A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realizou na manhã desta quarta-feira, 25, na sede da Escola Fazendária, a primeira reunião deste ano do Comitê Estadual de Humanização. Nesse encontro foram abordadas estratégias para melhorias das condições de trabalho dos profissionais de saúde e do atendimento prestado a população, em cumprimento a uma das diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), que prevê a promoção de debates sobre os modelos de atenção e de gestão nos processos de trabalho e de produção de saúde.
De acordo com Ana Maria Eulálio, neste primeiro momento, foi abordado um Plano de Ação para este ano, que visa dar melhores condições de desenvolvimento das Redes de Saúde. “As políticas prioritárias do Ministério da Saúde visam reforçar a Rede Cegonha, a Rede de Urgência e Emergência e a Rede Psicossocial. Aqui, o nosso papel é levar para os gestores municipais como esses serviços devem atender de forma qualitativa cada paciente”, afirmou a diretora de Planejamento da Sesapi.
A Política Nacional de Humanização foi instituída pelo Ministério da Saúde desde o ano de 2003. As suas ações têm o objetivo de promover melhorias na saúde pública do país, tanto para usuários como para trabalhadores, e pretende alcançar, entre outros resultados, redução de filas e do tempo de espera, atendimento acolhedor e valorização do trabalho na saúde.
Segundo a consultora do Ministério da Saúde no Piauí, Anatália Gomes, “o fórum é um espaço com objetivo de colocar em discussão temas relevantes da política de humanização em nível local, em que trabalhadores e gestores irão trocar experiências e buscar soluções para nossos problemas", acentuou.
O próximo passo da Sesapi será reunir os gestores do Território Entre Rios, que é composto de 31 municípios, para mostrar o plano elaborado por esta comissão.
Sesapi
Um estudo americano coloca em cheque o velho hábito dos jogadores de futebol: o ato de cabecear a bola. Baseado na causa da morte do jogador britânico Jeff Astle, morto aos 59 anos em 2002, os cientistas chegaram a conclusão de que o movimento dos atletas pode lesionar o cérebro ao longo dos anos.
A equipe liderada por Supriya Bavadekar, da Universidade de Long Island, nos EUA, descobriu que o carvacrol interage com o tumor na próstata. A substância leva ao “suicídio” das células cancerosas – o suicídio em questão é um processo conhecido como "apoptose", a morte programada da célula.