Após ter sido especulado no Palmeiras e no São Paulo, o presidente do Grêmio informou que o atacante Borré, do River Plate, teria um acerto verbal com o clube Gaúcho para assinar um pré-contrato.
Porém, após conversar com seu técnico, Marcelo Gallardo, o colombiano teria decidido adiar a assinatura do contrato. Segundo informa a ESPN argentina, o treinador teria dito para o atacante adiar acordo com o Imortal e aguardar por uma proposta da Europa.
O jogador de 25 anos tem vínculo com o River até 30 de junho, e poderá deixar a equipe argentina de graça no meio do ano. A proposta salarial do Grêmio é de US$ 2 milhões anualmente (R$ 11,51 milhões) e cerca de US$ 6 milhões de luvas (R$ 34,54 milhões).
O Ceará busca a contratação de Victor Ferraz para a lateral direita. O jogador viria para suprir a ausência de Samuel Xavier, que foi para o Fluminense. Uma sondagem ao jogador já havia sido feita pelo Ceará antes mesmo do fim da Série A do Brasileiro, após a confirmação da saída de Samuel, mas o Grêmio tinha interesse em mantê-lo.
Porém o cenário no clube gaúcho mudou no último mês com o time gaúcho abrindo negociações com outros clubes. Isso porque Ferraz virou a 3ª opção no elenco de Renato Gaúcho. Primeiro, Vanderson, cria da base, ganhou espaço como titular nos primeiros jogos da temporada e a chegada do experiente Rafinha para a posição facilitou o processo de liberação.
O lateral-direito, por ser mais experiente, se encaixa nas negociações em definitivo. Ele tem contrato com o Grêmio até 31 de dezembro de 2021. Victor Ferraz tem 33 anos e fez 42 partidas com a camisa tricolor, com um gol marcado. Ele se destacou no Santos entre 2014 e 2019, até chegar ao Grêmio em 2020, onde alterou entre titularidade e reserva.
O Ceará tem 3 jogadores para a posição: Buiú, Gabriel Dias e Eduardo.
A vitória do Botafogo sobre o Nova Iguaçu por 2 a 1, em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Carioca, no último domingo, evidenciou um ponto positivo para a temporada de 2021. Após um Brasileirão, onde o time foi omisso dentro de campo, o Glorioso, embora não tenha feito um grande jogo, lutou até o fim e conseguiu arrancar a virada na base da vontade de vencer - o que pouco se viu na última temporada.
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Após um jogo abaixo do esperado contra o Flamengo, na quinta rodada da competição, onde o time titular do Botafogo foi completamente dominado pela base Rubro-Negra, a mudança de postura era essencial para que o Glorioso reencontrasse o caminho das vitórias. Assim, foi com essa mentalidade que o elenco do clube de General Severiano chegou ao estádio Elcyr Resende de Mendonça, em Saquarema.
A gente tem que mudar a postura. A gente entrou um pouco abaixo (contra o Flamengo) do que estávamos apresentando. Então, temos que fazer um grande jogo hoje para voltar a vencer e voltar a confiança de todo o elenco - analisou Douglas Borges, em entrevista à Botafogo TV, na chegada ao estádio.
Sem dúvidas, o espírito tem que ser outro. Para jogar no Botafogo, tem que ter vontade e tem que ter garra. É isso que está faltando, mas vamos mostrar isso dentro de campo. A gente tem um foco que é classificar entre os quatro. Então, esse é o jogo para que a gente dê esse passo inicial para a classificação - disse Gilvan, também em entrevista à Botafogo TV, na chegada ao estádio.
É verdade que a atuação em campo do Botafogo não foi boa e, mesmo com mais posse de bola, a equipe teve pouca qualidade para concluir as jogadas criadas. No entanto, a declaração do camisa 4 do Botafogo sintetiza o espírito que apresentado dentro de campo. A "garra" citada por Gilvan prevaleceu sobre o desempenho ruim, sobre os 23 cruzamentos errados e sobre as oito finalizações que não encontraram a direção do gol de Luis Henrique.
Não só a mudança de postura, como também o resultado na prática podem ser um alento para o torcedor botafoguense de dias melhores. Na campanha do rebaixamento do Brasileirão de 2020, o Botafogo conseguiu apenas duas viradas: no empate contra o Corinthians por 2 a 2, na oitava rodada, e na vitória contra o Coritiba por 2 a 1, na 26ª rodada. Isso deixa claro como o poder de reação do Alvinegro não aparecia nos momentos de mais dificuldade durante a última temporada.
Tivemos uma atitude diferente do jogo contra o Flamengo. O jogo é muito emocional, quando você consegue virar o jogo desta forma, num contexto de tabela que precisávamos do resultado, isso nos dá muita confiança. Aqui é Botafogo, um clube que está acostumado a conseguir vitórias e conquistas no final - destacou o técnico Marcelo Chamusca em coletiva.
O Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira, no estádio Giulitte Coutinho, em Edson Passos, contra o Madureira. Esta será mais uma oportunidade para o time de Chamusca mostrar que já venceu o passado, criou uma nova identidade e pode, sim, mostrar poder de reação quando a adversidade surgir.
Um ano e 21 dias depois, Joel Carli pode voltar a vestir a camisa do Botafogo. O xerife ainda não será titular, mas está relacionado para enfrentar o Nova Iguaçu, neste domingo, às 18h (de Brasília), em Bacaxá, pela Taça Guanabara. Será o pontapé inicial da segunda passagem do argentino pelo clube, depois do divórcio e da reconciliação em 2020.
Carli não começa jogando porque ainda não teve tempo para entrar no ritmo nesse início de 2021. O defensor foi anunciado no último dia 12 e treina desde então no Nilton Santos. O clube trabalha sem pressa com o jogador, que tem 34 anos e volta ao clube depois de jogar apenas sete vezes durante a última temporada.
Se estivesse em condições ideais, o argentino voltaria a formar dupla com Marcelo Benevenuto. Era o que indicava o próprio técnico Marcelo Chamusca, que ainda tenta dar padrão à equipe e quer contar com quem já conhece o clube. No lugar de Carli jogará o recém-chegado Gilvan, já que Kanu está suspenso pela expulsão na última rodada. Se entrar em campo, Carli fará o jogo de número 155 com a camisa do Botafogo. Na última passagem, o zagueiro ficou no clube de 2016 a 2020. Divórcio e reconciliação Durante o último ano, a relação entre clube e jogador azedou e foi retomada em questão de meses. Em junho, Carli foi dispensado pela antiga diretoria, que desejava uma rescisão amigável para uma economia calculada em R$ 9 milhões. Só que o jogador fez questão dos próprios direitos, e o que era para ser alívio financeiro se tornou uma dívida de R$ 10 milhões na justiça do trabalho. A disputa durou até alguns dias atrás, quando houve acordo para o retorno do zagueiro. Essa foi uma conversa que começou nos últimos meses de 2020, ainda com a gestão anterior, que buscou reduzir o passivo e, ao mesmo tempo, contar com a experiência do jogador para a Série B. Coube à nova diretoria renegociar os termos e fechar o acordo.
Antes um dos maiores salários do elenco, Carli volta com custo bem mais baixo. Também aceitou reduzir as cobranças na Justiça. Agora, o zagueiro briga por posição com três garotos que cresceram no profissional tendo o argentino como referência: Kanu, Sousa e Marcelo Benevenuto. Além da companhia de Gilvan, de 31 anos, outro experiente da posição.