O exame, realizado a cada três anos, avalia competências dos estudantes da educação básica
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) edição de 2021 terá a Matemática como principal disciplina. A avaliação irá analisar as competências, a capacidade de formular, aplicar e interpretar problemas matemáticos. Somente em 2012 a Matemática foi domínio principal da avaliação. A prova da próxima edição será com a nova Matriz de Referência de Matemática do Pisa.
A cada aplicação do exame, uma das áreas de conhecimento é mais exigida dos estudantes, variando entre Ciências, Leitura e Matemática. Assim, os participantes respondem a um maior número de questões de tal área de conhecimento com o objetivo de coletar informações sobre a aprendizagem.
O Pisa é um programa que pertencente a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pela avaliação no País. O exame é feito a cada três anos, em mais de 80 países que compõem a OCDE. O Brasil participa desde a primeira edição do exame, no ano de 2000.
Quais os critérios para participar do Pisa 2021?
A prova avalia estudantes com uma média de 15 anos de idade, matriculados a partir do 7º ano do Ensino Fundamental. No Brasil, corresponde a um grupo que cursa o 1º ano do Ensino Médio. De maneira geral, esse é o período de conclusão da Educação Básica em seus países de origem.
Bolsas de estudo para a Educação Básica
Uma das principais formas de se destacar nos estudos é investindo em conhecimento. Por isso, muitos pais recorrem ao Educa Mais Brasil, maior programa de inclusão educacional do país, que oferta bolsas de estudo de até 70% de descontos em escolas particulares. Confira aqui as opções disponíveis em sua cidade. Tem descontos também para a graduação, idiomas e cursos preparatórios, por exemplo.
*Com informações do Ministério da Educação
Fonte: Agência Educa Mais Brasil
Cerca de 5,4 mil vagas em cursos de formação profissional serão disponibilizadas para mulheres em situação de vulnerabilidade social em quatro estados brasileiros de três regiões do país: Amapá e Rondônia (Norte), Maranhão (Nordeste) e Minas Gerais (Sudeste). A capacitação será ofertada através dos Institutos Federais vinculados ao Ministério da Educação (MEC).