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Para um público de 1.080 espectadores (apenas 895 pagantes - renda de R$ 8.820), o River-PI não tomou conhecimento do Flamengo-PI e goleou o maiorrivengo rival, por 3 a 0, no Estádio Lindolfo Monteiro, em partida válida pela quarta rodada da Taça Cidade de Teresina, o segundo turno do Campeonato Piauiense.

 

 

No Rivengo (River e Flamengo) da agonia, a vitória colocou o Tricolor na zona de classificação, em terceiro lugar, para as semifinais e, consequentemente, aumentou a crise no rival rubro-negro, que não vence há três partidas.

 



Com o resultado maiúsculo, construído com gols do artilheiro Marciano, Igor e Marclei, o River-PI esboça uma recuperação no campeonato, agora com um novo técnico.

 

 

Josué Teixeira montou um time ofensivo, que dominou o a Raposa durante a maior parte do jogo. Agora, o Galo encara o Cori-Sabbá, no próximo sábado, no Estádio Tibério Nunes, em Floriano. Já o Flamengo-PI tem difícil e decisivo jogo contra o líder Parnahyba, no domingo, às 16 horas, no Estádio Verdinho, no litoral.

 

 

G1/piaui

Uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro está prestes a viver seu capítulo mais relevante da última década: após um hiato de dez anos, Flamengo e Vasco voltam a se encontrar em uma final de Campeonato Carioca neste domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã.
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Na esteira do sucesso recente do Fla e das dificuldades vividas pelo Vasco, os clássicos decisivos reservarão algumas escritas. A última vez que o Cruzmaltino venceu o arquirrival em uma decisão foi em 1988, quando duas vitórias - 2 a 1 e 1 a 0 - foram suficientes para garantir o título estadual por antecipação. A previsão era de quatro confrontos, mas o clube de São Januário evitou os últimos dois por já ter iniciado o quadrangular final com um ponto conquistado.



Desde então, foram sete decisões, todas com final feliz para o Flamengo. Em 1999 e, mais recentemente, em 2011, o Rubro-Negro superou o rival na decisão da Taça Rio e sequer precisou de uma final geral para sagrar-se campeão. Em 99, 2000, 2001 e 2004, o sucesso veio em finais de Carioca. Ainda houve 2006, quando o único "Clássico dos Milhões" válido pela decisão de uma competição fora do Rio de Janeiro terminou em mais um sucesso do Fla, que conquistou o bicampeonato da Copa do Brasil.

 


Agora, o Cruzmaltino chega embalado para quebrar a sequência negativa para o rival. Um dos trunfos é a concentração total na final, diante de um Fla dividido entre o Estadual e a Libertadores. Na última quinta-feira, o Vasco mandou um time B a Manaus para enfrentar o Resende, pela Copa do Brasil, afim de concentrar-se na final de domingo. O Fla, por sua vez, retornou de uma viagem cansativa ao Equador apenas na última quinta, após vencer o Emelec por 2 a 1.



A partida de volta está marcada para o domingo seguinte (13 de abril), também às 16h e, é claro, também no Maracanã. O Fla pode levantar a taça com apenas dois empates, por ter terminado a primeira fase na primeira colocação. Se o placar acumulado ao fim dos dois confrontos estiver empatado, com uma vitória para cada equipe, o campeão será decidido na disputa de pênaltis.


Fonte: MSN

Após sofrer três derrotas no segundo turno do Campeonato Piauiense de Futebol, a representação de Floriano jogou nessa noite de sábado, 5,  nos seusvanin042014 domínios, Estádio Tibério Barbosa Nunes, mas não agradou os 261 torcedores, sendo desses, 159 pagantes que renderam na portaria R$ 2.032,50.



As duas equipes se apresentaram mal em campo com  muitas jogadas mau trabalhadas e com muitos gols perdidos, mas o Cori por estar em casa e com apoio da sua minúsculo torcida,  foi pior, pois apesar de vencer por 1 x 0 o Caiçara, de Campo Maior, não  mostrou um  bom futebol o que ocasionou uma série de oportunidades não finlaizadas.

 

 


Logo no início do primeiro tempo o Cori-Sabbá  teve um  pênalti a seu favor que foi desperdiçado, em seguida foi uma sequencia de gols perdidos que revoltaram os 261 torcedores que foram ver o futebol e passar muita raiva, pois a maioria das pessoas que estava no Estádio reclamou do resultado, quando o Alvi-negro deveria ter goleado os adversários.

 


São os primeiros três pontos ganhos do Cori em quatro partidas nessa segunda etapa da competição no Piauiense de Futebol de 2014. A equipe de Floriano tem  mais duas partidas no Tiberão e no sábado estará enfrentando o River, às 18:00h. O comandante da time florianense é o treinador Vanin.

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

Os jogadores do Cori-Sabbá estão neste momento participando de uma palestra de motivação, visando a partida de logo mais à noite contra o Caiçara no Estádio Tiberão, quarto jogo do segundo turno do Campeonato Piauiense de Futebolcori042014

 

 

Além  dos jogadores, alguns integrantes da comissão técnica estão presentes acompanhando o que está sendo colocado pelo palestrante Raimundo Machado, gerente  de uma loja de Departamentos de Floriano.



O  técnico Faustivânio Fernandes (Vanin) está presente e numa entrevista cedida há pouco ao repórter Carlos Iran, disse  "estamos sempre acreditando, pois temos chances de classificação , chances de dar a volta por  cima nesse segundo turno e chegou um momento que não é somente treinamento, não é só de cobranças, mas de mostrar credibilidade e temos que incentivar, mostrar para os jogadores que eles são capazes de conseguir uma vitória, temos que vencer e mostrar confiança”.

 


Ainda segundo o treinador o foco é exatamente mostrar que eles são capazes, que a qualidade deles é colocada em dúvida, mas eles não perderam o seu potencial da noite para o dia e falta um pouco de concentração,  mas vamos voltar ao foco que é a vitória, explica Vanin, destacando o palestrante que esteve falando sobre a área de motivação.

 

 

Financeiro
Sobre o financeiro, os jogadores estavam com o repasse em atraso e hoje foi liberado. “O atraso de salários é fator que dificulta, pois quando você joga numa equipe que tem um  salário maior, às vezes sai 20, 30, até 40% e a pessoa vai resolvendo os problemas, mas o Cori é diferente, pois se trata de uma  equipe que tem o teto salarial baixo, e quando se pega nesse dinheiro de metade não dá para resolver os problemas  e os jogadores tem família como qualquer outro trabalhador,  explica Vanin.

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com