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Ainda restam dois jogos a cumprir antes da virada do ano, mas o 2021 do Inter começou já na última quarta-feira. O presidente eleito, Alessandro Barcellos, e seus vice-presidentes se reuniram com o atual mandatário, Marcelo Medeiros, e deram início à transição de gestões para o triênio 2021/23.
O encontro entre as duas diretorias na sala da presidência do Beira-Rio é a primeira de uma série de reuniões na agenda de Barcellos a partir de agora. Para tratar tanto do futuro quanto do presente do Inter diante de uma temporada que se encerra apenas em fevereiro.
O novo presidente está perto de fechar a contratação de Miguel Ángel Ramírez, atual técnico do Idependiente Del Valle, para comandar a equipe pelos próximos dois anos. Mas os seus planos para o que vem pela frente passa também pelo "agora". E por Abel Braga.
O atual treinador tem contrato com o clube até o final desta temporada. Alessandro Barcellos pretende ter uma conversa com o técnico e com os demais integrantes do departamento de futebol ainda nesta semana para traçar um diagnóstico do atual momento vivido pelo Inter.
Mesmo que já tenha os planos para o futuro traçados, o dirigente adota cautela sobre a mudança de rumos porque o Brasileirão ainda está em andamento. Barcellos quer evitar que a transição impacte no desempenho da equipe em um momento de encaixe sob o comando de Abel Braga.
Até porque o desempenho agora influencia no que será a próxima temporada. Atualmente, o Inter é quinto colocado no Brasileirão, com 41 pontos, e briga por um lugar no G-4, de olho na vaga direta na fase de grupos da Libertadores.
— O Abel é um ídolo colorado. Vamos conversar com o Abel, construir essa relação e enfrentar o período diferente com trabalho e dedicação dele. É um treinador com história, conseguindo encaixar o modelo de jogo. Não vamos passar por cima da instituição. Vamos fazer a imersão. Sentir ambiente, ideias, como está o vestiário para enfrentar essas 13 rodada que faltam — diz Barcellos.
O presidente assumirá o Inter com 11 rodadas do Brasileirão por disputar antes de encerrar a temporada. Por isso, a data para Miguel Ángel Ramírez assumir o Inter está indefinida, mesmo que as conversas com o treinador estejam perto de ser concretizadas.
É possível que o novo técnico só assuma a partir de fevereiro para iniciar os trabalhos da próxima temporada. E, assim, Abel Braga pode cumprir seu contrato com o clube, justamente até o fim de fevereiro, antes de se despedir. Isso será definido a partir da conversa entre o treinador e o novo presidente.
— Não vou garantir a permanência nem a saída. São grandes profissionais. O Inter precisa respirar o Campeonato Brasileiro. Esse respeito e cuidado teremos. Faremos essa transição de forma muito tranquila. A nossa equipe começa a responder melhor às ideias do Abel. É condição que nos traz possibilidade de estar avaliando. Isso é bom para o Inter — diz Barcellos.
As definições sobre quem comandará a equipe nos últimos jogos do Brasileirão não são as únicas na mesa do novo presidente. Barcellos tem de definir quem será o seu vice de futebol e também nomeará um diretor para o departamento.
O executivo Rodrigo Caetano deixará o clube na virada do ano. Paulo Bracks, do América-MG, é o nome mais cotado para assumir o cargo. Barcellos pretende também definir um nome para ser coordenador técnico do departamento de futebol.
GE
Os tempos completamente distintos no empate com o Vasco deram dois caminhos para o Fluminense: ser intenso e efetivo como antes do intervalo ou lento e sem inspiração como nos últimos 45 minutos. O que se viu na primeira derrota de Marcão no comando do Tricolor foi o que de pior aconteceu no clássico: uma equipe que teve maior posse de bola, mas nada fez com ela, levou praticamente nenhum perigo ao gol adversário, sofreu com um meio-campo de pouca mobilidade e um ataque confuso. O resultado? Vitória do Atlético-GO por 2 a 1 no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia.
Possível adversário do Palmeiras na semifinal da Libertadores, o técnico Marcelo Gallardo, do River Plate, demonstrou conhecimento sobre a equipe brasileira.
A primeira campeã olímpica do judô brasileiro se despediu oficialmente da seleção brasileira. Sarah Menezes, medalha de ouro em Londres 2012, se aposentou do time principal do Brasil ao ser promovida ao 6º dan da modalidade, honraria concedida pela Confederação Brasileira de Judô a medalhistas olímpicos que pararam de competir. Além da atleta piauiense, Leandro Guilheiro, duas vezes medalha de bronze em Olimpíadas - Atenas 2004 e Pequim 2008 -, colocou um ponto final em sua vitoriosa passagem pela Seleção. Ex-atletas e medalhistas em Jogos, Tiago Camilo, Flávio Canto e Carlos Honorato também foram condecorados com a faixa vermelha e branca.