A Secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seduc) convoca todos os alunos matriculados e tutores dos Cursos Técnicos de Nível Médio na modalidade à Distância em Administração, Agropecuária, Informática, Logística e Enfermagem pela Rede e-Tec Brasil, para o Encontro Presencial, que será realizado no próximo sábado, 5, em seus respectivos polos.
A aula será gravada e o vídeo, que apresentará os conteúdos das disciplinas, será disponibilizado na internet no site do Programa Mais Saber.
Os tutores irão se reunir em salas de aula individualizada por curso para darem início aos seus trabalhos de tutoria sobre como orientar seus alunos sobre acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA; entrega de material didático para os alunos, como também fomentar o hábito de leitura do material disponibilizado, sanar todas as dúvidas de conteúdo e da plataforma que ocorrerem no decorrer do encontro e do curso.
Aqueles que residirem nos municípios onde funcionam os polos de lotação, devem comparecer com antecedência no local para realizar os ajustes finais e assistir os vídeos, junto com os alunos. Os tutores à distância que não residem no polo de lotação, não necessitam comparecer no primeiro encontro da aula.
Teve início na segunda-feira, 1º de outubro, no Quartel do 3º Batalhão Policial Militar, sede de Floriano-PI, mais um curso de formação de Cabos. Estão confirmados de participação a grande maioria está diretamente nas ações de ensino, 62 alunos que são soldados lotados em na cidade florianense e em município vizinhos.
Os alunos militares terão aulas três vezes por semana e a previsão para o término do curso é somente em dezembro. Ser promovido à graduação de Cabo, é o sonho da grande maioria dos Soldados, principalmente os mais antigos na corporação.
Na imagem que foi publicada no JC24horas, o portal que passa a substituir o agente190 mostra os PMs que estão buscando novos conhecimentos.
Prefeitos de 53 municípios piauienses assinaram, nessa quarta-feira, 2, no Campus Teresina Central, termos de compromisso com o Instituto Federal do Piauí (IFPI). O objetivo do compromisso é desenvolver a educação profissional e tecnológica na modalidade a distância.
A cerimônia oficializou a entrada das cidades na Rede e-Tec Brasil, que tem regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Com a assinatura dos termos, os prefeitos se comprometem a criar e manter a estrutura física e de recursos humanos para o funcionamento do polo de apoio presencial e disponibilizar telessala com data show, telefone, computador, televisão, dentre outros equipamentos.
O reitor do Instituto Federal do Piauí, Paulo Henrique Gomes de Lima, destacou a importância da parceria em prol da expansão da educação tecnológica no Estado. “Com o ensino a distância, estamos proporcionando o acesso ao mundo do trabalho para jovens e adultos, inclusive para profissionais que trabalham, mas sentem falta de uma melhor qualificação", disse.
De acordo com o secretário estadual de Educação, Átila Lira, o IFPI é uma instituição que tem um primor na oferta de educação de qualidade no Piauí. "Estas parcerias garantem a ampliação de oportunidades e uma universalização compartilhada da educação em todo o Estado", comentou.
EAD - No IFPI, o ensino a distância começou em 2008, com 350 alunos em seis polos de apoio presencial. Em 2012, o número de estudantes passou para mais de 3 mil; e, neste semestre, deve chegar a mais de 12 mil alunos em mais de 70 polos.
Assessoria de Comunicação INSTITUTO FEDERAL DO PIAUÍ
O Brasil não tem nenhuma universidade entre as 200 melhores do mundo na edição 2013-2014 do ranking internacional Times Higher Education (THE), divulgado nesta quarta-feira, 30, em Londres. O ranking avalia o desempenho dos estudantes e a produção acadêmica nas áreas de engenharia e tecnologia, artes e humanidades, ciências da vida, saúde, física e ciências sociais.
Escola de Comunicações e Artes da USP
A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) perderam várias posições na lista das principais instituições do mundo, de acordo com a revista britânica THE. A USP tinha alcançado o 158º lugar no ano passado, e agora figura na faixa dos 226º a 250º lugares. Já a Unicamp caiu da faixa dos 251º a 275º lugares para a dos 301º a 350º lugares.
Entre as novidades da metodologia para o novo ranking está a colocação de artes, humanidades e ciências sociais em igualdade às outras ciências, o que pode explicar a queda de posições da USP e Unicamp.
Para a professora Gláucia Maria Pastore, pró-reitora de pesquisa da Unicamp, o ranking deve ser analisado de forma relativa. "Os rankings são valores pontuais, refletem um ponto, mas não indicam uma tendência. No último ranking a gente estava em uma posição muito boa para uma universidade latino-americana", disse ela ao G1.
Gláucia diz que não considera a mudança metodológica como fator determinante para que a instituição tenha caído no rankin. "A área de humanidades da Unicamp tem também nichos de excelência muito grandes, em economia, ciências sociais, línguas."
Mesmo assim, ela diz que a universidade de Campinas tem dado mais atenção à maneira como a comunidade internacional vê a instituição. "A Unicamp está atenta a esses dados e está trabalhando em políticas e planejamento para estar em uma posição melhor nas próximas avaliações", diz. Uma das medidas tomadas foi a criação da Vice-Reitoria de Internacionalização, que vai atuar com a Pró-Reitoria de Pesquisa para desenvolver projetos e parcerias de intercâmbio para estudantes e professores da instituição.
A reportagem entrou em contato com a USP, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
"Tem sido um ano ruim para o Brasil nos rankings de universidades", diz Phil Baty, editor da revista Times Higher Education. "Um país do seu tamanho e poder econômico precisa de universidades de primeira classe para incentivar o crescimento baseado na inovação, por isso é um sério golpe ver que não só o Brasil perdeu seu representante entre as 200 melhores, a USP, como a Unicamp ficou ainda mais longe do bloco de elite."
Baty ressalta, no entanto, que a USP está entre as 100 melhores no quesito "ciências da vida" e no de "reputação acadêmica". "Apesar da má notícia, o país continua a ter centros de excelência em pesquisa e conta com medidas em andamento para reforçar a sua garantia de qualidade." Baty destaca as ações de internacionalização do ensino superior por meio do programa Ciências sem Fronteiras, e espera que as universidades brasileiras aumentem o uso do inglês nos seus programas de ensino.
No topo
O primeiro colocado do ranking THE é mais uma vez o Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). A Universidade Harvard subiu do quarto para o segundo lugar, alcançando a pontuação da universidade de Oxford (Reino Unido). Em quarto lugar está a Universidade Stanford (EUA). O Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) aparece em quinto lugar. Nenhuma instituição latino-americana aparece na lista, nem de países emergentes como Rússia e Índia.
No ranking das 200 melhores estão universidades de 26 países: EUA (77 instituições); Reino Unido (31); Holanda (12); Alemanha (10); França (8); Austrália, Canadá e Suíça (7); Bélgica, Japão e Suécia (5); Coreia do Sul (4); Dinamarca e Hong Kong (3); China, Irlanda, Israel e Cingapura (2); Áustria, Finlândia, Nova Zelândia, Noruega, África do Sul, Espanha, Taiwan e Turquia (1).