Informações repassadas em reunião o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Floriano, Ozael Sousa, confirma que membros da gestão estavam ligando para servidores da educação e coagindo quanto as suas participações nas manifestações que vem ocorrendo e que eles visam receber recursos do Fundeb, valores que deveriam, segundo Osael, serem repassados pela Prefeitura à classe.
O líder sindical Osael Sousa (imagem) disse ainda que já recebeu informações das ligações das coações e devido a essa questão, deve acionar o Ministério Público. “Uma situação que me deixa triste e na próxima semana devo entrar com uma ação no Ministério Publico, é que eles não podem de forma alguma privar os servidores de reivindicar seus direitos, como está acontecendo. Alguns professores nos abordaram nos colocando que estavam ligando para as escolas e de certa forma coagindo os servidores para que eles não participassem desse ato, pois se tivesse participação teria o seu ponto cortado, então, vamos levar essa questão ao Ministério Público pois não vamos aceitar esse tipo de atitude”.
A declaração foi feita a imprensa local durante a manifestação que houve na quarta-feira, 6, na Câmara Municipal, no mesmo dia logo em seguida, as pessoas que estavam na referida reunião saíram em caminhada por algumas das ruas e avenidas da cidade até a praça da Igreja Matriz São Pedro de Alcântara.
A reportagem do piauinoticias.com entrou em contato com o secretário de Educação, professor Nelson Júnior, e nessa manhã por telefone ele declarou que a classe tem livre arbítrio para se manifestar e que não há coação de forma alguma.
Da redação
IMAGEM: piauinoticias.com
Até outubro passado, o estudante universitário Jessé Soares vendia bombons regionais nos ônibus de Belém para poder pagar as despesas da faculdade de medicina, que ele cursa na Universidade do Estado do Pará (UEPA). Porém, o tempo que o jovem gastava nos coletivos acabava significando menos horas de estudo, e ele se viu diante de um dilema: conseguir dinheiro para pagar as contas ou concluir o curso. A solução veio através das redes sociais: após uma campanha no Facebook, Soares conseguiu arrecadar dinheiro suficiente para deixar a atividade informal, pelo menos até o início do próximo ano.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade e para aquelas que cumprem medidas socioeducativas terá 30 mil participantes em 2013 — crescimento de 28,13% em relação a 2012. No ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) registrou 23,6 mil inscritos. Em 2011, 14.118; em 2010, 14.473.