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produtores 12112012Nesta terça-feira, 13, se realiza o lançamento oficial do Projeto Produtores do Futuro. O evento será  em Teresina, no auditório da Embrapa Meio-Norte.

 

Para dar início às atividades deste Programa pioneiro, a Secretaria de Estado da Educação e Cultura (Seduc), o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e a Embrapa realizam o I Seminário Estadual Produtores do Futuro.

 

O Projeto Produtores do Futuro tem por finalidade fomentar, por intermédio de parcerias, a organização e capacitação dos jovens matriculados em escolas agrotécnicas estaduais e escolas famílias agrícolas do Piauí, como também jovens do entorno.

 

"Buscamos a melhor qualificação para estudantes das escolas agrotécnicas. Nossa preocupação é também fixar esses alunos em suas cidades após o término dos cursos", comenta Reinaldo Lopes, diretor da Unidade de Educação Técnica e Profissional da Seduc.

 

Um dos objetivos é implantar unidades de transferência de tecnologia-UTTs nas escolas agrotécnicas e família agrícola e proporcionar alternativas para a inserção dos alunos no mundo do trabalho e geração de oportunidades de melhoria de qualidade de vida.

 

O seminário oferecerá o treinamento necessário para os técnicos e professores articuladores envolvidos no Projeto, para que esses possam repassar o conhecimento necessário para os alunos matriculados.

 

O encontro será a partir das 08h da manhã e receberá aproximadamente 50 pessoas.

 

 

 Seduc

Ao som da música Tempos Modernos, de Lulu Santos, alunos da Escola de Tempo Integral -  CETI Freitas Neto deram início à 1ª Edição do Sarau, na tarde da última sexta-feira, 9, no pátio da escola. A atividade é parte do Programa Jovem de Futuro /ProEMI, uma parceria entre o Instituto Unibanco e a Secretaria Estadual de Educação e Cultura - Seduc, que beneficia mais de 38 mil jovens piauienses. A canção escolhida, que tem uma visão otimista do futuro retrata o sentimento dos alunos envolvidos no Proejto.

 

Além de apresentações culturais e musicais, o evento homenageou autores da Literatura Piauiense, como Fontes Ibiapina e Assis Brasil. Escritores brasileiros, ingleses e espanhóis também foram homenageados no "Espaço dos Autores" e "Espaço de Cordel", local carinhosamente organizado pelos participantes para dar destaque aos autores, através de mostras de suas obras. O Sarau teve envolvimento direto de 60 estudantes do Ensino Médio da escola -  através da interdisciplinaridade das disciplinas de Português, Inglês e Espanhol .

 

Na avaliação da coordenadora do Projeto, profª Rosa Laura, oportunidades como essa representam um estímulo a mais para os alunos. "Buscamos construir o futuro baseado no aprendizado", destacou.

 

"Em um projeto assim eles (alunos) aprendem de uma forma prazerosa, conhecendo a cultura e valorizando-a", esclareceu a professora de Inglês Angelita Costa, reforçando a importância da interdisciplinaridade, que foi ponto forte no Projeto. O Sarau foi a culminância das aulas de literatura das três disciplinas. "Estudar sobre autores em três línguas de uma maneira incentivadora é muito importante da vida escolar de um aluno", disse.

 

Novos talentos

O jovem José Regino Santos, de 16 anos, disse que vai levar dessa participação uma base para, futuramente, atuar no teatro. Regino, que estuda na escola há dois anos relatou, que se sente mais estimulado e orgulhoso de fazer parte da escola, depois que passou a participar dessas atividades oferecidas a eles.

 

Outro ponto importante a ser ressaltado é que em oportunidades como essas são descobertos talentos. A aluna Ana Taís, por exemplo, revelou-se como dona com uma belíssima voz durante as atividades do Projeto do Sarau, que teve início no mês de setembro. "O que estou vivendo aqui é importante para mim, pois estou interagindo com outras pessoas. Aqui ninguém sabia que eu cantava", comemorou a estudante.

 

Para a diretora da escola, profª Maria das Dores Araújo, as atividades que envolvem o Programa Jovem de Futuro valorizam a autoestima dos estudantes e isso significa um fator muito positivo no aprendizado e vida futura dos alunos. "Eles vestem a camisa", completou a diretora, adiantando que o Projeto Sarau "veio pra ficar".

 

"Este é o resultado dos que as escolas vêm fazendo, tornando mais atrativo a aprendizado", constatou a gerente do Ensino Médio da Seduc, Marcoelis Pessoa, que participou do evento. Segundo a gerente, os professores estão cada vez mais articulados, o que reflete diretamente nas ações que promovem o aprendizado.

 

Jovem de Futuro

O Programa Jovem de Futuro é uma ação concebida pelo Instituto Unibanco, e desenvolvida em parceria com governos, para escolas públicas de Ensino Médio, com o objetivo de aumentar o desempenho escolar dos alunos e diminuir os índices de evasão. Para atingir esses objetivos, as escolas participantes recebem apoio técnico e financeiro para a concepção, implantação e avaliação de um Plano de Melhoria de Qualidade, com duração de três anos, ou seja, o ciclo das três séries do Ensino Médio.

 

 

Governo do Estado

O TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou que o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) faça licitação para o próximo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O tribunal também pede que, em caso de contratação sem concorrência, o órgão ao menos realize rodízio de empresas.

 

Segundo o TCU, o Inep, responsável pela realização do Enem, deve ponderar a licitação "em face dos valores envolvidos e do interesse de outras instituições". Os dois últimos exames foram feitos por contrato direto firmado com consórcio liderado pelo Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos), ligado à Fundação Universidade de Brasília. O contrato de R$ 372 milhões, assinado em 2011, previa a realização de dois ou mais exames para um total de 10 milhões de candidatos - já alcançado.

 

O Inep dispensou licitação sob o argumento de que não havia empresa com condições técnicas para aplicar o Enem, além do consórcio escolhido, também integrado pela Cesgranrio. Segundo o órgão, o acórdão demonstra que "não há nenhum ilícito nas contratações do Enem".

 

 

Estadão Conteúdo

O Brasil experimentou nos últimos anos um quadro favorável ao consumo da população. Em 2011, o PIB (Produto Interno Bruto) ultrapassou o valor de quatro cozinha9112012trilhões de reais, a renda da classe média aumentou e atingiu R$ 1019,00 e a taxa de desemprego caiu. Com tanto dinheiro circulando pelo mercado, não é de se espantar que os serviços ligados ao consumidor final se esforcem para acompanhar o crescimento econômico.

 

Em paralelo a este movimento, a gastronomia foi ganhando novos espaços e conquistando os paladares dos brasileiros. Diversas cozinhas adentraram no mercado e atraíram bocas curiosas daqueles que passaram a reconhecer a culinária como um bem de serviço disponível para quem quisesse.

 

“Na verdade, a cozinha deixou de ser um simples restaurante e uma necessidade física. Hoje, há outro sentido por trás disso: é o sentido de ter prazer, de degustar uma boa comida, de interagir com os amigos”, garante Ronie Peterson Costa, avaliador líder da ocupação cozinha, na Olimpíada do Conhecimento. “A gastronomia se tornou hobbie. Para atender esta demanda, é preciso pessoas qualificadas que despertem a emoção de saborear um bom prato”, completa.

 

É por esta razão que o segmento de alimentação lidera o ranking de ocupação com maior demanda de profissionais. Dados do Mapa do Trabalho Industrial, divulgado pelo SENAI, aponta que trabalhadores da indústria alimentícia serão responsáveis pela geração de mais de 174 mil vagas no mercado.

 

Mas, engana-se quem acha que só saber cozinhar basta para investir na carreira. “Em qualquer profissão, a dica é a mesma: é preciso gostar muito do que se faz. Um cozinheiro trabalha muito em horários que, para a maioria das pessoas, é de diversão, o ambiente é quente, gorduroso, agitado. O esforço é muito grande”, afirma Ronie.

 

Ainda assim, há os apaixonados que topam investir na profissão e se doam em período integral, como o caso da Gabriela Rabelo, de 20 anos. Aluna do SENAI, ela irá competir na Olimpíada pela ocupação cozinha industrial e garante: “o bom cozinheiro não pode fazer só o que gosta, tem que saber fazer tudo e bem feito. Minha paixão é a confeitaria, mas hoje consigo cozinhar coisas que antes não gostava, como carnes”.

 

“Meu sonho é ter um hotel fazenda, ir para a França estudar confeitaria, conhecer o Alex Atala e Joan Roca”, finaliza Gabriela. Para Ronie, Gabriela está no caminho certo, afinal, ainda que o mercado gere muitos empregos no setor, é preciso investir em conhecimento. “A cozinha industrial sempre existiu, mas o que conta agora é a modernização pela qual passou, o carinho com o alimento, a preocupação com a qualidade”, conclui.

 

G1