Flamengo e Fluminense se enfrentam na quinta-feira (17), no Maracanã, pela 30ª rodada do Brasileirão Betano, e não está confirmado a presença dos jogadores do CRF convocados para as suas seleções.
Filipe Luís possui dúvidas na escalação, mas alguns mistérios foram desvendados em treino desta terça-feira (15), no CT Ninho do Urubu. A Coluna do Flamengo apurou o time titular que o técnico esboçou na atividade.
Com ausências de jogadores como Fabrício Bruno, Gerson, Arrascaeta, Pulgar e Nicolás de La Cruz, o jovem Cleiton ganhou chance na zaga, assim como Alcaraz no meio e Michael no ataque.
Alex Sandro volta ao time titular A jornalista Mônica Alves revelou o time esboçado por Filipe Luís: Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Cleiton e Alex Sandro; Allan, Evertton Araújo e Alcaraz; Michael, Bruno Henrique (Matheus Gonçalves) e Gabigol.
O atacante Bruno Henrique iniciou a atividade como titular, mas não está descartado a hipótese do camisa 27 ser poupado e, no treino de hoje, Matheus Gonçalves também foi utilizado.
Alex Sandro, por sua vez, se recuperou de uma lesão na coxa e volta aos titulares. Ayrton Lucas marcou um dos gols na vitória do Mengão contra o Bahia, mas vai para o banco de reservas.
Treino de amanhã define escalação Na atividade de quarta-feira (16), o Flamengo tem a volta dos selecionáveis: Fabrício Bruno, Varela, Gerson, Arrascaeta, Nicolás De La Cruz e Gonzalo Plata. Apenas o volante Pulgar deve ser ausência.
Com isso, o treinador do Mengão vai ter elenco quase completo para definir a equipe que encara o Fluminense. Filipe Luís pode escolher iniciar com os selecionáveis no banco ou jogar com força máxima o Fla-Flu.
Em momento turbulento, a seleção brasileira tem mais um jogo importante nesta terça-feira. O Brasil enfrenta o Peru, no Mané Garrincha, com foco em recuperar o bom futebol e retomar o prestígio no continente, em especial do decepcionado torcedor brasileiro.
Após o triunfo por 2 a 0 sobre o Chile, a Canarinho quer somar mais três pontos para se aproximar dos líderes e caminhar cada vez mais para a vaga no Mundial. Dorival Júnior, inclusive, prometeu mudanças e ofensividade para melhorar o desempenho.
Mudar para convencer Para o confronto contra o Peru, o treinador Dorival Júnior prometeu mais dinamismo e promoveu três alterações na equipe. Danilo, André e Lucas Paquetá (suspenso) deixam o time titular e dão lugar a Vanderson, Bruno Guimarães e Gerson.
Em entrevista coletiva, nesta última terça-feira, o técnico explicou suas escolhas e revelou ajustes marcação pela direita, além de uma nova dinâmica na construção do jogo a partir da primeira linha de meio.
"No sentido de marcação, esse terceiro homem é sempre uma obrigação do lateral. O que eu quero é os nossos meio-campistas apareçam em condição de buscar a infiltração, em condições de poder buscar movimentos de ataque", declarou.
Mesmo com a vitória na última partida contra o Chile, o desempenho do Brasil não convenceu. A equipe saiu atrás do marcador com um minuto de jogo e a crise parecia se instaurar. Mas foi com destaques dos botafoguenses Igor Jesus e Luiz Henrique que a seleção virou o jogo já nos acréscimos e confirmou o triunfo.
Agora, o Brasil é o quarto colocado, mas as atuações seguem sem impressionar. Com a renovação da última geração, a equipe tenta substituir as ausências de jogadores como Casemiro, Thiago Silva e Neymar, mas obtém pouco sucesso.
O adversário perfeito
O objetivo brasileiro de emplacar uma atuação dominante, envolvente e com intensidade pode ser facilitada pelo adversário desta terça-feira. Em momento de grande instabilidade, a seleção peruana atualmente amarga a vice-lanterna das eliminatórias.
Com apenas seis pontos em nove jogos disputados, a Blanquirroja tem sofrido com o fim do ciclo da geração capitaneada por Paolo Guerrero e tem tido dificuldades para encontrar peças à altura em diversos setores.
Segundo pior ataque das eliminatórias, com apenas três gols marcados, e terceira pior defesa, com dez gols sofridos, Peru é o retrato da fragilidade e tem tudo para ser um caminho acessível para uma vitória tranquila do Brasil. Ainda assim, o estado anímico, após a vitória sobre o Uruguai, pode ser um componente importante para os comandados de Jorge Fossati, que entrarão em campo no Mané Garrincha com a estratégia bem definida: fechar os espaços e jogar por uma bola.
Retrospecto é aliado
Ao todo, Brasil e Peru se enfrentaram 51 vezes em toda a história, entre eliminatórias, amistosos e Copa América. São 110 gols brasileiros contra 33 dos peruanos nas 37 vitórias da Canarinho, nove empates e cinco triunfos blanquirrojos.
Os brasileiros não perdem para o Peru há cinco confrontos, sendo essas cinco vitórias. Nos últimos 15 jogos, desde 2005, são duas vitórias peruanas, em amistosos em 2016 e 2019, um empate e 12 triunfos da Canarinho.
E quando o jogo é em solo brasileiro a situação fica ainda mais favorável para o time verde-amarelo. São nove vitórias e uma derrota nos últimos dez jogos. Ao todo, foram 18 confrontos, 14 triunfos, dois empates e duas vitórias peruanas. A última vez que o Peru venceu em solos brasileiros foi em 1985.
O Atlético-MG entra em campo na próxima quarta-feira (16), para enfrentar o Fortaleza, às 21h30 (de Brasília), pela 30° rodada do Brasileiro, na Arena Castelão. O técnico Gabriel Milito encara não só a missão de vencer o melhor mandante do campeonato, como também de montar um quebra-cabeça na escalação diante de 12 desfalques no elenco.
Enquanto o Galo é o 6° melhor visitante do Brasileiro, com 13 jogos disputados fora de casa e 16 pontos conquistados (sendo 4 vitórias, 4 empates e 5 derrotas), num aproveitamento de 41,03%, o time comandado por Juan Pablo Vojvoda assume o primeiro lugar do ranking da classificação como melhor mandante do Campeonato Brasileiro.
No torneio nacional, o Fortaleza não perdeu no Castelão, com um aproveitamento de 86,67%, segundo o Departamento de Matemática da UFMG. Em 15 jogos dentro dos seus domínios, o Leão do Pici soma 39 pontos, com 12 vitórias, 3 empates e nenhuma derrota.
Quem desfalca o Galo? Em uma maratona de jogos entre o Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores, o elenco do Atlético tem a ausência de 12 jogadores para a próxima rodada, entre lesionados, suspensos, convocados e poupados.
Além das ausências, Gabriel Milito planeja montar um time misto para preservar os seus principais jogadores para a sequência da temporada, visando os jogos decisivos.
No setor defensivo, quem pode aparecer entre os 11 primeiros é o zagueiro Maurício Lemos, que não entra em campo pelo Galo desde a 11ª rodada do Brasileiro. O último jogo do uruguaio foi, inclusive, contra o Fortaleza.
Lesionados: Guilherme Arana (coxa esquerda), Bernard (joelho direito), Cadu (joelho direito), Zaracho (hérnia do esporte) e Rubens (coxa direita);
Convocados: Junior Alonso (Paraguai), Alan Franco (Equador) e Eduardo Vargas (Chile);
Suspensos: Deyverson, Hulk e Lyanco;
Preservado: Paulinho (dor no osso da perna direita).
Provável escalação: Éverson; Mariano, Maurício Lemos, Igor Rabello (Bruno Fuchs), Rômulo; Fausto Vera, Paulo Vitor, Igor Gomes; Palacios, Alisson e Alan Kardec.
O Corinthians segue na briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Porém, de acordo com ranking feito pelo perfil @DataFutebol do X, antigo Twitter, o Timão terá a tabela mais fácil até o fim da competição. Por outro lado, o Atlético-MG terá a mais difícil.
Segundo o perfil, o ranking é baseado no aproveitamento em casa e fora dos adversários que as equipes irão enfrentar até o final da liga nacional.
Por conta disso, o Corinthians é quem terá, em tese, os adversários mais fáceis nessa reta final, tendo dificuldade de 1.17. O Alvinegro Paulista está atualmente na 17ª posição, com a mesma pontuação do Vitória, primeiro time fora da zona de rebaixamento, mas fica atrás por conta do número de vitórias (oito a seis).
Bragantino (1.20) é o segundo time com a tabela mais “tranquila” até o fim do Brasileirão. Em seguida, aparecem dois rivais do Timão contra o rebaixamento: o Vitória (1.21) e o Athletico-PR (1.24).
Já o Atlético-MG é quem enfrentará os adversários mais complicados, tendo 1.51 de dificuldade. Com 40 pontos, na nona colocação, a principal briga do Galo na competição é pela vaga na Libertadores.
Criciúma (1.48) e Palmeiras (1.48) aparecem em seguida no ranking da tabela mais difícil. O Alviverde ocupa a segunda colocação, com 57 pontos, e luta pelo título com o líder Botafogo, que terá a sexta reta final mais fácil (1.34). O Glorioso tem uma vantagem de três pontos na primeira posição.
Confira o ranking completo da tabela mais fácil até a mais difícil: