Com os olhos míopes, diante de promessas vãs, o povo espera, sem enxergar a realidade, colocando em um altar a famigerada corrupção, reconhecendo os chefes das facções como heróis de uma nação, cuja deusa desonesta é corrupta, rouba e furta.

As instituições, de toga e crachá com diplomas de verniz, leiloam a pátria em cada manhã, cospem na cara do povo e dizem: eis teu País. A ignorância consente; vendem-se os filhos por bolsa e pão, reza-se para o santo da mesma serpente, que mama no peito da corrupção.
Aplaudem ruínas como se fossem altares construídos por Deus, chamam de ordem a desordem e a injustiça, elegem os mesmos corruptos, sem questionar o passado e o presente. Vejo um povo sofrido e alienado, fruto de uma educação inconveniente que não agrega caráter, respeito e dignidade.
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JOSÉ OSÓRIO FILHO.
Da redação