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Um promotor de Justiça, três delegados de polícia e um escrivão foram para o Estado de Minas Gerais interrogar um preso suspeito de ter participado no assassinato do jornalista e blogueiro Décio Sá.


O superintendente de Polícia Civil da capital, Sebastião Uchôa, informou que se for comprovada o envolvimento do suspeito na morte do jornalista, a polícia do Maranhão vai pedir a prisão preventiva e a autorização para a remoção do suspeito para São Luís.



Imirante.com

Mais um caso de estupro a menor de idade foi informado pela DPCA (Delegacia de Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) por meio do delegado Joattan Gonçalves. Desta vez aconteceu no Conjunto Giovane Prado, no bairro Vale quem tem zona leste de Teresina.


Os nomes dos envolvidos não foram citados por conta das investigações, porém o delegado informou a uma reportagem local que um homem, já adulto, abusou de um menino de 5 anos de idade. "De acordo com o tio da criança, estava combinado do rapaz vigiar a casa enquanto ele (o tio) viajava, porém ele aproveitou um momento que estava só com a criança e a obrigou a fazer sexo oral" - comenta o delegado.


A prisão não pode ser realizada em flagrante por que o acusado conseguiu escapar. Porém, segundo o delegado, um relatório será entregue ao juiz para dar andamento ao caso. Ele não entra em maiores detalhes sobre o caso, mas garante que estão seguindo as pistas corretas para se chegar a um nome acusado.


É mais um caso envolvendo crianças em casos de abuso sexual. Em menos de dois meses, mais de dez foram registrados em todo o Estado.



180graus

O levantamento do Serviço de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Sexual (SAMVVIS) revela que até junho deste ano foram registrados 201 atendimentos no Piauí. Em 2011, foram 341 casos. Os números parecem altos se imaginarmos que, todos os dias, pelo menos uma mulher, seja ela criança, adulta ou já idosa, sofre violência sexual. A realidade é ainda mais assustadora quando consideramos que os dados oficiais não abrangem a quantidade de vítimas que deixam de buscar atendimento.

 

Eles também não revelam quantas delas são estupradas pelos próprios maridos ou namorados. Sim, exigir o ato sexual de uma mulher, mesmo que ela seja a companheira, também é considerado estupro.

 

Mais que um crime contra a mulher, o estupro comprova da forma mais brutal que o sexo feminino ainda é tratado pela nossa sociedade como objeto. Quando falamos de violência sexual, na verdade, estamos tratando da submissão da mulher em relação ao desejo do homem. Como se isso não bastasse, a vítima ainda é submetida aos mais diversos tipos de constrangimento, desde a denúncia na delegacia até a aplicação da pena para o acusado.

 

Um estudo realizado em Alagoas analisou 15 sentenças criminais decretadas por juízes e concluiu que as vítimas de estupro sofrem discriminação.

 

Segundo o levantamento, em 100% dos casos o magistrado fazia referência expressa ao comportamento da vítima na sentença. Dessa forma, mulheres consideradas “honestas” eram mais respeitadas e o crime era tido como muito mais brutal. É como se garotas de programa, por exemplo, provocassem a agressão e, portanto, o seu depoimento não merecesse credibilidade.

 

Esse sentimento de culpa, segundo a psicóloga Denisdéia Sotero, aflige as vítimas, fazendo-as permanecer em silêncio. “Geralmente ela tem medo de não ser compreendida, de ser desacreditada ou de ser acusada de agir de modo provocador e de ter estimulado o abuso, ou ainda de ser responsável pelo ato”, destaca a psicóloga.

 

Outro constrangimento imposto às vítimas durante o julgamento dos crimes de estupro é a obrigatoriedade delas comprovarem ter sofrido a agressão, geralmente com exame de conjunção carnal, exigido em 80% dos casos, sendo que em 60% das vezes ele não é suficiente para atestar a violência.

 

Por outro lado, o exame psicólogico só foi solicitado em 20% dos processos.

 

A pesquisa revelou ainda que, em 50% dos casos, os crimes de estupro são punidos com a pena mínima, de seis a nove anos de prisão, e que 73% das vítimas tinham alguma relação anterior com o agressor.

 

Marcha alerta que estupro não é culpa da mulher

No dia 29 de junho, as ruas de Teresina vão receber a I Marcha das Vadias, que levanta o debate contra a discriminação da mulher e a culpabilização das vítimas pelo estupro, entre outros temas.

 

A mobilização das mulheres começou no Canadá, em 2011, após um policial afirmar que elas deveriam parar de se vestir como vadias para não serem estupradas.


Meio norte

 A reunião do grupo de partidos que vem sendo liderado pelo PTB, que tem o prefeito Joel Rodrigues como líder maior,  não terminou ainda, mas uma novidade foi anunciada.
 


As irmãs Elda Bucar que está como membro da executiva estadual do PMN e a suplente de deputada Elza Bucar (PDT) acabaram de se aliarem ao grupo petebista e prefeito florianense.
 


Elas  continuam na reunião que está se realizando no clube de lazer do Armazém Paraíba, no centro de Floriano-PI.  Todos os presentes na citada reunião aguardam que o prefeito Joel (PTB) anuncie o nome que estará compondo a chapa com vice-prefeito Oscar Procópio que está como pré-candidato nas eleições que estarão se realizando em outubro.
 
 
 
Da redação