“É uma pressão forte, estão às melhores do mundo, é uma competição que conta com atletas que vão para a Olimpíada, quase não muda. Antes das Olimpíadas só tem o Grand Slam de Paris, Grand Prix da Alemanha e o Pan-Americanos, que contam mais pontos. Então, as adversárias sempre são fortes, só são os tops. A Sarah tem que ganhar duas ou três lutas fortes para chegar à semifinal. No ano passado ela foi bronze, vamos ver como vai ser este ano”, disse Expedito.