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dormirDormir demais ou pouco na meia-idade pode afetar a memória no futuro, segundo estudo feito pelo hospital Brigham and Women, com mais de 15 mil mulheres acima de 70 anos.  As voluntárias que dormiam cinco horas ou menos, ou mais de nove horas por dia, na meia-idade e nos anos posteriores apresentaram problemas de memória. As falhas detectadas deveriam aparecer somente dois anos depois do constatado, caso as mulheres tivessem cumprido as horas ideais de sono. As informações são do Huffington Post.

 

"Dada a importância da preservação da memória na vida adulta, é fundamental identificar os fatores modificáveis, como hábitos de sono, que podem ajudar a alcançar este objetivo", disse a pesquisadora-chefe Elizabeth Devore. Ela afirmou que a pesquisa determinou que dormir uma média de sete horas por noite ajuda a manter a memória e evita o prejuízo cognitivo.

 

 

O estudo foi publicado esta semana no Journal of the American Geriatrics Society e não é o primeiro trabalho que relaciona sono e memória. No início deste ano, pesquisadores descobriram que a memória dos ratos de um odor específico foi mais reforçada quando foram expostos ao cheiro durante o sono, em comparação com quando sentiram o cheiro enquanto acordados. Outra pesquisa ainda concluiu que distúrbios crônicos do sono podem acelerar o aparecimento de demência e doença de Alzheimer.

 

Terra

Gengivite é um problema bucal sério que a maioria das pessoas costuma não dar a importância necessária. Caracterizada inicialmente por um sangramento, a doença, quando ignorada, é uma das principais causas de perda de dentes em adultos.

 

 

Além do sangue, é possível detectar o problema ao perceber a gengiva avermelhada, inchada e sensível. Nessas condições, o sangramento é notado facilmente, principalmente durante a escovação. Quando todos esses sintomas são detectados é porque há uma inflamação ou infecção na gengiva que podem ser causadas por uma série de motivos.

 

“A gengivite pode ser causada por problemas locais ou sistêmicos. A principal causa local é a falta de higiene ou escovação inadequada, o que facilita o acúmulo de bactérias entre a gengiva e os dentes e, consequentemente, a instalação de um processo inflamatório. Já as causas sistêmicas podem ser a diabetes ou até mesmo leucemia. Mas, na grande maioria dos casos, a gengivite é causada por problemas locais”, explica o Artur Cerri, diretor da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas). 

 

Perda de dentes

Quando a gengivite é ignorada, esse pequeno sangramento inicial pode chegar a estágios mais avançados e causar até uma mobilidade dos dentes. “Nestes casos é necessária a introdução de antibióticos, porque o processo todo da possível perda dos dentes é demorado e doloroso”, diz Artur.

 

 

Por isso, é fundamental procurar um cirurgião-dentista assim que forem detectados os primeiros sangramentos da gengiva, pois é nessa fase que a inflamação é mais fácil de ser tratada. “E nunca, em hipótese alguma, se deve usar medicamentos ou fazer procedimentos por conta própria”, ressalta o especialista.

 

 

Segundo Cerri, para evitar a gengivite, nada melhor que uma boa higiene bucal composta por uma correta e frequente escovação de dente, pela utilização do fio dental e por visitas periódicas a um cirurgião-dentista.

 

Beta Terra

obesidA descoberta de uma molécula que diz ao corpo quando se deve parar de comer abre caminho para o desenvolvimento de novos medicamentos contra a obesidade, anunciaram cientistas na Grã-Bretanha.

 

 

Segundo pesquisadores do Imperial College, de Londres, o segredo estaria em uma substância chamada acetato, liberada no intestino durante a digestão das fibras presentes em frutas, legumes e verduras.

 

Eles dizem que uma pílula com a molécula teoricamente poderia ajudar as pessoas a diminuírem a ingestão de comida sem se submeter a dietas rigorosas. No Brasil, ainda que a obesidade tenha parado de crescer, segundo pesquisa divulgada na quarta-feira, 50,8% têm sobrepeso - e 17,5% são obesos.

 

 

O estudo britânico, que foi publicado na revista científica Nature, aponta que grandes quantidades de acetato são liberadas quando frutas, legumes e verduras são digeridas por bactérias intestinais.

 

BBBrasil

O Ministério da Saúde prorrogou a campanha de vacinação contra o Sarampo, que, nesta fase, tem como público-alvo crianças a partir de seis meses até cinco anos de idade.  A baixa procura da população pela vacina foi um dos principais motivos para a prorrogação. No Piauí, por exemplo, apenas 57% do público-alvo foi vacinado, número considerado insuficiente para garantir a completa imunização. O fato de o Sarampo ter sido erradicado no país também contribui para o desinteresse pela campanha de vacinação, um pensamento errôneo, de acordo com a diretora estadual de Vigilância e Atenção à Saúde, Telma Evangelista, uma vez que o vírus está em circulação no país e que o Estado do Ceará já registrou mais de 70 casos da doença.

 

 

“A população ainda não se atentou para a área de risco onde estamos, já que o nosso estado vizinho está em epidemia e torna o Piauí vulnerável a essa epidemia, embora ainda não tenha registro de nenhum caso concreto de sarampo”, explicou a diretora. Telma esclarece ainda que mesmo as crianças que já completaram a cartela de vacinação devem tomar a dose da campanha. “Quando o Ministério da Saúde lança uma campanha de vacinação é porque existe um risco maior de contaminação, por isso é de extrema importância que todo o público-alvo tome a dose recomendada”, reitera.

 

 

 

O Sarampo é uma doença altamente contagiosa, que ataca, principalmente, crianças de até 10 anos de idade. Entre os principais sintomas estão: febre alta, conjuntivite, vermelhidão e quadro respiratório associado a bastante tosse, dor de cabeça e aspecto abatido. Geralmente, os sintomas podem aparecer uma semana depois do vírus encubado. A medida mais eficaz para a prevenção da doença é a vacina, que pode ser encontrada em todas as unidades de saúde do Piauí. 

 

Sesapi