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A governadora Regina Sousa (PT) avaliou nesta quinta-feira (23) que a cúpula do governo federal parece ter como objetivo “massacrar os estados” com os avanços que tem feito para estabelecer um teto para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). 

Na quarta-feira (21), governadores de 26 estados pediram ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de parte da decisão do ministro André Mendonça, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Corte neste ano, sobre a redução das alíquotas de ICMS sobre combustíveis.

“Além de baixar quer que congele na média dos últimos seis anos. Isso mata os estados, é uma “pá de cal”. É uma resolução desnecessário e que não tem cabimento. Esperamos que o Supremo reveja. O projeto em si ainda não foi sancionado, então, ainda não se pode entrar com ação, mas quando sancionar também vamos questionar a inconstitucionalidade. Todos os estados perdem. Não é que não precise baixar o combustível. Não são os governadores os responsáveis pelo aumento nos preços, se fosse por isso não teria alterado nessa semana”, explicou Regina Sousa. 

Tramita ainda no Congresso Nacional um projeto de lei do governo federal que do teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, gás natural, telecomunicações e transporte público. 

CPI 

Regina Sousa avaliou que a instalação de uma Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) para investigar a Petrobras não é o melhor caminho a ser seguido para que se resolva a alta no preço dos combustíveis. 

A instalação da investigação é defendida por Jair Bolsonaro e conta com 134 assinaturas de deputados federais. Para Regina Sousa, não é possível alcançar resultados razoável no inquérito em uma ano eleitoral. 

“Nesse momento de eleição acho difícil uma CPI dar um resultado satisfatório, temos exemplo disso. Mas, é um trabalho dos senadores e deputados, se eles quiserem fazer. Mas não resolve o nosso problema de perda de arrecadação. Temos é que ir atrás de cobrir essa perda para podermos sobreviver até o dia 31 de dezembro”, disse. 

Fundo de Equalização 

Sem demonstrar esperanças de que a medida seja implementada e não passe de uma promessa, Regina Sousa voltou a defender a implementação de um fundo de equalização dos combustíveis. 

Regina Sousa afirmou que os governadores propuseram para Bolsonaro repassar o valor direito para o setor privado, mas seguem tento a negativa do chefe do executivo. Para ela, toda essa movimentação parece ter o objetivo prejudicar os estados. 

“Cada vez que tivesse aumento internacional teria um fundo para segurar. É como quem segura estoque regulador. O milho sobre, mas se o estado tiver a regulação, segura o preço. É o mesmo com o combustível. Sugerimos até que poderiam dar para direto para as distribuidoras, se ele colocasse R$ 1,50 elas não iriam repassar o preço final. Então, ficava tudo bem. Mas não, parece que foi com o propósito de massacrar os estados”, disse. 

O prefeito Antônio de Lú, de São Francisco do Piauí, numa viagem a Teresina, esteve numa reunião com o deputado estadual Gustavo Neiva  do Progressista - e com o superintendente Estadual do DNOCS, Arão Lobão. O gestor são-franciscano, de segundo mandato, está buscando meio de investimento na cidade, ou seja, algo de investimento para o município.

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"Em breve estará chegando mais melhorias para o nosso município", externou Antônio de Lú afirmando que também está contando com o apoio do deputado Júlio Arcoverde.

"O deputado tem nos dado apoio para viabilizar benfeitorias a nossa cidade", conclui o prefeito que aparece a imagem com o deputado Gustavo Neiva (Progressistas) e com Arão Lobão.  Ja na manhã de hoje, 23, ao atender uma ligação do Piauí Notícias o prefeito Antonio afirmou que está cumprindo agenda na capital - Teresina - onde tem se reunido com lideranças.

Da redação

"O trabalho do vereador deve ser aonde o povo precisa! Por isso, realizei visita técnica no Shopping Floriano, junto aos demais colegas da Câmara Municipal", foi o que externou o vereador petista João Neto (á esquerda), depois de visita ao empreendimento, que está localizado na região da universdades, que está ameaçado de fechar.

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O nosso objetivo, disse o vereador petista, "é aliar o crescimento da economia e geração de empregos em nossa cidade".

Dentre as reivindicações da categoria estão, ainda de acordo com o parlamentar, a melhoria na mobilidade urbana e a iluminação pública, bem como a regularização de transporte coletivo.

"A visita é resultado de reunião realizada com o Sindicato do Comércio Verejista de Floriano (Siconflor)", concluiu.

 

Na segunda-feira, 20, o deputado estadual Francisco Costa (PT) anunciou obra de pavimentação poliédrica (calçamento) de 15.723,29 mil metros quadrados de vias da zona rural do município de Oeiras.

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As comunidades contempladas com as obras de pavimentação poliédrica serão o Assentamento Capim Grosso, Tapera dos Tunícos, Malhadinha do Meio, Fomento e Contentamento, zona rural do município de Oeiras.

 

Esta é uma ação do deputado Francisco Costa através de reivindicações dos líderes municipais, Dr. Hailton Filho, vereador licenciado e atual coordenador regional do ProPiauí, Gilmar Fontes, Pedro Freitas, Nelson Júnior e outros líderes do município.

A realização das obras é emenda do deputado Francisco Costa com recursos do ProPiauí e Governo do Estado do Piauí.

“Estou aqui com o secretário Igor e com o Consultor Japhet, ambos felizes pela oportunidade de estar levando esta obra de pavimentação para a zona rural do município de Oeiras. É uma articulação que o nosso mandato fez em parceria com as reivindicações dos nossos líderes municipais que também reivindicam e querem que os investimentos aconteçam na cidade.” Disse o deputado estadual Francisco Costa (PT/PI).

Por Romário Britto integração

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação