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A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através do seu Coordenadoria de Relações Internacionais (CRI), divulga duas importantes oportunidades para estudantes que desejam ampliar sua formação acadêmica no exterior: o programa de Mestrado na Yenching Academy, na China, e as inscrições para graduação e pós-graduação em universidades francesas, ciclo 2026-2027.

frança

Mestrado na Yenching Academy (China) O programa é oferecido pela Universidade de Pequim, por meio da Yenching Academy, e tem caráter interdisciplinar, com áreas que incluem literatura, cultura, história, filosofia, direito, economia, gestão, política e relações internacionais. Além das disciplinas, o curso contempla aulas obrigatórias de mandarim, viagens de estudo e pesquisas sobre a China e suas relações globais.

Benefícios oferecidos pela bolsa:

Passagens aéreas de ida e volta a Pequim; Auxílio mensal para despesas na China; Apoio para pesquisas de campo; Cobertura da anuidade e seguro saúde; Moradia nos dormitórios da Universidade de Pequim. Inscrições: até 1º de dezembro de 2025. Podem se candidatar graduados em qualquer área ou estudantes que concluam a graduação até agosto de 2026, com comprovado desempenho acadêmico, interesse em estudos interdisciplinares sobre a China e potencial de liderança.

Mais informações: Yenching Academy

Graduação e Pós-Graduação na França (2026-2027) O programa Études en France está com inscrições abertas a partir de 1º de outubro, voltado para brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil interessados em cursar:

Graduação (Licence): 1º, 2º ou 3º ano; Pós-Graduação (Master): 1º ou 2º ano; Arquitetura nas Escolas Nacionais Superiores de Arquitetura; Bachelor Universitaire de Technologie (nível tecnólogo); Réseau Polytech (terceiro ano da graduação ou ciclo preparatório). Prazos de candidatura:

Até 14 de dezembro de 2025: 1º ano da graduação (DAP Blanc) e Arquitetura (DAP Jaune); Até 18 de janeiro de 2026: demais cursos (graduação a partir do 2º ano e mestrado). Após o envio, os dossiês passam por análise e, em seguida, entrevistas presenciais previstas até 6 de março de 2026.

Mais informações: Campus France Brasil

Uespi

Acadêmicos de Direito dos blocos IV e V do campus Dra. Josefina Demes, em Floriano, participaram de uma visita técnica à Penitenciária de Vereda Grande, na última terça-feira. A atividade foi conduzida pela professora Jackeline Cardoso, com o objetivo de aproximar a teoria discutida em sala de aula da prática vivenciada no ambiente prisional.

visitavereda

Durante a visita, os estudantes puderam compreender de perto o funcionamento do sistema carcerário, desde a entrada do indivíduo até o cumprimento da pena. A experiência contribui para preparar os futuros profissionais para atuar em diferentes áreas do Direito.

“Nossos acadêmicos serão futuros operadores do Direito, seja como advogados, assessores, promotores, defensores ou magistrados. Vivenciar momentos como esse torna a formação mais completa, associando teoria e prática pautadas nos temas trabalhados em aula. A experiência prática mostra que a aprendizagem é dinâmica e está viva, não se restringindo às paredes da sala de aula”, destacou a professora Jackeline.

Segundo ela, atividades de campo como essa permitem dialogar diretamente com os conteúdos das disciplinas, desenvolvendo nos alunos a capacidade de compreender os direitos presentes no sistema prisional.

“O conhecimento da realidade carcerária guiará a atuação profissional dos nossos acadêmicos. A visita mostrou que o preso tem sua liberdade restringida, mas seus direitos e sua dignidade devem ser preservados.”

A estudante do quinto período de Direito, Maria Izadora, ressaltou que a visita foi fundamental para reforçar os debates já realizados em sala e para sua preparação profissional.

“Foi uma experiência esclarecedora e muito gratificante ver a Lei de Execução Penal aplicada na prática. Isso me deu mais confiança em perceber que o que aprendemos diariamente em sala de aula não é em vão. Como futura profissional do Direito, acredito que seja também um incentivo a respeitar os policiais que atuam no sistema e a exercer meu trabalho com dignidade e dedicação” afirmou a estudante.

O aprendizado também marcou a aluna Dinizia Araújo, do bloco IV, que destacou a relevância da vivência para compreender a dinâmica do sistema penitenciário.

“Considero ter sido uma experiência muito significativa para entender, na prática, o funcionamento do sistema prisional. Durante a visita, pudemos observar de perto a rotina da penitenciária e acompanhar atividades voltadas para a remição de penas” , completou a acadêmica.

Uespi

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) realizou, na manhã da segunda-feira (29), o evento “PET-Saúde Equidade em Debate: atenção à pessoa com deficiência”, no Auditório Afonso Sena, do Centro de Ciências da Natureza (CCN), em Teresina. A atividade reuniu estudantes, profissionais de saúde, docentes da UFPI e pessoas interessadas na temática, promovendo mesas-redondas voltadas à discussão dos principais desafios enfrentados pela população com deficiência e à proposição de soluções para ampliar a acessibilidade e a inclusão no campo da saúde.

equidade

A mesa de abertura contou com a presença da presidente da Fundação Municipal de Saúde, Leopoldina Cipriano; da coordenadora de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), Daniele Reis Monteiro; da professora do curso de Farmácia e tutora do PET-Saúde Equidade, Hilris Rocha; da coordenadora de Saúde, Esporte e Bem-Estar (COSEB/PRAEC), Mara Jordana; da professora Lucia da Silva Vilarindo, do Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP/UFPI); e do presidente da Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina (ASCAMTE), Osvaldo de Carvalho Santos.

Representando a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (PRAEC), a coordenadora da COSEB, Mara Jordana Magalhães, destacou a relevância de projetos de promoção da equidade e da inclusão na UFPI, ressaltando o papel da articulação com instituições parceiras externas. “Nós estamos sempre em busca de fomentar e apoiar essas discussões, agora de uma forma ainda maior, envolvendo toda a Universidade, o Estado e o município. Isso enriquece o debate e mostra que ninguém consegue realizar nada sozinho; é preciso trabalhar de forma multidisciplinar e interprofissional”, afirmou.

O tutor do PET-Saúde Equidade, professor Otacílio Batista de Souza Neto, ressaltou que o projeto busca sensibilizar futuros profissionais da saúde para as demandas das pessoas com deficiência, estimulando uma formação mais humanizada. “É importantíssimo, porque as graduações na área da saúde ainda são muito técnicas. Há dificuldade em sensibilizar os nossos alunos para questões humanas que ultrapassam os conhecimentos específicos da formação”, observou.

O PET-Saúde Equidade é um projeto de extensão que conta com 10 tutores da UFPI, 10 preceptores da SESAPI e a participação de 40 estudantes de graduação. Por meio de grupos de aprendizagem tutorial, alunos do Centro de Ciências da Saúde (CCS) desenvolvem práticas voltadas à promoção da equidade no exercício profissional. A iniciativa integra a 11ª edição do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), do Governo Federal, que neste ano aborda a equidade nos serviços de saúde, sobretudo no Sistema Único de Saúde (SUS), considerando diferenças de gênero, raça, etnia, identidade de gênero, sexualidade, deficiência e condições de vida.

Em sua fala, a presidente da Fundação Municipal de Saúde, Leopoldina Cipriano, reforçou o compromisso dos profissionais da saúde com o bem-estar da população. “Falar de inclusão, da pessoa com deficiência, de vida, é falar de saúde, de políticas, de equidade. É fundamental que nós, profissionais, reconheçamos nossa responsabilidade na melhoria da qualidade de vida. Por isso, é tão importante a participação da academia, especialmente dos alunos que estão aqui”, destacou.

O presidente da ASCAMTE, Osvaldo de Carvalho Santos, ressaltou que o PET-Saúde contribui diretamente para a construção de um atendimento mais humanizado. “Antes, havia um grande paradigma quando uma pessoa com deficiência buscava atendimento médico. Muitos alunos concluíam a graduação sem saber como atender esse público. Esse programa garante que eles saiam preparados para nos atender com qualidade”, afirmou.

Também participaram do evento o coordenador do Núcleo de Acessibilidade da UFPI, professor Fábio Passos; a conselheira municipal da Pessoa com Deficiência, Clara Linda Alencar; e a assessora técnica da Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência do Piauí (SEID), Camila Hannah Morais.

Ufpi