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A ansiedade afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 450 milhões de indivíduos convivem com algum transtorno psicológico. O mais alarmante? Dois terços dessas pessoas não recebem o tratamento adequado, muitas vezes por falta de informação ou por preconceito.

Ignorar os sintomas da ansiedade pode levar a consequências sérias, tornando essencial o acompanhamento profissional para promover o bem-estar e o crescimento pessoal.

No entanto, pequenas mudanças no dia a dia também podem contribuir significativamente para o controle da ansiedade. Quer descobrir formas naturais e acessíveis para aliviar o estresse?

  1. Kava-Kava: O Relaxante Natural Essa erva é uma das mais eficazes para induzir o relaxamento. Seu consumo deve ser moderado, pois pode causar sonolência – razão pela qual, em alguns países, é vendida apenas com prescrição médica. No entanto, quando utilizada corretamente, pode ser uma grande aliada para reduzir a ansiedade e promover a tranquilidade.
  2. Exercícios intensos: Energia para o corpo e a mente Atividades aeróbicas vigorosas, como spinning e jump, são excelentes para dissipar o estresse acumulado ao longo do dia. Além de liberar endorfina – o hormônio do bem-estar –, a prática regular de exercícios melhora o condicionamento físico e proporciona uma sensação imediata de alívio mental.
  3. Valeriana: O chá do sono tranquilo A raiz da valeriana é amplamente utilizada na preparação de chás relaxantes. Suas propriedades sedativas são tão eficazes que alguns medicamentos naturais já incluem esse ingrediente em sua composição. Tomar uma xícara antes de dormir pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e reduzir os sintomas da ansiedade.
  4. Yoga: Respire fundo e equilibre sua mente A prática do yoga combina posturas físicas com técnicas de respiração, promovendo relaxamento profundo e fortalecimento mental. Além de aliviar a ansiedade, a meditação e os exercícios de mindfulness são ferramentas poderosas para melhorar a concentração e a estabilidade emocional.
  5. Terapia: O caminho para o autoconhecimento Conversar com um profissional de saúde mental pode ser transformador. A terapia ajuda a identificar padrões de comportamento, trabalhar emoções e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e o estresse diário. Mais do que um tratamento, é um investimento em qualidade de vida.

Incorporar essas práticas na sua rotina pode fazer toda a diferença. Escolha as que mais se encaixam no seu estilo de vida e dê um passo em direção ao equilíbrio emocional e ao bem-estar!

Seja treinando dois dias ou sete, o importante é se mexer. Seu corpo irá agradecer, independente do cronograma.

Outras dicas de saúde na Catraca Livre Embora existam várias formas de gerenciar a ansiedade, como exercícios físicos, terapia e meditação, a alimentação também desempenha um papel importante. Escolher a dieta e alimentos certos pode ajudar a reduzir os sintomas e promover uma sensação de bem-estar. 

Catraca Livre

A vacina contra a chikungunya, aprovada nesta segunda-feira (14) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), pode em breve integrar o calendário de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde). O Ministério da Saúde já anunciou que solicitará a inclusão do imunizante no PNI (Programa Nacional de Imunizações), com aplicação prevista para adultos a partir dos 18 anos.

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O pedido será encaminhado à Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS), que avalia a adoção de novas tecnologias para uso na rede pública. Se aprovada e com capacidade de produção assegurada, a vacina poderá começar a ser distribuída nos postos de saúde em todo o país.

Desenvolvido pelo laboratório Valneva, da França e da Áustria, em parceria com o Instituto Butantan, o imunizante é o primeiro autorizado no Brasil para prevenção da doença. O pedido de registro havia sido submetido à Anvisa em dezembro de 2023.

Eficácia e produção nacional A eficácia da vacina foi comprovada em dois estudos clínicos de fase 3, realizados no Brasil e nos Estados Unidos. No estudo conduzido no país, sob coordenação do Instituto Butantan, 98,8% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes contra o vírus, demonstrando forte resposta imunológica e perfil seguro.

Além disso, o Butantan já trabalha em uma segunda versão da vacina, com formulação, liofilização (processo de secagem) e rotulagem realizadas no Brasil. Essa etapa permitirá uma produção nacional com custos reduzidos, favorecendo a ampliação do acesso via SUS.

Doença em crescimento no país Transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti — o mesmo que transmite dengue e zika —, a chikungunya provoca febre alta e dores intensas nas articulações, que podem evoluir para quadros crônicos de dor, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.

O vírus chegou ao Brasil em 2014 e, desde então, se espalhou por todos os estados do país. Até o dia 14 de abril de 2025, o Ministério da Saúde já havia registrado 68,1 mil casos da doença e 56 mortes confirmadas.

R7

Foto: Julia Prado/Ministério da Saúde - Arquivo

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro da vacina contra Chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica austríaca Valneva. Com a decisão, o imunizante, de dose única, será indicado para a prevenção da doença em pessoas com 18 anos ou mais. O texto foi publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (14).

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Segundo a Anvisa, a vacina demonstrou induzir produção “robusta” de anticorpos neutralizantes contra o vírus Chikungunya em estudos clínicos que avaliaram adultos e adolescentes que receberam uma dose do imunizante.

Os principais sintomas da doença são febre de início repentino (acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e punhos. Pode acontecer também dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele. Alguns pacientes podem desenvolver dor crônica nas articulações.

Esta é a primeira vacina contra a doença, que é transmitida pela picada de fêmeas infectadas do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. Atualmente, todos os estados brasileiros registram transmissão desse arbovírus.

O imunizante é contraindicado para mulheres grávidas, pessoas imunodeficientes ou imunossuprimidas.

R7

Foto: Divulgação/Fiocruz

Você acha que o primeiro sinal de burnout é uma crise de ansiedade? Muita gente pensa da mesma forma, mas, na verdade, o esgotamento não costuma chegar de uma vez – ele dá sinais bem antes, muitas vezes sutis e fáceis de ignorar.

Pode ser uma grande dificuldade de se concentrar, aquela sensação de cansaço que não passa ou até uma irritação constante com coisas pequenas. Para ajudar você a identificar esses alertas, a psicóloga Larissa Fonseca listou os principais sintomas que aparecem antes do burnout. Quanto antes você perceber e procurar ajuda, mais fácil será reverter o quadro.

8 sintomas que antecedem o burnout – e que você pode estar ignorando O burnout não acontece de uma hora para outra. Antes de chegar ao esgotamento total, o corpo e a mente dão sinais que, muitas vezes, são confundidos com simples cansaço ou estresse passageiro.

“O burnout não surge como uma crise de ansiedade repentina. Ele se instala aos poucos, com sintomas que vão sendo ignorados até que o quadro se agrave”, explica a psicóloga Larissa Fonseca.

Se você tem se sentido constantemente exausto, desmotivado e emocionalmente drenado, é bom ficar atento. Veja quais são os principais sinais que antecedem o burnout e entenda como identificar o problema antes que ele se torne ainda mais sério:

  1. Cansaço que não melhora com descanso Diferente da fadiga comum, a exaustão do burnout não passa com uma boa noite de sono ou um fim de semana de folga. “A sensação é de estar constantemente drenado, como se a energia acabasse rapidamente ou simplesmente não existisse”, aponta Larissa.
  2. Irritabilidade e mudanças bruscas de humor Coisas pequenas que antes não incomodavam agora tiram você do sério? Isso pode estar relacionado ao excesso de cortisol no organismo devido ao estresse prolongado.
  3. Dificuldade de concentração e falhas na memória Problemas para se organizar, tomar decisões ou lembrar de coisas simples do dia a dia são sinais de que o cérebro está sobrecarregado.
  4. Falta de prazer em atividades que antes eram prazerosas Se aquilo que costumava animar você agora parece sem graça, pode ser um indicativo de esgotamento emocional.
  5. Evitação de interações sociais O burnout pode fazer com que você se afaste das pessoas, evitando conversas e interações que antes eram naturais.
  6. Sensação de estar no “piloto automático” Sentir-se desconectado de si mesmo e dos outros, como se estivesse apenas seguindo o fluxo sem realmente estar presente, é outro alerta.
  7. Sintomas físicos frequentes Dores de cabeça, tensão nos ombros, problemas gastrointestinais e insônia podem estar ligados ao estresse crônico do burnout.
  8. Sensação de incapacidade Tarefas que antes eram feitas com uma mão na roda agora parecem impossíveis? Isso pode indicar que a exaustão está afetando sua autoconfiança e desempenho.

Se você se identificou com vários desses sintomas, vale a pena buscar ajuda e repensar sua rotina. “O burnout não é frescura, e ignorar esses sinais pode levar a um desgaste ainda maior”, alerta Larissa. Cuidar da saúde mental é essencial para evitar que o estresse tome conta e comprometa sua qualidade de vida.

Mudanças para prevenir o burnout, segundo a psicologia Estabeleça limites na vida profissional

Saber dizer “não” e definir até onde vai sua responsabilidade é essencial. “Muitas vezes, reforçamos comportamentos abusivos sem perceber, aceitando demandas excessivas e sacrificando nosso bem-estar”, alerta Larissa. Entender que nem tudo precisa ser resolvido imediatamente e que sua saúde mental vem em primeiro lugar é um passo fundamental.

Faça pausas longe do celular

Se, nas poucas pausas do dia, você continua conectado, rolando redes sociais ou respondendo mensagens de trabalho, seu cérebro não está realmente descansando. Criar momentos sem tela, seja para um café, uma caminhada ou simplesmente para respirar, é fundamental para aliviar a sobrecarga.

Priorize o sono e crie uma rotina de descanso

Uma boa noite de sono não é luxo, é necessidade. “O sono reparador ajuda a manter o equilíbrio emocional e a evitar a exaustão”, reforça Larissa. Criar um ritual antes de dormir, como ler um livro ou fazer algo relaxante, pode melhorar a qualidade do descanso.

Reduza compromissos desnecessários

Dizer “sim” para tudo pode prejudicar (e muito) a saúde mental. Reduzir tarefas que não são prioritárias e aprender a delegar responsabilidades evita que você se sobrecarregue desnecessariamente.

Invista em atividades prazerosas

Lazer não é perda de tempo – é autocuidado. Fazer algo que você gosta, como praticar um hobby, ouvir música ou estar com pessoas queridas, ajuda a aliviar o estresse e equilibrar as emoções.

Busque apoio psicológico

A psicoterapia é uma ferramenta valiosa para evitar o burnout. “Quando há burnout, há ausência de si e excesso dos outros. A terapia é justamente a presença de si na própria vida”, ressalta Larissa. Refletir sobre sua autoestima, analisar padrões de comportamento e aprender a lidar com o estresse são passos importantes para se proteger do esgotamento.

Minha Vida