previsão para a conclusão dessa ocorrência”, ressaltou.
Somente após a retirada do produto e da estrutura do caminhão, será decidido se o solo contaminado precisará ser removido. “É um solo de difícil acesso, com muitas rochas, o que complica a remoção. Ainda estamos analisando a viabilidade dessa retirada, pois, em alguns casos, pode ser menos impactante permitir a remediação natural”, explicou Nogueira.
Ele também alertou sobre os riscos de novos incêndios e orientou a população a evitar a área. “Esse produto é inflamável e apresenta risco de explosão. Ele pode causar irritação no sistema respiratório, afetar o fígado e provocar náuseas em quem se aproxima sem os devidos cuidados. A área está sob vigilância 24 horas, e não há riscos imediatos desde que não haja perturbações externas. Pedimos à população que não pare na rodovia para tirar fotos, pois é um local perigoso, com intenso tráfego de caminhões pesados”, alertou.
A Semarh informou que não há recursos hídricos próximos ao local do acidente e que o povoado mais próximo, situado a 700 metros, não corre risco de contaminação.
Uma empresa especializada em emergências ambientais foi contratada para realizar a limpeza e recuperação da área afetada. Após a conclusão dos trabalhos, a Semarh fará uma avaliação final para determinar a extensão dos danos e aplicar as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação ambiental vigente.
A investigação das causas do acidente está a cargo da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Uma briga entre dois homens foi registrada na feira livre de Picos, no centro da cidade, na manhã desta quinta-feira, 20. O incidente teve início nas proximidades da Igreja Catedral de Nossa Senhora dos Remédios e seguiu até o pátio da feira.
A briga, que começou com os dois homens discutindo nas imediações do templo religioso, rapidamente se intensificou. Testemunhas informaram que ambos caíram no chão e continuaram se agredindo, em meio ao trânsito de pessoas. Um dos envolvidos, em determinado momento, correu e retornou à briga portando um pedaço de madeira, com o qual passou a desferir golpes no outro homem, entre barracas da feira.
A confusão foi interrompida minutos depois, quando um dos homens foi visto com um ferimento na cabeça, que estava sangrando. Até o momento, não há informações sobre o que teria motivado a briga, e a identidade dos envolvidos também não foi divulgada.
Na tarde dessa quarta-feira, 19, a forte chuva que atingiu Teresina, causou transtornos em diversos pontos da cidade.
No bairro Itararé, na zona Sudeste, um vídeo registrou a entrada da Escola Municipal Lunalva Costa completamente alagada. Funcionários da unidade tentaram remover um carro que ficou preso na frente do local, enquanto alunos ficaram ilhados até as 18h, impedidos de sair devido ao acúmulo de água.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) informou que todas as crianças e funcionários conseguiram retornar para casa após o escoamento da água.
A pasta explicou que o alagamento foi causado por uma obra de infraestrutura que incluiu a construção de um muro de contenção de concreto para o metrô, interferindo no sistema de drenagem da região e prejudicando o escoamento da água.
A Semec destacou que já acionou a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Sudeste para buscar soluções rápidas e efetivas, especialmente para a desobstrução das galerias ao redor da escola, a fim de evitar novos transtornos.
Confira nota na íntegra:
Nota
A Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) informa que, devido a uma obra de infraestrutura em realização pelo Governo do Estado do Piauí, na qual foi construído um muro de contenção de concreto para o metrô, houve uma interferência no sistema de drenagem das águas pluviais da região. Como consequência, o escoamento da água foi prejudicado, resultando em alagamentos no entorno da Escola Municipal Lunalva Costa, na zona sudeste.
Na tarde de hoje, as crianças que estavam no local ficaram temporariamente ilhadas até as 18h, com a água impedindo o fluxo de saída. Mas que todas estão bem e após o escoamento das águas seguiram para suas casas.
A SEMEC já entrou em contato com a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Sudeste, buscando soluções rápidas e efetivas para o problema, especialmente no que diz respeito à desobstrução das galerias nas áreas ao redor da escola, a fim de evitar novos transtornos.
A segurança e o bem-estar de nossos alunos são prioridades para a SEMEC, e estamos trabalhando de forma integrada com as autoridades competentes para garantir que situações como esta não se repitam.