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Uma paciente que estava com problemas de saúde e que, inicialmente foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após solicitação de presenças de profissionais em saúde feita do Povoado Rodagem, zona rural de Barão de Grajaú-MA, entrou em óbito.

A paciente, que não teve o nome revelado, esteve no Hospital Barjonas Lobão, de Barão de Grajaú, onde recebeu os primeiros atendimentos médicos e de enfermagem, dentro das condições estruturais do hospital local, classificado como de pequeno porte.

Com o agravamento do seu quadro clínico e a necessidade de exames mais complexos para um diagnóstico preciso, houve  a transferência da paciente para a UPA de Floriano-PI, onde  continuou sendo assistida pela equipe de saúde, mas infelizmente não resistiu.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Barão informou que todos os procedimentos realizados foram devidamente registrados em prontuário, desde o primeiro atendimento até a transferência. O órgão enfatizou que a paciente recebeu atendimento rápido, humanizado e dentro dos protocolos médicos, respeitando os limites e a estrutura da rede municipal de saúde.
A Secretaria Municipal de Saúde que lamentou a perda irreparável, publicou uma nota e reforçou seu compromisso com o cuidado à população, sempre pautado na ética, no respeito e na responsabilidade. Veja nota:

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Da redação

"Feliz aniversário, prefeito Antônio Reis, que Deus continue derramando chuvas de bênçãos em sua vida."  Foi o externou o vereador Magno Weverson, da base da gestão. 

O professor Antônio Reis esteve de aniversário no domingo, 25, e conforme informaçôes, recebeu muitas mensagens de familiares e amigos, bem como de populares. O que externou o professor e vereador Magno Weverson.

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Da redação

 

Um jovem iraniano de 23 anos desenvolveu uma condição rara e debilitante conhecida como síndrome da cabeça caída, causada, segundo médicos, pelo uso prolongado de drogas. O caso, inédito na literatura médica, foi relatado por profissionais da Universidade de Medicina de Isfahan e publicado recentemente na PubMed Central.

A condição, clinicamente chamada de cifoescoliose cervical, levou o pescoço do paciente a se curvar em um ângulo de 90 graus, impedindo os músculos da região de sustentarem o peso da cabeça. De acordo com o relatório médico, o jovem apresentava um histórico de transtorno depressivo maior e era dependente de heroína, ópio e anfetaminas.

Os especialistas explicaram que o abuso das substâncias não causou diretamente a deformidade, mas contribuiu de forma indireta: "Quando o paciente usava a droga, permanecia em uma determinada posição por um longo período. Ao longo dos meses, isso resultou em alterações musculoesqueléticas que levaram à cifoescoliose", escreveram os médicos no estudo de caso.

A cifoescoliose cervical costuma estar ligada a doenças neuromusculares, como miopatias e doenças do neurônio motor, ou até a anomalias anatômicas. No entanto, esta é a primeira vez que a condição é associada ao abuso de drogas, o que chamou atenção da comunidade médica internacional.

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Antes de buscar ajuda especializada, o jovem tentou diversos tratamentos alternativos, como remédios à base de ervas e terapias tradicionais, mas sem sucesso. Sua situação clínica era agravada por condições socioeconômicas precárias e pela negligência com a saúde.

Após exames detalhados, incluindo uma tomografia computadorizada, os médicos identificaram deformações nas vértebras cervicais C3, C4 e C5. A equipe então decidiu realizar uma cirurgia complexa, dividida em três etapas, para corrigir a estrutura do pescoço.

O procedimento foi bem-sucedido. No dia seguinte, o paciente já conseguia caminhar com o auxílio de um colar cervical e teve alta hospitalar três dias depois. Durante o acompanhamento, passou por suporte psiquiátrico e conseguiu abandonar o uso de drogas.

Um ano após a operação, os médicos relataram melhora significativa no alinhamento da coluna cervical e na qualidade de vida do paciente.

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