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saudecomerdevagarGwyneth Paltrow é uma das adeptas da prática de se comer devagar e seu corpo mostra o resultado disso – magra, saudável e em excelente forma. Agora, pesquisadores comprovaram que mastigar a comida apropriadamente pode mesmo ajudar as pessoas a comerem menos diante da mesa. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

 

O estudo mostrou que comer devagar e dar mordidas pequenas nos faz sentir menos famintos uma hora depois da refeição. As pessoas que comem devagar também tendem a beber mais, o que as ajuda a se sentir mais cheias, dizem os especialistas.

 

Os pesquisadores da Texas Christian University exploraram a relação entre comer rápido e a ingestão de calorias. Eles questionaram voluntários sobre seus sentimentos de fome e saciedade antes e depois de refeições aceleradas e em ritmo lento, além da quantidade de água beberam durante cada uma delas.

 

Durante a refeição lenta, as pessoas foram instruídas a imaginar que não tinham limitações de tempo. Elas deveriam dar mordidas pequenas, mastigar bem e repousar os talheres entre as garfadas.

 

Já na refeição rápida, os voluntários deveriam imaginar um momento de pressa, dar mordidas grandes, mastigar rapidamente, e não parar nunca os talheres.

 

Os pequisadores concluíram que as pessoas do grupo da refeição lenta comeram, em média, 88 calorias a menos do que os que comeram rapidamente. As pessoas que estavam acima do peso, no entanto, comeram apenas 58 calorias a menos em média. Quem comeu devagar também relatou menos fome uma hora mais tarde.

 

A professora Meena Shah, envolvida no estudo, também observou que o grupo que comia devagar bebia mais água. “O maior consumo de água provavelmente causou a distensão do estômago e afetou o consumo de alimentos. Diminuir a velocidade pode ajudar a diminuir o consumo de energia e suprimir os níveis de fome, além de aumentar o prazer de uma refeição”, afirmou.

 

 

O estudo foi publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics.

 

 

Terra

Cientistas israelenses desenvolveram uma retina biônica que pode ajudar a transformar a vida de pacientes que sofrem de cegueira por causa da deteriorização da retina.

 

O pequeno equipamento do tamanho de um grão de arroz captura os sinais visuais que são transformados em imagens pelo cérebro.

 

 

Por enquanto, a visão é apenas em preto e branco, mas tem resolução suficiente para a pessoa assistir à televisão.

 

R7

saudebebidaanelbariatrFull & Slim é uma nova bebida diet que promete ajudar no processo de emagrecimento. A novidade, no entanto, está na forma como age no organismo: ela imitaria os efeitos de um anel gástrico, utilizado em cirurgias bariátricas, dando a sensação de inchaço e saciedade no estômago. As informações são do Daily Mail.

 

Os fabricantes da bebida, que será vendida na Grã Bretanha, afirmam que ela ajuda obesos a diminuir os níveis de colesterol, absorver melhor a gordura e reduzir as chances de desenvolver diabetes.

 

O líquido contém L-carnitina, um aminoácido que ajuda a queimar a gordura do organismo e transformá-la em energia; e glucomannan, uma fibra natural. Em contato com a água do intestino, a glucomannan aumenta de volume, ficando com uma consistência parecida a um gel, fazendo a comida passar mais lentamente pelo sistema digestivo.

 

Os produtores do Full & Slim afirmam que das 500 mulheres que experimentaram a bebida antes das refeições, 70% perderam mais de 6 kg em seis semanas.

 

Até mesmo mulheres que usaram a bebida sem nenhum outro tipo de controle alimentar ou dieta, perderam cerca de 1,3 kg por semana.

 

Especialistas ainda são céticos quanto aos benefícios de alimentos naturais e suplementos que alegam acelerar o processo de emagrecimento, com diversos estudos apontando que os resultados são os mesmos quando se usa um placebo.

 

Mas, de acordo com o site, um estudo recente mostrou que voluntários que consumiram 4g de glucomannan por dia por 5 semanas reduziram em 5,1% seu peso, 5,5% seu IMC e 14% seu colesterol.

 

Já o grupo controle, que recebeu placebo, perdeu 1,93% de peso, 1,97% de IMC e 12% de colesterol.

 

 

As bebidas virão com sachês com sabores de fruta e serão vendidas na Boots a partir do mês que vem.

 

 

Terra

Se muita gente já tem problemas para tomar remédios quando está passando mal, a dificuldade é ainda maior quando se tratam das chamadas doenças “silenciosas”. Doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou depressão exigem disciplina do paciente, para que ele siga à risca as instruções do médico mesmo que não consiga perceber o efeito imediato dos medicamentos. Estudos mostram que menos de 30% dos pacientes que sofrem com esses tipos de males conseguem aderir corretamente ao tratamento. Do ponto de vista médico, esse é um problema grave, já que essas doenças não tem cura, e a única forma de mantê-las sob controle é tomar os medicamentos regularmente.

 

 

No Bem Estar desta segunda-feira, 30, o cardiologista Roberto Kalil e o psiquiatra Daniel Barros explicaram que há quatro formas diferentes de se motivar para seguir o tratamento.

 

A chamada motivação “externa” é quando a pessoa só faz aquilo porque alguém mandou; é a forma mais fraca, porque a pessoa não está convencida do objetivo do tratamento. A motivação “interna”, de quando a pessoa só segue para não se sentir culpada, também não é a melhor.

 

As melhores formas de se motivar para o tratamento são a “identificada” – em que o paciente realmente compreende o problema que tem e como controlá-lo – e a “intrínseca” – em que ele toma gosto pelo tratamento, exatamente porque sabe que terá bons resultados.

 

Para atingir esse nível de compreensão, o paciente precisa realmente conversar com o médico. Se você não entender tudo que o especialista te disser, peça-o para repetir com outras palavras, até que não restem dúvidas sobre como funcionam a doença e o tratamento necessário.

 

 

Caso tenha alguma dificuldade para seguir um tratamento específico, converse com o médico antes de sair do consultório. Dessa forma, talvez seja possível encontrar uma alternativa melhor, que facilitará no controle do problema de saúde.

 

 

G1