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vaninQuando a temporada 2013 começo para o Cori-Sabbá, Faustivânio Fernandes, o Vanin, estava no banco, como comandante; logo depois, assumiu o cargo de auxiliar técnico e depois, a pedidos, integrou o banco de reservas como jogador. Aposentado dos gramados profissionais, o ex-jogador, que já atuou na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, afastou qualquer possibilidade de voltar a atuar como atleta em 2014.

 

Faltando apresentar jogadores para o Piauiense 2014, Vanin não é mais uma peça que o Cori-Sabbá possa contar, ao menos não como jogador. Já confirmado como técnico, ele justifica que as dificuldades financeiras e o pedido dos jogadores após lesões no elenco o fizeram calçar as chuteiras, mas isso não deve mais acontecer.

 

"Não é bom para ninguém. Há muito tempo, eu não jogo profissionalmente. Faz um tempo e naquela oportunidade joguei sem treinar, eu não tinha condições de entrar em um jogo profissional, mas o grupo tinha qualidade e correu por mim", disse o técnico.

 

Estudando e ganhando experiências, ele afirma que sua volta não pode mais ser cogitada e que não tem mais vontade de voltar a jogar. Agora sua pretensão é continuar carreira como técnico. Para o início da pré-temporada, o técnico Vanin espera nos próximos dias mais quatro jogadores, dois laterais e dois atacantes, além do zagueiro Anderson que também volta ao grupo com Jackson, Cafezinho e Fagundes.

 

Fonte: globoesporte.com/pi

Imagem: piauinoticias

MardneyEm casa, o pivô sergipano Mardney recebeu nesta segunda-feira o prêmio Bola de Ouro por ter sido o melhor jogador e artilheiro da Taça Brasil de Futsal, 1ª divisão, quando defendeu o Cajuína-PI. Ao lado da família, ele foi muito aplaudido no Teatro Atheneu, mas deixou claro que não gostou da notícia de que não poderia disputar a Superliga com a camisa do Real Moitense.

 

"Cheguei em Aracaju hoje (segunda-feira) para disputar a Superliga com o Real Moitense, mas a liberação do Cajuína não chegou em tempo e infelizmente não vou poder jogar. Seria uma grande oportunidade de defender meu Estado, mas paciência. O ano foi muito produtivo, consegui este prêmio e o sonho de vestir a camisa da seleção continua", afirmou Mardney.

 

Em abril, ele passou a ser observado de perto pela Confederação Brasileira de Futsal após ser o artilheiro com oito gols da Taça Brasil, que aconteceu em Moita Bonita. Neste período ele chegou a ser cogitado em clubes da Rússia. Ele ainda foi artilheiro do Cajuína no Campeonato Piauiense.

 

Fonte: globoesporte.com/pi

brenoDepois de passar 13 meses preso em regime fechado, condenado por causar um incêndio em sua própria casa em Munique (Alemanha), Breno começou a reconstruir sua vida em agosto deste ano, quando passou ao semi-aberto na cadeia de Munique. Agora, tudo que ele quer é voltar a jogar futebol profissionalmente, algo que não faz há mais de um ano e meio.

 

Condições psicológicas para isso, segundo ele, não faltarão. Em entrevista ao UOL Esporte, o zagueiro de 24 anos afirmou que "não vê a hora" de poder voltar aos gramados. E promete fazer de tudo para "ser o Breno de antigamente", quando fez ótima temporada no São Paulo em 2007 e foi vendido ao Bayern de Munique, onde hoje trabalha na loja oficial de segunda a sexta.

 

"Acho não, tenho certeza de que tenho condições. Estou contando os dias, não vejo a hora desse dia chegar. Se depender da minha vontade, serei sim o Breno de antigamente e retribuirei todo o carinho que a torcida do São Paulo tem demonstrado nesse momento de dificuldade da minha vida", declarou.

 

Quando voltar a jogar, Breno já tem destino certo: o São Paulo, clube que o revelou e com o qual mantém contato frequente. No fim de 2012, as partes acertaram  um vínculo válido até 2015 e o clube paga uma pequena quantia mensal ao atleta. Segundo Alexandre Soares, empresário de Breno, o contrato é de produtividade.

 

"O contrato tem várias cláusulas de produtividade. Quando ele retornar ao Brasil, muda. Quando começar a treinar, muda de novo. Quando jogar, outra mudança. O São Paulo primeiro quer recolocá-lo no futebol", explicou o agente.

 

 De acordo com Alexandre Soares, Breno voltará ao Brasil no máximo em agosto do ano que vem. Os advogados e representantes dele estão preparando um documento para antecipar este prazo – pode ser, então, que ele volte em meados de abril, para se preparar visando ao Brasileirão. O zagueiro, neste momento, não quer pensar em prazos.

 

"No momento eu só penso no meu futuro. Quero cumprir as minhas obrigações com a justiça alemã, para depois retomar a minha carreira e viver feliz no Brasil com a minha esposa e meus filhos. Sinto falta do contato e do convívio com as pessoas. O povo brasileiro é muito caloroso", declarou.

 

Por conta das pendências com a justiça alemã, Breno, condenado a 3 anos e 9 meses de prisão, não pode comentar nada sobre o incidente que poderia ter acabado com sua carreira. No período em que ficou em regime fechado, via a esposa e filhos a cada 15 dias, durante uma hora. Dentro do presídio, tinha dois medos.

 

"O medo que tive foi de a minha família passar dificuldades e eu não poder fazer nada, além da incerteza de não saber quando iria sair da prisão e o que iria acontecer (no futuro)".

 

O receio tem uma explicação. Quando atuava no Bayern, o zagueiro recebia um salário de aproximadamente R$ 300 mil. Sem trabalhar, os vencimentos, claro, foram cortados. Renata, sua esposa, passou a viver com uma ajuda de custo do São Paulo e com a renda do aluguel de um imóvel no Brasil - a soma dá aproximadamente R$ 9 mil. O luxo ficou de lado, e a família passou a ter um padrão de vida bem mais modesto.

 

"Rico no sentido financeiro não (era). Sou rico porque tenho uma família maravilhosa que me apoia. Quanto à situação financeira, realmente tivemos que nos adaptar à realidade. Foi uma redução muito significativa, porém nós conseguimos nos adaptar", disse o atleta, que, diante de tudo o que passou, se vê um homem mais maduro.

 

"Eu sou o mesmo, porém tenho certeza que estou muito mais maduro. Tudo o que aconteceu na minha vida me fez rever alguns valores e hoje poder dizer que sou uma pessoa muito melhor", finalizou.

 

Fonte: Uol Esporte

roberto-dinamiteDepois do estudo, o Vasco da Gama passou à ação. Conforme o diretor jurídico do clube, Gustavo Pinheiro, havia revelado, o Cruz-maltino, após 'ok' do presidente Roberto Dinamite, entrará nesta terça-feira com pedido junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para ganhar os três pontos  do duelo contra o Atlético-PR, no último domingo. A partida foi vencida pelo Furacão por 5 a 1 e decretou o rebaixamento da equipe de Adilson Batista.

 

O clube carioca, que terá 3 a 0 a seu favor assinalado caso vença uma futura disputa judicial e evitará a queda, alega em seu pedido que o reínicio da partida após a pancadaria generalizada que ocorreu nas arquibancadas da Arena Joinville entre as duas torcidas fere o Regulamento Geral de Competições da CBF. Em seu artigo 21, o documento prevê que o árbitro do jogo tem 30 minutos e mais meia hora adicional para definir o recomeço de um duelo. No caso deste domingo, o jogo foi retomado após 71 minutos da sua paralisação.

 

De acordo com o vice-presidente de futebol do Vasco, Ercolino de Luca, que confirmou a ação vascaína ao GE, o clube busca seus direitos conforme prevê o regulamento. Em sua fala, o diretor também afirmou que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro foi coagido por membros do Atlético-PR e da CBF para reiniciar o jogo, válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro, que teve todas as suas partidas importantes sendo iniciadas no mesmo horário.

 

"Vamos tentar entrar com o recurso. Está dentro da lei, do artigo que diz o limite para acréscimo. O clube tentou que a partida não reiniciasse, mas o árbitro foi pressionado a continuar o jogo", disse Ercolino, referindo-se às tentativas do presidente Roberto Dinamite em impedir que o time do Vasco voltasse para o gramado. "Ele não queria voltar com a partida. Disse que poderia ser responsabilizado pelo que acontecesse", falou, já comentando a situação do juiz.

 

Procurado pela Rádio Globo, o presidente do STJD, desembargador Flávio Zveiter, rejeitou o argumento do Vasco para buscar evitar o segundo rebaixamento em cinco anos. Segundo o desembargador, o Tribunal analisará somente possíveis punições aos clubes pela briga de torcidas, que deixou três torcedores feridos.

 

"Não existe essa discussão, o que será analisado pelo Tribunal é a responsabilidade dos clubes, do árbitro ou de alguma das torcidas. Nada além disso", pontuou Zveiter, também avaliando a acusação de que Ricardo Marques teria sido pressionado a reiniciar a partida. "Toda apuração é necessária, mas um árbitro da Fifa não pode sofrer pressão. Duas horas antes da partida ele é o único responsável, nem o presidente da CBF pode interferir. Pelas imagens que eu vi, o árbitro não poderia ter começado a partida sem a presença da Polícia Militar e apenas com 90 seguranças particulares."

 

Dono da terceira pior campanha do campeonato, o Vasco agora parece disposto a buscar na Justiça a fuga de um rebaixamento que se desenhou ao longo de toda a temporada. Caso o clube saia vencedor do recurso, o Criciúma será o quarto clube rebaixado para a Segunda Divisão. Além disso, a perda dos três pontos conquistados deixará o Atlético-PR na quarta colocação, garantindo o Botafogo na Libertadores e deixando a vaga do Furacão na dependência de uma vitória do Lanús sobre a Ponte Preta na decisão da Copa Sul-Americana. O resutaldo da final será conhecido na noite de quarta-feira, antes do início de qualquer julgamento sobre o caso.

 

Fonte: br.esporteinterativo.yahoo.com