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O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (20) a Emenda Constitucional 135, que traz várias medidas para diminuir a despesa obrigatória federal. Entre outros pontos, o texto reduz o público-alvo do abono salarial do PIS/Pasep.
Também limita a criação de receitas vinculadas a despesas e permite ao governo reduzir subsídios em geral para cumprir a meta fiscal.
Antônio Cruz/Agência Brasil

A emenda tem origem em proposta (PEC 45/24, apensada à PEC 31/07) que integra o pacote de ajuste fiscal do governo, aprovada nesta quinta na Câmara dos Deputados e também no Senado.
Coesão fiscal
A emenda foi promulgada em sessão solene conduzida pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ele afirmou que o objetivo da Emenda Constitucional 135 é preservar a coesão fiscal. “A emenda promove ajustes pontuais, mas necessários e significativos”, disse.
Pacheco negou que o texto retire direitos sociais. “O que se almejou com a proposta foi, mais do que simplesmente diminuir o gasto público, melhorá-lo em termos qualitativos, direcionando-o do modo mais fidedigno e eficiente possível a quem dele mais necessita”, afirmou.
Ele agradeceu a atuação dos relatores da PEC 45/24 na Câmara dos Deputados e no Senado, respectivamente deputado Moses Rodrigues (União-CE) e senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Fundeb
A Emenda Constitucional 135 foi promulgada sem o trecho que permitia o uso do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) para a compra de merenda escolar. O trecho havia sido aprovado pelos deputados, mas foi retirado pelos senadores.
Com a exclusão, o Fundeb não poderá ser usado na nova finalidade. O fundo financia as redes públicas de ensino, desde o infantil até o ensino médio.
Outras medidas
O pacote fiscal do governo continha mais dois projetos, igualmente aprovados pela Câmara e pelo Senado nesta semana, e aguardando sanção presidencial. O PL 4614/24 limita o aumento real (acima da inflação) do salário mínimo e restringe o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Já o PLP 210/24 impõe travas para o crescimento de despesas com pessoal e para incentivos tributários em caso de déficit primário. O texto também permite o uso de superávit de quatro fundos para pagar a dívida pública por seis anos.
O governo alega que as medidas do pacote fiscal são necessárias porque as despesas obrigatórias (como programas sociais e salários do funcionalismo, por exemplo) crescem a um ritmo superior aos limites de variação da despesa previstos no arcabouço fiscal. Isso reduz os recursos para investimentos públicos.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Em uma solenidade marcada pelo reconhecimento de quem contribui dia a dia com o desenvolvimento de Floriano, a Câmara Municipal realizou nesta quinta-feira, 19 de dezembro, uma sessão solene especial para encerrar o ano legislativo de 2024 e a legislatura do período de 2021 a 2024. Na mesa de honra, o presidente da casa, Joab Curvina, o secretário de governo, Phillippe Cronemberger, representando o prefeito Antônio Reis; o deputado estadual, Marcus Vinícius; e a sub-comandante do 3º BPM, Major Leucijane Vasconcelos, representando o Tenente Coronel Gilson Leite.
Após a abertura dos trabalhos e boas vindas aos presentes, os homenageados foram chamados um a um para receber o título de cidadão/cidadã florianense, nove personalidades das mais diversas áreas, que escolheram Floriano para viver e trabalhar. Convidado a discursar, o mais novo cidadão florianense, Capitão Maia, falou em nome dos homenageados. “Juntos somos exemplos de que a dedicação e o trabalho fazem a diferença. Nossa profunda gratidão e renovado compromisso por fazer parte dessa terra tão especial”, disse.
Todos os vereadores discursaram em tom de despedida. Phillipe Cronemberger falou em nome do prefeito, enaltecendo o papel importante da Câmara em contribuir com o crescimento de Floriano.
Rodrigo Ribeiro Costa Cavalcante – Professor (Administração)
Helena Carreiro Varão - Empresária