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Você sabia que uma alimentação adequada pode te ajudar na saúde de seus olhos? Uma dica é tomar um suco de frutas vermelhas no lanche da manhã, além de gostoso e saudável ele vai ajudar a proteger sua visão.

 

 

De acordo com a nutricionista Sueleen Rodrigues, uma dieta rica em frutas, verduras e legumes de pigmentação amarela e verde também costumam ser fontes ricas de carotenoide, substância que previne a deterioração da mácula, que é a parte do olho responsável por nos permitir enxergar cores.

 

— Os alimentos ricos em vitamina A são grandes aliados, pois reduzem riscos de agravar a doença, na forma de fotoproteção da mácula da retina do olho. Para os fãs de peixes, o prato de almoço perfeito pode ter a sardinha, bacalhau, salmão e o atum, que são ótimos estimulantes da boa circulação sanguínea. De acordo com a nutricionista, os peixes fazem com que as estruturas presentes nos olhos recebam bastante oxigênio.

 

 

O glaucoma, um dos problemas mais comuns à medida que a idade vai avançando, pode ser evitado com o consumo de alho e cebola. Os dois alimentos são ricos em cálcio, fósforo e vitaminas B e C e agem como dilatadores dos vasos sanguíneos, aliviando a pressão arterial.

 

R7

naxproxemO popular analgésico Naproxen, fabricado pelo gigante farmacêutico alemão Bayer, apresenta os mesmos riscos cardiovasculares que seus concorrentes, afirmaram reguladores americanos. Cientistas da Universidade de Oxford haviam concluído que o Naproxen, que também é comercializado sob o nome de Aleve, contava com riscos menores para o coração do que outros analgésicos.

 

 

Em uma votação, um painel de especialistas reunidos pela agência que regula o setor de remédios e alimentos nos Estados Unidos (a FDA, na sigla em inglês) decidiu por 16 a 9 rejeitar que a bula de advertência do medicamento seja suavizada, questionando as observações dos cientistas.

 

As conclusões dos pesquisadores de Oxford resultaram da análise de dados de mais de 700 estudos e cerca de 350 mil patentes. O painel da FDA alega que as provas do estudo são insuficientes para que o medicamento receba uma tarja que o diferencie dos concorrentes. Em 2013, o lucrativo mercado de analgésicos gerou R$ 3,4 bilhões em vendas, afirmam especialistas da indústria nos Estados Unidos.

 

AFP

 

 

 

Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) emitiu um alerta, nesta quarta-feira, 12, pedindo aos municípios do Piauí que fiquem atentos ao prazo final para o envio de informações do Programa Saúde na Escola (PSE). Até o dia 31 de janeiro, todos os registros realizados no e-SUS (componente I) e no Simec (componente II) serão considerados.

 

 

Para a coordenadora estadual do Programa, Marcia Silva, o Piauí vem se consolidando em atingir todas as metas do programa estipuladas pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde. Ela elogia a parceria entre os municípios e a Secretaria de Estado da Saúde, na busca pela qualidade de vida dos estudantes e educando de todo o interior.

 

“Os repasses que cada município recebe depende das metas e dos prazos alcançados por cada município. Estamos atualmente com um total de 214 cidades que aderiram a este projeto, que sem dúvida leva benefícios na área odontológica, oftalmológica, na área infantil e, claro, mais aproveitamento dentro e fora da sala de aula para alunos e servidores”, avalia a coordenadora estadual do PSE.

 

O Programa Saúde na Escola abrange projetos como o Brasil Sorridente, Olhar Brasil e Brasil Carinhoso, beneficiando assim alunos das creches, pré-escolar, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino de Jovens e Adultos (EJA).

 

Para receber o recurso financeiro correspondente, os municípios devem alcançar o mínimo de 50% da meta em cada uma das ações essenciais pactuadas. A partir dessas informações será calculada a média entre todas as ações, e o recurso repassado será proporcional ao valor obtido, subtraindo os 20% repassados em 2013 referentes à adesão.

 

Caso algum município que participa do PSE não tenha conseguido atingir a meta nessa primeira avaliação, o município não terá prejuízo e terá até o dia 31 de julho de 2014 para a realização das ações do programa e registrá-las no sistema.

 

“Estamos disponíveis na Coordenação da Atenção à Saúde das Crianças e do Adolescente da Sesapi e pedimos que os gestores atentem para o cadastro desses dois sistemas, pois só com todas as informações corretas, os repasses do Ministério da Saúde serão enviados para essas cidades incluídas no Programa”, alerta Marcia Silva.

 

 

Sesapi

ramonaO governo publicou na edição desta quarta-feira, 12, do "Diário Oficial da União" o cancelamento do registro da médica cubana Ramona Matos Rodriguez, que deixou o programa Mais Médicos. Com o cancelamento, ela não vai poder exercer a medicina no país, a não ser que revalide o diploma.

 

Ramona se mudou para o Brasil em outubro e começou a trabalhar na cidade de Pacajá (PA) no início de novembro. Ela deixou a cidade no dia 1º de fevereiro e foi para Brasília. A médica alega que deixou o programam após descobrir que outros estrangeiros recebiam bolsa de R$ 10 mil, enquanto os cubanos, segundo ela, recebem US$ 400 (cerca de R$ 965).

 

A cubana pretende ficar no país e pediu refúgio ao governo brasileiro.

 

Médicos cubanos

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou nesta terça-feira, 11, que 24 cubanos já deixaram o programa Mais Médicos e que outros três não apareceram para trabalhar e ainda não foram localizados pelo governo.

 

Dos 24 cubanos que deixaram o programa, 22 já haviam sido desligados até a semana passada por motivos pessoais ou de saúde e, segundo Chioro, já retornaram para Cuba.

 

Os outros dois são Ramona Rodriguez e Ortelio Jaime Guerra, que atendia em Pariquera Açu (SP) e viajou para os Estados Unidos.

 

Em entrevista, o ministro considerou que o número é "insignificante", frente ao universo de 9.549 médicos participantes do programa no país, dos quais cerca de 7.400 vindos de Cuba.

 

 

Ainda nesta terça, Chioro anunciou a chegada de mais 2.891 profissionais para o Mais Médicos, além dos 6.658 que já estão atuando em 2.166 cidades e 28 distritos indígenas no país. A meta é ter 13 mil médicos no programa até o fim de março.

 

 

g1