Para ampliar a oferta de educação inclusiva, segura e de alta qualidade, a Prefeitura de Barão de Grajaú, segue ampliando investimentos no município e priorizando eixos para humanização. Prova dessa nova realidade, no último sábado, 27, a prefeita Claudimê, reinaugurou a tradicional Unidade Integrada Domingos Machado, ao lado dos alunos, de todo o corpo docentes e toda a população baronense, que fez questão de comparecer ao grande evento.
“Não foi apenas uma reforma, reconstruímos nossa tradicional U. I. Domingos Machado. Com as alterações que foram feitas, devolvemos a dignidade aos nossos alunos, entregamos uma biblioteca, uma sala de A. E. E. e um auditório com capacidade para até 300 pessoas. Aproveitamos para lançar nossa Fanfarra Municipal e premiar nosso aluno destaque na OBEMEP”, ressaltou a gestora do município.
A educação é uma das áreas mais essenciais para o desenvolvimento de uma sociedade e é ela a responsável pelo desenvolvimento de uma cidade, de um estado, de um país e, principalmente, de cada indivíduo.
“Eu tinha um sonho, de um dia, transformar a educação do nosso município. A nossa escola Domingos Machado, uma escola de 1958. Uma escola referência para muitas pessoas aqui de Barão de Grajaú. Reformamos a nossa quadra, implantamos a nossa biblioteca, que há muito tempo não existia mais. É o seu filho indo para uma escola digna (…) Para todos, essa realidade está sendo um sonho. Quem investe na educação, investe no futuro de uma nação”, discursou a prefeita.
Terminam nesta quarta-feira (31) as inscrições para o programa Mais Médicos, com prioridade para profissionais brasileiros formados no país. O edital com 5.970 vagas distribuídas em 1.994 municípios foi divulgado na última segunda-feira (22).
Também podem participar da seleção brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS) em vagas não ocupadas por médicos com registro no país.
Para se inscrever, basta acessar o Sistema de Gerenciamento de Programas por meio do endereço eletrônico do Mais Médicos. Após a validação da inscrição, de 1º a 5 de junho, os candidatos poderão indicar até dois locais de atuação de sua preferência.
Na alocação dos profissionais, serão considerados critérios relacionados à titulação, formação e experiência prévia no projeto. Para desempate, terão prioridade candidatos de residência mais próxima do local de atuação no Mais Médicos, com maior tempo de formado e de maior idade.
A previsão, segundo a pasta, é de que os profissionais comecem a atuar nos municípios no fim de junho.
O valor previsto no edital da bolsa-formação é de R$ 12,3 mil ao mês, pelo prazo de 48 meses, prorrogáveis por igual período. Todos os participantes poderão receber incentivos pela permanência no programa, sendo que os que forem alocados em regiões de extrema pobreza e vulnerabilidade, de acordo com a oferta do edital, recebem um percentual maior. Balanço
Segundo o ministério, atualmente mais de 8 mil médicos atuam no programa e o edital aberto agora é para recompor vagas ociosas dos últimos quatro anos, além de mil vagas inéditas para a Amazônia Legal.
Cerca de 45% das vagas estão em regiões de vulnerabilidade social e historicamente com dificuldade de provimento de profissionais. Em 2023, 117 médicos foram convocados para atuar em distritos sanitários indígenas, inclusive no território yanomami, em situação de emergência sanitária.
“A expectativa do governo federal é chegar até o fim do ano com 28 mil profissionais do Mais Médicos atendendo em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza. Com isso, mais de 96 milhões de brasileiros terão a garantia de atendimento médico na atenção primária, porta de entrada do SUS”, informa o ministério.
A comunidade acadêmica do curso de Licenciatura em Química, campus Prof. Antônio Giovanni Alves de Sousa, em Piripiri, promovem projeto de extensão “Meninas na ciência“.
A ação surge como uma ferramenta que inclui metodologias e indicadores do interesse e participação de mulheres na ciência, a fim de viabilizar a aquisição de informações e dados mais precisos sobre o assunto, com aspectos regional e nacional. Quanto aos licenciados participantes do projeto, busca-se viabilizar suas formações induzindo o aperfeiçoamento da formação prática, com a imersão do licenciando nas escolas de educação básica, o que lhes possibilitará a aquisição de conhecimentos, à medida que se envolvem nas práticas profissionais.
O professor orientador do projeto, Leonel Oliveira, explica que, inicialmente, a ideia partiu de alunas do curso de Licenciatura em Química e, a partir disso, o projeto foi escrito por ele. Além disso, afirma que as ações estão sendo desenvolvidas em escolas da rede pública dos municípios de Piripiri (SEDE), Piracuruca, Brasileira e Pedro II e que o projeto foi aprovado em primeiro lugar no EDITAL PREX/PIBEU Nº 031/2022 na área.
“Dentre as atividades propostas estão as divulgações científicas produzidas por mulheres pesquisadoras, por meio de palestras, com temas como a História da ciência e a participação das Mulheres na Ciência e contribuições das Mulheres cientistas. Nosso foco é estimular o interesse de alunas da Educação Básica pelas ciências exatas e tecnologias de forma a incentivar a busca por profissões e carreiras científicas entre meninas e mulheres, atenuando a desigualdade de gênero em profissões na área”, explica o professor.
O docente informa que para incentivar jovens e mulheres para a Ciência e aproximar a comunidade com a Universidade, vai ocorrer, em um segundo momento, onde terá a visita de alunas nos laboratórios de química e física dentro do campus da UESPI, com o desenvolvimento de atividades experimentais, com o intuito de correlacionar a teoria a prática.
O projeto extensionista conta com a participação de uma bolsista e três alunas voluntárias. Uma delas é a Adryha Maria Fortes. Ela conta que esse projeto é algo almejado por ela desde seu início na graduação e, que por conta da pandemia, teve que ser adiado, mas, que agora, seu grupo de colegas acadêmicas contribuem na organização de todas as ações.
“Nosso grupo faz levantamento bibliográfico, escolhe as cientistas e fazemos palestras nas escolas. Nosso principal objetivo é a divulgação científica de mulheres na área de Ciências Exatas com intuito de incentivarmos as meninas a entrarem nesses cursos. Está sendo um projeto maravilhoso para todos nós, a experiência de poder incentivar jovens a Ciência é gratificante e percebemos que as alunas gostam bastante e se mostram interessadas”.
Como último momento, os envolvidos na organização, planejam desenvolver um evento e convidar mulheres palestrantes para mostrarem como a Ciência é feita na pratica. Além disso, buscam realizar um projeto de intervenção pedagógica que contemplem o desenvolvimento de metodologias inovadoras.
Dezenas de pessoas, algumas quem tem familiares autistas, participaram de uma palestra nessa sexta, em Floriano. A Dra. Patrícia Braga estava como palestrante e, por cerca de uma hora, ela fez explanações sobre fatores importantes que envolvem essa classe pessoas.
O autismo, conforme estudos, é um problema psiquiátrico que costuma ser identificado entre 1 ano e meio e 3 anos, embora os sinais iniciais às vezes apareçam já nos primeiros meses de vida. Veja as imagens do evento e uma entrevista com a palestrante.