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A Secretaria Estadual de Educação e Cultura realizou nessa quarta-feira, 11, no Colégio Liceu Piauiense, uma reunião para auxiliar coordenadores e secretários de Educação dos municípios que precisam de apoio para o cadastro no Programa Mais Educação, junto ao Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle  - Simec.



No Piauí, cerca de 700 escolas no total já se cadastraram, renovaram os seus cadastros ou estão aderindo pela primeira vez ao Programa. As escolas cadastradas adotarão uma jornada diária com no mínimo sete horas, entre os 10 macrocampos de conhecimento oferecidos pelo programa. Em geral, elas escolhem uma atividade educativa complementar na área de artes e cultura ou esportes.



De acordo com a Coordenadora Estadual do Programa, Leônia Eulálio, a orientação dos secretários municipais e coordenadores é fundamental, “todos os coordenadores devem observar as unidades escolares selecionadas, em especial àquelas que realmente vão aderir ao programa". Além de auxiliar os cursistas no cadastro a coordenadora falou dos benefícios que o programa traz para as escolas. “A implantação do Mais Educação amplia a jornada escolar na perspectiva de dar mais qualidade ao currículo escolar, diversificando-o e promovendo a melhoria da educação ofertada pela escola”.



Márcia Lima de Moraes que coordena o Mais Educação em Regeneração falou da importância de participar da reunião. "A gente tira todas as dúvidas e somos orientados sobre o programa de uma forma geral”, afirma a professora.



Já Arisneide Alves Veloso que participa pela primeira vez de uma reunião do programa, disse que na sua cidade os alunos estudam no período regular nos turnos manhã e tarde e com a implantação do programa, a rotina dos alunos vai mudar bastante. “No município de Amarante 6 escolas irão aderir ao programa. Eu espero que elas progridam com essa adesão, pois só melhora o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, até porque são escolas rurais e precisam desse programa”, completa.



O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica.



A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. Sua operacionalização é feita por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).



O programa fomenta atividades que melhoram o ambiente escolar, tendo como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), utilizando os resultados da Prova Brasil de 2005. Nesses estudos destacou-se o uso do “Índice de Efeito Escola – IEE”, indicador do impacto que a escola pode ter na vida e no aprendizado do estudante, cruzando-se informações socioeconômicas do município no qual a escola está localizada.



A Adesão ao Programa Mais Educação pode ser feita até o dia 15 de abril pelas escolas e secretarias municipais e estaduais de educação pré-selecionadas. Basta acessar o site do Simec e efetuar o cadastro. O Mais Educação já é uma realidade para 2,8 milhões de estudantes em todo País.

Inscrições em simec.mec.gov.br



SEDUC-PI

 

A Petrobras encerra, nesta quinta-feira, 12, as inscrições para o processo de seleção pública dos cursos do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), que vão formar profissionais para em atuar na indústria nacional de petróleo e gás.

 

Serão oferecidas 11.671 vagas para profissionais com todos os níveis de escolaridade. Para os candidatos com nível básico, a taxa de participação é de R$ 25. Nos níveis médio e técnico, a taxa é de R$ 42, já para as categorias de nível superior, o valor será de R$ 63.

 

O cadastro pode ser feito no site do Prominp. Para concorrer a uma das vagas oferecidas, o candidato deve ter mais de 18 anos, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado.

 

Os aprovados na seleção que estiverem desempregados durante o curso receberão uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 300 (cursos de nível básico), R$ 600 (níveis médio e técnico) e R$ 900 (nível superior).

 

O processo seletivo será executado pela Fundação Cesgranrio, no dia 13 de maio. Os resultados finais serão divulgados em 6 de junho.

 

Os estados incluídos no 6º ciclo de seleção pública do Prominp, com o respectivo número de vagas, são: Amazonas (562), Bahia (920), Ceará (212), Espírito Santo (387), Maranhão (130), Minas Gerais (180), Mato Grosso do Sul (708), Pernambuco (384), Rio de Janeiro (4.602), Rio Grande do Norte (485), Rio Grande do Sul (1.192), Santa Catarina (524), Sergipe (364) e São Paulo (1.021).

 

Para solicitar a isenção da taxa de inscrição, os candidatos devem atender às condições listadas no edital e encaminhar a solicitação, até 18 de março, pelo site do Prominp. Segundo o Prominp, a participação nos cursos não garante emprego aos alunos e tem como objetivo melhorar a qualificação dos profissionais que serão aproveitados pelas empresas fornecedoras de bens e serviços do setor de petróleo e gás natural.

 

Até o momento foram realizados cinco ciclos de qualificação com mais de 80 mil pessoas qualificadas.


R7

intercambioUm grupo de alunos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) embarcou recentemente para a Espanha. Eles realizam intercâmbio na Universidad de Barcelona, um dos mais antigos e renomados centros de ensino superior da Europa. Ana Lívia Castelo Branco, estudante do curso de Enfermagem, Sílio Lima e Francisco Marcos Costa, alunos do curso de Bacharelado em Química, participam do ‘Ciência sem Fronteiras', um programa que visa propiciar a formação de recursos humanos qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras.



O programa promove a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, inclusive com a expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos e graduados. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento - CNPQ e Capes -, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.



Aluno do 9º período do curso de Bacharelado em Química, Francisco Marcos Costa conta que ficou sabendo do programa Ciência sem Fronteiras através do site da UFPI. "Passei por uma seleção e fui aprovado. Acredito que essa passagem por uma universidade do exterior possa me proporcionar mais experiência. Quero aprender técnicas novas e elevar meus conhecimentos", pontua o estudante, acrescentando que já realizava diversas pesquisas na UFPI.



Ana Lívia Castelo Branco comenta que já conhecia a Espanha, onde esteve ano passado participando de um evento religioso. "Mas, dessa vez é diferente. Estou indo para passar mais tempo. Não sei ao certo o que vai acontecer, mas penso que participar desse programa vai dar um impulso na minha carreira e contribuir para minha formação humana", argumentou a estudante, antes de embarcar para a Espanha.



Sílio Lima conta que ficou bastante animado com a possibilidade de fazer intercâmbio em outro país. "A Universidad de Barcelona é um dos maiores centros de pesquisa na minha área", afirma o aluno, acrescentando que já participava de dois projetos de pesquisa na UFPI.



O 'Ciência sem Fronteiras' prevê a utilização de até 75 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

 


Antes da viagem, os alunos selecionados pelo 'Ciência sem Fronteiras' se reuniram com a pró-reitora de Ensino de Graduação da UFPI, Regina Ferraz. "É uma experiência extremamente relevante, porque proporciona um crescimento acadêmico, cultural e pessoal para os alunos contemplados", resumiu a pró-reitora. Através do programa Ciência sem Fronteiras, outros quatro alunos embarcaram, em janeiro deste ano, para os Estados Unidos.



UFPI