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Um casal foi preso, armas de fogo e motocicletas apreendidas durante uma operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira, 05, no município de Água Branca, no Médio Parnaíba piauiense. A ação contou com a atuação do serviço de inteligência da PM, Força Tática e Polícia Civil, e ocorreu na região do bairro Compasa.

casal

Durante a operação, os policiais apreenderam duas armas de fogo, sendo uma espingarda calibre 32, uma pistola calibre .380, além de munições, e duas motocicletas — uma Honda Fan 160, com registro de roubo na cidade de Olho D’Água do Piauí, e uma Honda Biz.

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O homem preso, conhecido pelo apelido de “Curiri”, era procurado pela Justiça após romper uma tornozeleira eletrônica. Ele é suspeito de envolvimento em diversos assaltos à mão armada em cidades da região do Médio Parnaíba e também de participação em homicídios, incluindo um crime ocorrido há poucos dias em Água Branca.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, Curiri é apontado como suspeito de participação no homicídio do jovem Antônio Wanderson Moura dos Santos, de 17 anos, assassinado a tiros na noite do dia 26 de janeiro, na saída de Água Branca para o povoado São João. Na ocasião, a vítima foi abordada por dois homens armados em uma motocicleta, que efetuaram vários disparos, principalmente na região da cabeça. Após os primeiros tiros, os suspeitos fugiram, mas retornaram e realizaram novos disparos antes de deixar o local.

Ainda segundo a polícia, o casal já possui passagens pelos crimes de tráfico de drogas, o que reforça a suspeita de envolvimento com atividades criminosas na região. As investigações apontam que o serviço de inteligência conseguiu identificar o local onde os dois estavam escondidos, possibilitando a ação que culminou na prisão.

Todo o material apreendido foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, e o casal permanece à disposição da Justiça. A operação reforça a atuação integrada das forças de segurança no combate ao crime organizado e à violência no Médio Parnaíba.

Com informações do canl 121

Foto: Divulgação PM

Nessa quarta-feira, 04, a Polícia Militar do Piauí prendeu um homem de 42 anos suspeito de tráfico de drogas no bairro Aerolândia, no município de Picos, no Sul do estado. A ação foi realizada por equipes da 3ª Companhia do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI).

traficant

De acordo com a PM, a equipe realizava patrulhamento ostensivo quando recebeu informações de que um indivíduo conhecido pelo apelido de “Dão Dão” estaria comercializando entorpecentes na região. Com base na denúncia, os policiais se deslocaram até o ponto, onde localizaram o suspeito conduzindo uma motocicleta.

Ao perceber a aproximação da viatura, o homem fugiu em alta velocidade por diversas ruas do bairro, colocando em risco pedestres e moradores. Durante o acompanhamento tático, ele entrou em uma viela que faz divisa entre os bairros Aerolândia e Paroquial, local sem acesso para o veículo policial, o que levou parte da equipe a continuar a perseguição a pé.

drogdinheiro

Durante a fuga, o suspeito perdeu o controle da motocicleta e caiu ao solo. Ao se levantar, retirou do bolso uma sacola plástica e a arremessou, na tentativa de se desfazer do material ilícito, prosseguindo na fuga a pé. Ele foi alcançado e contido após cerco policial realizado pelas equipes.

Na sacola descartada, os policiais localizaram 30 invólucros de substância análoga ao crack, quatro invólucros de substância análoga à maconha e a quantia de R$ 89 em dinheiro. Também foram apreendidos uma motocicleta Honda CG 150 Fan, de cor preta, ano 2014, e um aparelho celular.

Diante do flagrante delito, foi dada voz de prisão ao suspeito, identificado pelas iniciais F. M. A. O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil em Picos, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

Com informações e fotos da SSP-PI

Na manhã desta quinta-feira, 05, três pessoas foram presas, durante uma operação do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) que esclareceu o assassinato de Francisco Pereira da Rocha, conhecido como “Chico Sapato”, ocorrido no dia 13 de janeiro, na zona rural do município de José de Freitas. Segundo a polícia, o agricultor foi morto após circular uma falsa informação de que ele passava informações para a polícia.

suspeitos

Os suspeitos foram localizados na localidade Olinda, zona rural do município. Entre os presos estão os dois executores do crime e o olheiro, responsável por avisar sobre o deslocamento da vítima. Durante as diligências, uma mulher também foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

criminososagricultor

O delegado Bruno Ursulino, responsável pelo caso, explicou que as investigações começaram imediatamente após o crime e contaram com o apoio da Delegacia Seccional de José de Freitas.

“No dia 13 de janeiro aconteceu o homicídio do senhor Francisco, conhecido como Chico Sapato, e as investigações se iniciaram imediatamente. Nossa equipe foi designada para dar continuidade aos trabalhos, com troca constante de informações com a delegacia seccional de José de Freitas, que nos ajudou bastante”, afirmou.

Segundo o DHPP, foram presos Francisco Douglas, conhecido como “Bigodinho”, apontado como piloto da motocicleta, e Jefferson William, padrasto de Douglas e garupa da moto. De acordo com a polícia, os dois foram os autores dos disparos que mataram a vítima.

Também foi preso Francisco Alves, conhecido como “São Pedro”, apontado como olheiro do crime.

Durante as diligências, Ivonete Alves, mãe do piloto da motocicleta, foi presa em flagrante por tráfico de drogas, após a apreensão de cocaína e crack.

Motivação do crime Conforme as investigações, o crime foi motivado por uma suposta colaboração da vítima com a polícia, informação que não se confirmou, mas que circulou na região após uma operação policial realizada em 28 de novembro de 2025 pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

“A vítima passou a ser colocada como um possível colaborador da polícia, mas isso não é verdade. Mesmo assim, essa informação correu na região e foi usada como justificativa para o crime”, explicou.

O delegado detalhou que o assassinato foi encomendado por Janildo Amaro de Oliveira, conhecido como “Galego”, apontado como mandante e coordenador de um grupo de pistoleiros que atuava na região.

“O Galego mantinha um grupo de pistoleiros escondido em uma propriedade rural. Esses homens eram acionados sob demanda para crimes por encomenda, e ele foi quem ofereceu toda a logística, armamento e pagamento pela execução”, afirmou.

Dinâmica do crime

Segundo a polícia, o valor oferecido foi de R$ 5 mil, além da quitação de uma dívida relacionada à venda de porcos.

No dia do assassinato, os executores saíram da zona urbana de José de Freitas até a zona rural, foram até a casa da vítima e chegaram a manter contato com familiares.

“Eles perguntaram pela vítima e, ao serem informados de que ela vinha descendo pela rua principal, retornaram, desceram da moto armados com um revólver calibre 32 e outro calibre 38 e efetuaram os disparos”, relatou.

Após o crime, os suspeitos fugiram em direção à zona urbana. Todo o trajeto foi reconstituído pelos investigadores, o que permitiu a identificação dos envolvidos e o cumprimento dos mandados de prisão.

O delegado destacou que Chico Sapato era um cidadão de bem, sem envolvimento com atividades criminosas.

“Era um cidadão de bem, não tinha envolvimento com crimes e também não participou da prisão de pistoleiros naquela região”, reforçou.

Histórico de Janildo, o Galego O mandante do crime, Janildo Amaro de Oliveira, morreu em confronto com equipes do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (Bepi), no município de Luzilândia, após reagir à abordagem policial.

“Ele era um criminoso já procurado por vários estados. Ao ser localizado, reagiu à prisão, sabia que tinha pelo menos três mandados de prisão por homicídio e acabou morrendo no confronto”, explicou.

Segundo o delegado, a arma apreendida com o mandante foi reconhecida pelos presos como a utilizada no crime.“Os presos afirmaram que o revólver calibre 38 apreendido com o Galego foi o mesmo utilizado no homicídio, já que ele forneceu toda a logística”, afirmou.

O DHPP informou que os executores não eram pistoleiros profissionais, mas criminosos locais envolvidos com tráfico de drogas e roubos de motocicletas.

“Eles eram bandidos locais. O Bigodinho, por exemplo, tem histórico de roubos de moto. Essa proximidade com o grupo facilitou a contratação”, disse.

A investigação apontou ainda que os suspeitos tinham vínculo com a região da vítima, o que facilitou a identificação do alvo.

“Um dos suspeitos chegou a estudar com um filho da vítima. O mandante sabia que eles conheciam a região e não errariam o caminho”, acrescentou.

De acordo com o DHPP, o inquérito foi encerrado e, até o momento, não há outros envolvidos a serem presos. Os suspeitos seguem presos preventivamente.

Com informações do cidade verde

Na manhã desta quarta-feira (4), a Polícia Civil, Seccional de Floriano, em conjunto com a Polícia Militar do 3º BPM, (Força Tática), realizou uma operação para combater o tráfico de drogas e a invasão de terrenos alheios no Cais da Beira Rio, em Floriano.

A ação foi desencadeada a partir de denúncias e levantamentos da equipe da Polícia Civil, que apontavam a presença de indivíduos praticando tráfico de drogas em uma área invadida no local.

A operação visou desarticular a atividade criminosa e garantir a segurança da população. Mais informações serão divulgadas à medida que a investigação avançar.


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A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos.  Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.

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As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano. 

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Da redação