Brincar ou participar do carnaval, para a maioria, é quase que uma obrigação. Em Floriano, as diversões ocorreram das mais variadas formas. Aqueles que não gostam das multidões, mas estão no meio delas, o único jeito é entrar na farra de forma diferente.

O empresário Gustavo, do ramo de acessórios para carros, optou, com alguns dos familiares, por ficar na calçada de casa, saboreando uma bebida e tira-gostos dos mais variados.
Os familiares dele moram na Rua Sete, bem próximo ao local onde o trio elétrico encerra o arrastão no Cais da Beira-Rio. Veja essa entrevista com o economista sobre o carnaval.

Da redação