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paulistaoTodos os clubes aceitaram a proposta da Federação Paulista de Futebol (FPF) de que o Campeonato Paulista 2020 termine dentro de campo. A decisão foi tomada após uma reunião virtual realizada na tarde desta quarta-feira.


Apesar de garantido, o reinício do Paulistão ainda não tem data para acontecer. Isso vai depender de uma liberação do Governo Estadual de São Paulo, que recentemente ampliou a quarentena para o próximo dia 22.


Assim que a FPF receber o "ok" para reiniciar o Paulistão, os clubes devem ganhar uma intertemporada - de 15 a 20 dias - para que os jogadores possam se recondicionar fisicamente devido ao longo período que estão parados.

Uma coisa acertada é que os jogos das duas últimas rodadas da fase classificatória e das fases seguintes (quartas, semi e final) acontecerão com os portões fechados para os torcedores.

NOVAS INSCRIÇÕES
Além disso, a FPF autorizou a inscrição de novos jogadores, já que muitos tinham contrato com os clubes até o início de maio - o líder Santo André, por exemplo, já perdeu 19 atletas. No entanto, a Lei Pelé - vínculo mínimo de três meses - precisará ser seguida.

 


"O campeonato cumprirá a Lei Pelé, o Estatuto do Torcedor e a Legislação geral vigente, bem como, o estatuto da Federação Paulista de Futebol e os regulamentos geral e específico da competição", disse a FPF em nota oficial.

Faltando duas rodadas para o fim da fase classificatória, apenas São Paulo e Red Bull Bragantino estão garantidos nas quartas de final. Já Ponte Preta e Botafogo são os dois últimos colocados na classificação geral.

 

futebolinterior

 

Os campeonatos de futebol que são realizados em Floriano, nas zonas urbana e rural, estão com suas partidas paradas devido ao coronavírus - COVID 19.

carlos

As informações foram repassadas ao Piauí Noticias pelo Carlos Iran, organizador de competições, numa entrevista por meio do Facebook. 

A entrevista foi dada na manhã de hoje direto da redação do PN. Carlos fala, inclusive, da saída do Anderson Kamar, da presidência do Corisabbá.

Da redação

Sem títuloNa virada de 2018 para 2019, enquanto o Palmeiras pagava US$ 6,5 milhões (R$ 25,2 milhões na data) pela contratação de Carlos Eduardo do Pyramids, o Flamengo tirava Bruno Henrique do Santos por R$ 23 milhões.

Mattos deabafa sobre saída do Palmeiras: 'Quando você está no olho do furacão, é culpado de tudo'

Criticado pela escolha feita na época, o então diretor de futebol do Alviverde, Alexandre Mattos, se defendeu e deu novos detalhes da história.

“O Bruno Henrique vinha de um ano de oscilação no Santos em 2018. O Palmeiras jogou com o Santos no final de 2018, ganhou por 3 a 2 e o Bruno Henrique foi reserva. Então, por mérito dele, ele virou o Bruno Henrique agora. Lá atrás ninguém questionava, não tinha pedido na internet para contratá-lo. E ele não fazia parte dos pedidos técnicos da nossa comissão. A nossa comissão colocou duas, três situações, uma delas era o Carlos Eduardo, mas não colocou o Bruno Henrique”, contou Mattos, hoje diretor do Atlético-MG, à FOX Sports nesta quarta-feira.


“Mas acho uma maldade, uma sacanagem, hoje, falar que pagou a mesma coisa do Bruno Henrique. Não. Então vamos falar que o São Paulo comprou o Pablo por mais dinheiro que o Bruno Henrique, que o Corinthians paga mais salário para o Vagner Love e para o Boselli que (o Flamengo para) o Bruno Henrique. O Palmeiras acabou de comprar o Rony, todo mundo aplaudiu, se o Rony não der certo aí vão crucificar todo mundo lá dentro? Não, não é assim”, seguiu o dirigente, que trabalhou no Palmeiras de 2015 a 2019.

Mattos elencou as três opções avaliadas pelo Palmeiras na época: Carlos Eduardo, que estava no Pyramids do Egito; Keno, que havia sido vendido pelo Verdão anteriormente ao mesmo clube egípcio; e Rony, que na época tinha um imbróglio com o time japonês Albirex Niigata.

“Agora (o Bruno Henrique) não era o jogador que estava na relação da nossa comissão técnica e análise. Não era. Era o Carlos Eduardo. O Rony; uma semana depois de vender o Keno nós contratamos o Rony, ele fez exame médico, contrato no Palmeiras, mas nosso departamento jurídico achou muito perigoso por causa da situação no Japão e vetaram a contratação. Nós tentamos fazer um acordo com os japoneses e o empresário do Rony não quis, disse que não daria dinheiro. Aí o Rony se perdeu. A verdade é essa”, relembrou.

“Também tentamos repatriar o Keno, infelizmente era muita grana, muita grana, não foi possível. E o Carlos Eduardo era aprovado pela comissão técnica, pela análise de desempenho, e foi aprovado pelo diretor financeiro e o presidente do clube. E nós adquirimos o Carlos Eduardo, sem problema nenhum, como adquirimos outros que deram certo”, concluiu o dirigente.

 

Espn

Foto: Getty Images

lucasverissimoAlexandre Mattos esfriou o interesse do Atlético-MG no zagueiro Lucas Veríssimo, do Santos, em entrevista à FOX Sports nesta quarta-feira.

Mattos falou sobre uma única tentativa frustrada do Galo de levar Veríssimo em março, na chegada dele ao clube mineiro.

“Foi logo na minha chegada, fizemos o correto, mas as coisas não caminharam. O presidente do Santos falou que era inegociável, agora vamos pensar em outra situação. Vamos deixar a poeira baixa pra ver o que vamos conseguir (para a posição) de forma criativa”, disse o diretor de futebol, antes de se defender das criticas do Santos diante da procura mineira.

“Não dá pra dizer que foi assédio. Assédio foi o que os chineses fizeram com o Dudu no Palmeiras. Ligavam pra ele e ofereciam muito mais do que ele ganhava e a gente tinha que renovar”, completou.

Procurado pela Gazeta Esportiva, o presidente José Carlos Peres disse que não recebeu qualquer proposta oficial do Atlético-MG por Lucas Veríssimo.

Veríssimo tem contrato com o Santos até 30 de junho de 2022 e espera há meses uma valorização financeira do clube.

 

Gazeta

Foto: Ivan Storti/Divulgação SFC