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A Universidade Estadual do Piauí, através da Pró-reitoria de Ensino e Graduação, divulga o Edital da Lista de Espera para preenchimento das vagas remanescentes, após o encerramento da chamada Regular no Sistema de Seleção Unificada – SiSU, referente a primeira edição de 2020 ou que eventualmente vierem a surgir durante o ano letivo 2020.

Para estar na Lista de Espera o candidato deve, obrigatoriamente, ter confirmado no SISU manifestação de interesse na vaga, durante o período de 29 de janeiro de 2020 até o dia 04 de fevereiro de 2020. A manifestação assegura o candidato na lista de espera, mas não garante a vaga no curso pretendido. A UESPI ressalta que não é necessário o candidato comparecer a instituição para demonstrar interesse na Lista.

Serão convocados, por meio de edital a ser lançado posteriormente no site da UESPI, para a matrícula institucional, candidatos igual o número de vagas remanescentes na instituição. A primeira convocação está prevista para esta sexta-feira (14). As matrículas institucionais para os convocados serão realizadas nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro.

Confira:

Edital Lista de Espera SiSU 2020

Lista_Espera_Bom Jesus

Lista_Espera_Campo Maior

Lista_Espera_Corrente

Lista_Espera_Floriano

Lista_Espera_Oeiras

Lista_Espera_Parnaiba

Lista_Espera_Picos

Lista_Espera_Piripiri

Lista_Espera_São Raimundo

Lista_Espera_Teresina-Clovis Moura

Lista_Espera_Teresina-Piraja

Lista_Espera_Urucui

Uespi

A Universidade Federal do Piauí (UFPI), por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG), torna público classificação geral da Lista de Espera, para preenchimento das vagas remanescentes, após o encerramento da chamada prevista no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), referente à primeira edição de 2020.1.

A convocação para a próxima chamada sairá, conforme o cronograma já divulgado, no dia 17 de fevereiro.

Confira.

 

Ufpi

Com o tema "Liderança, Gestão Escolar e Pegagógica: o desafio de fazer acontecer", Floriano será palco da IV Jornada Pedagógica. O evento movimenta anualmente todos os professores da Rede Municipal. "Este é o marco no planejamento de ações para o ano letivo. E temos muito trabalho a ser feito", disse Joab Curvina, secretário de Educação. 

O encontro começa na próxima segunda-feira, 17, no auditório da Universidade Federal do Piauí onde serão refletidos e discutidos o cronograma do primeiro semestre do ano letivo, bem como a tomada de decisões quanto às práticas pedagógicas praticadas no cotidiano escolar. Neste ano, o tema da palestra central será "O processo educativo associado às competências socioemocionais e cognitivas".

"Como gestores, precisamos ouvir nossos colaboradores da rede municipal de educação e a temática gira em torno da necessidade apontada pelos professores, no ano letivo anterior, justamente em consonância com as políticas públicas planejadas no campo pedagógico", lembrou Joab Curvina.

site pmf

A previsão é de que o modelo seja instaurado em 216 unidades nos próximos três anos

escolmilitarO modelo de escolas cívico-militares, proposto pelo governo federal e instaurado em algumas instituições como projeto-piloto, começou a ser posto em prática já no primeiro semestre de 2020. O plano da gestão federal é implementar, gradativamente, 216 escolas nesse modelo até 2023, logo, serão 54 unidades a cada ano, distribuídas em todas as unidades federativas e no Distrito Federal.

Ontem (11) o Ministério da Educação (MEC) começou a capacitar os profissionais que passarão atuar nas escolas militarizadas. Policiais e bombeiros militares irão frequentar quatro dias de treinamento para trabalhar na gestão das unidades designadas. Através do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, o MEC prevê a destinação de R$ 54 milhões para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição.

A pedagoga Miraildes Santos, atuante na área de educação básica há 28 anos, trabalha em uma instituição municipal com modelo militar desde julho de 2019 e fala sobre os impactos da mudança. “Foi notória quanto à disciplina dos alunos. Eles permanecem em sala, mesmo com aulas vagas, passaram a respeitar mais os colegas e professores, houve limite no horário de usarem os sanitários e beberem água e isto refletiu na aprendizagem deles”, conta emocionada.

Miraildes também explica de que forma ocorreu a interferência dos militares no processo de gerenciamento da escola. “Foram cinco policiais atuando neste processo de Vetor Militar - 1 diretor disciplinar, 1 coordenador disciplinar e 3 tutores militares, que muito nos ajudaram na disciplina e orientação dos alunos. Desta forma foi bastante válido este processo de militarização, sendo que um dos objetivos é o combate à violência e ao uso de drogas”, explica.

Ex-aluna de Colégio Militar, Laiane Ribeiro, 21, fala sobre a importância da instituição para sua qualificação. “Eu sou formada em um sistema militar. Apesar da rigidez e disciplina, eu reconheço que é um ensino diferenciado. Dificilmente encontraria um colégio público que me proporcionasse a infraestrutura e qualidade de ensino ofertada pela instituição militar”, conta a estudante do 4º semestre do curso de Direito.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil