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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Floriano (SINSPEM - FLO), realizou nessa sexta – feira, 17, com presenças de um  grande número de servidores  manifestações pacíficas, em protesto ao atraso dos vencimentos que deveriam ser repassados pela Prefeitura que vem sendo administrada pelo prefeito Gilberto Junior(PSB), isso referente ao mês de dezembro.

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A assembleia teve posicionamento de vários servidores e envolve o pessoal da Educação que debateram questões voltadas a realização ou não da Semana Pedagógica do Município.  O impasse para a categoria que vem realizando manifestações, através de reuniões e de caminhadas por vias do centro de Floriano, se deve ao pagamento dos vencimentos de dezembro que ainda não foram repassados por completo.


A assembleia da classe se realizou no auditório do Sindicato dos Comerciários e eles abordaram questões como o pagamento, segundo turno e a tabela de vencimento da classe.



De acordo com Osael, líder sindical,  uma das definições da classe foi não iniciar a Semana Pedagógica devido ao não pagamento de dezembro aos professores do ensino fundamental de 5ª a 8ª séries, mas se falou também na questão do segundo turno dos professores. O líder sindical afirmou que o pagamento vem saindo para uns servidores e para outros não e finalizou, “Só retornamos quando o gestor nos convocar para uma reunião e nos dar um posicionamento concreto e positivo com relação a essas pautas”, declarou.

 

O professor Nelson Junior que está na pasta da Educação tem ouvido a categoria, tem  procurado  resolver o problema, ja fez algumas colocações explicando o que está havendo e disse que foi pago o pessoal da educação infantil, foi antecipado  prazos que havia dado e citou mais, "na segunda-feira, 20,  estaremos pagando o restante do pessoal, então acredito que até terça-feira todos os professores estarão com seus pagamentos e tudo voltará ao normal para que a gente possa começar uma nova etapa”.

 

 

Da redação

IMAGEM:alonsobisorão

proffloO Campus Floriano do Instituto Federal do Piauí realiza, até esta sexta-feira, 17, o segundo módulo do Curso de Aperfeiçoamento para Professores de Matemática do Ensino Médio (CAPMEM). Iniciado na segunda-feira, 13, o evento é voltado para a capacitação de professores de Matemática e trabalha conteúdos do ensino médio.

 

De acordo com o diretor-geral do Campus Floriano e coordenador da capacitação, Odimógenes Soares Lopes, esta edição conta com aproximadamente 130 participantes de cidades do Piauí, como Angical, Nazaré, Jardim do Mulato e Água Branca, e também do Maranhão, como Barão de Grajaú e São João dos Patos. "Esse curso representa uma oportunidade de se rever os conceitos aprendidos na graduação e que são ensinados em sala de aula", explica.

 

Pela manhã, os alunos assistem às aulas ao vivo, transmitidas pela internet, direto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), no Rio de Janeiro. À tarde, são resolvidas listas de atividades em grupo. No último dia do curso, será feita uma avaliação da capacitação. Cada participante receberá um certificado com carga horária de 40 horas.

 

 

CAPMEM - Realizado semestralmente, o Curso de Aperfeiçoamento para Professores de Matemática do Ensino Médio é uma parceria entre o Campus Floriano e o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

 

Ifpi

Em 2017, todos os livros das escolas públicas terão versão digital. Essa é a estimativa do diretor de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rafael Torino. Com o livro digital, os estudantes e professores poderão acessar conteúdos interativos, poderão clicar em uma imagem e assistir a um vídeo, poderão selecionar uma palavra e ter acesso a um jogo. Tudo pelo computador ou tablet. Isso facilitará as atualizações. O papel, no entanto, não perderá espaço. 

 

"A tecnologia deve entrar de forma gradual e deve entrar de forma complementar ao papel. O papel ainda é a mídia universal, usado por qualquer aluno em qualquer lugar do Brasil, independentemente de condições externas", analisa. Embora a tecnologia já seja uma realidade em muitas escolas privadas, em um universo de mais de 40 milhões de estudantes de escolas públicas de todas as regiões brasileiras, fatores como o acesso à internet, à tecnologia e mesmo à eletricidade devem ser levados em consideração.

 

As experiências com a digitalização começaram a ser feitas no ano passado, no ensino médio, com a distribuição de tablets aos professores da rede pública. O FNDE comprou a versão PDF de 230 títulos do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) por R$ 20 milhões.

 

Para 2014, a digitalização já foi pensada no edital. Os livros que serão distribuídos este ano pelo programa trazem um elemento a mais, os chamados objetos educacionais digitais. São vídeos e jogos educativos disponibilizados em DVDs, que podem ser livremente copiados pelos estudantes. O material será disponibilizado também online. O custo para o FNDE foi R$ 68 milhoes - o total gasto com os livros chegou a R$ 570 milhões.

 

A oferta de conteúdos digitais era optativa no edital, cerca de 45% dos livros têm materiais digitais. Esses livros serão entregues aos estudantes do 6º ao 9º ano. Para o próximo ano, cujo foco será o ensino médio, o edital pedia também opcionalmente o livro digital. Segundo Torino, 85% das propostas recebidas têm o livro digital. 

 

 

"Atualmente é opcional e a maioria já apresentou [a versão digital]", diz Torino. A digitalização trará também outro benefício: a atualização. O edital do livro didático é lançado com dois anos de antecedência. Depois, são três anos até que os livros sejam trocados. "Até lá, Plutão pode deixar de existir", exemplifica o diretor. No papel, a substituição demora e significa mais gastos. Na versão digital, as editoras podem fazer alterações instantâneas pela internet.

 

Agência Brasil