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Raphinha desfalcou o Barcelona em 16 dos 38 jogos oficiais da temporada – o equivalente a 42% das partidas do clube até aqui. O atacante brasileiro ficará de fora da semifinal da Copa do Rei contra o Atlético de Madrid, nesta quinta-feira (12), e acumula mais uma ausência por problemas físicos no período. O número acendeu um alerta na comissão técnica de Hansi Flick.

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O contraste com a temporada passada é expressivo. Em 2024/25, Raphinha esteve disponível em 57 das 60 partidas do Barcelona, um esforço que só o afetou levemente no final da campanha – quando marcou o gol dramático do 3 a 2 em Milão, que por um momento pareceu garantir a vaga na final de Munique. A queda na disponibilidade física nesta temporada tem gerado preocupação no clube catalão.

Flick manifestou publicamente sua inquietação com o quadro, afirmando que algo terá que mudar no clube para a recuperação de Raphinha. Trata-se de uma sobrecarga que causa dor ao correr e que, segundo os médicos, sequer é classificada como lesão grave. O diagnóstico é especialmente incômodo para um jogador cujo jogo se baseia em arrancadas explosivas, mudanças de direção e esforços repetidos.

Raphinha com histórico de lesões na temporada Raphinha iniciou a temporada com uma lesão na coxa direita que sofreu duas recaídas inesperadas e o afastou por dois meses. Ele perdeu três jogos da fase de grupos da Champions League e outros seis em La Liga – número que não foi maior devido às duas pausas para jogos internacionais. Mesmo assim, quando esteve em campo, manteve relevância: decidiu contra o Osasuna, marcou diante do Atlético de Madrid, sofreu pênalti e balançou as redes contra o Villarreal.

Na Supercopa da Espanha, o brasileiro viveu seu melhor momento, com quatro gols em dois jogos contra Athletic Bilbao e Real Madrid. Na sequência, deu assistência contra o Santander, marcou diante do Oviedo e também contra o Copenhague – antes de se lesionar novamente na partida frente ao Elche. O ciclo de boas atuações seguidas de novas paradas tornou-se recorrente. Mesmo em um ano de Copa do Mundo, o clube não trabalha com a hipótese de gestão deliberada de minutos por fatores externos. O brasileiro renovou contrato até 2028 e mantém relação próxima tanto com Flick quanto com Deco, diretor esportivo e figura central em sua chegada ao Barcelona.

Raphinha é considerado peça estratégica no modelo de jogo. Sua intensidade, capacidade de aceleração e movimentos em profundidade são vistos como fundamentais para o equilíbrio ofensivo da equipe. Nos bastidores, a prioridade é garantir a melhor condição física possível para a fase decisiva da temporada. Para isso, o departamento médico monitora a evolução do quadro e avalia estratégias para evitar novas recaídas.

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(Foto: Fadel SENNA / AFP)

Dorival Júnior valorizou a vitória do Corinthians sobre o Red Bull Bragantino na noite desta quinta-feira, na Neo Química Arena, pelo Campeonato Brasileiro. O treinador crê que o triunfo foi uma resposta à derrota para o Palmeiras no último domingo e exaltou a consistência que a equipe tem apresentado neste início de temporada.

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"Nossa equipe tem se mostrado muito consistente, mesmo em derrotas. Pontuo o equilíbrio coletivo, as atuações individuais em crescente. Quando cheguei, Bidon e Matheuzinho não estavam em bom momento. Hoje, não tenho dúvidas que estão sendo monitorados para uma possível covocação à Seleção. O Bidu também está se destacando em todas as partidas", enalteceu Dorival em entrevista coletiva.

"Depois de tudo o que aconteceu no último jogo, precisávamos desse resultado e de uma boa atuação da equipe, mesmo que tenhamos iniciado com alguns desacertos. Com os ajustes, retomamos as rédeas da partida", completou.

Elogios a Hugo Souza Dorival também não poupou elogios a Hugo Souza. O goleiro agarrou uma cobrança de pênalti de Pitta quando o Corinthians vencia por 1 a 0 e entrou no top 3 de pegadores de penalidades da história do clube, com 11 defesas.

"Ele [Hugo Souza] foi fundamental na definição do resultado, pegou uma bola crucial. Tenho minhas dúvidas em relação ao pênalti. Do banco, pareceu que não foi, mas foi anotado. Ele fez uma brilhante defesa. Fico feliz por ele ter atingido um número como esse, principalmente chegando ao lado do Gylmar, que foi um dos grandes goleiros que vi na minha vida", comentou.

O treinador também valorizou a forma como o Timão furou a defesa do Bragantino, que havia sofrido somente dois gols neste ano.

"Tivemos 13 oportunidades, 13 chutes a gol. Isso mostra que procuramos colocar a bola no chão. As jogadas de bola parada estão sendo trabalhadas, têm ajudado a destravar jogos. Isso tem nos auxiliado, mas a nossa equipe não deixa de colocar a bola no chão. Encontramos uma defesa que levou apenas dois ou três gols nesse ano. É um time consistente, temos que entender. Mesmo no momento em que não estamos brilhando tecnicamente, tivemos eficiência e conseguimos o gol em uma jogada de bola parada, que é uma solução para destravar as partidas", avaliou.

Situação na tabela Com o resultado, o Corinthians faturou sua primeira vitória no Brasileirão e alcançou o 12º lugar da tabela, com três pontos ganhos. O Timão possui um triunfo e uma derrota em dois jogos disputados no torneio.

Próximo jogo do Corinthians São Bernardo x Corinthians (8ª rodada do Paulistão) Data e horário: 15/02 (domingo), às 20h30 (de Brasília) Local: Primeiro de Maio, em São Bernardo (SP).

Gazeta esportiva

(Foto: Ari Ferreira/Red Bul Bragantino)

Abel Ferreira fez apontamentos sobre a organização do futebol brasileiro na última quinta-feira após a vitória do Palmeiras por 3 a 1 sobre o Internacional no Beira-Rio, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Os alvos do português, dessa vez, foram os horários dos jogos. Abel, então, cobrou da CBF para avaliar a situação e trabalhar com os parceiros para resolver o "problema".

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"Se a CBF conseguir, com carinho e atenção, pedir à Globo para que faça os jogos mais cedo para eu não ter que chegar em casa às 4h da manhã. Nós vivemos num continente onde temos que viajar muito e, daqui a três dias, temos que jogar outra vez. Se a Globo e quem transmite jogos quer ver sempre os melhores jogadores em ação, temos que criar condições para isso. Acho que é uma das lutas que nós devemos ter", avaliou.

"Acho que a CBF já está entendendo a necessidade de reduzir jogos e isso é bom. Mas há agora a necessidade de termos atenção aos horários de jogos, porque se vamos jogar contra o Remo e passar dois dias temos jogo, como é que eu vou recuperar a equipe? Como é que eu vou ter estes jogadores inteiros para jogar no próximo jogo? Eles vão jogar e, se eu arriscar, estou sujeito a ficar sem dois ou três, como ainda ficou hoje o Internacional sem um zagueiro que se lesionou", seguiu.

Logo após a oficialização do novo calendário do futebol brasileiro, na reta final do último ano, Abel Ferreira elogiou a instituição, que promoveu algumas mudanças, como a redução das datas do Campeonato Paulista.

"Portanto, é outra coisa que eu desafio a organização de futebol brasileiro a ter atenção aos horários. 'Ah, mas sempre foi assim'. Eu entendo que sempre foi assim. Mas se queremos dar passos em frente, se queremos valorizar tudo aquilo que todos nós fazemos. Quem é o futebol brasileiro? Futebol brasileiro sou eu, vocês, somos nós, somos torcedores, é a CBF, é a Globo, é quem transmite o futebol brasileiro, somos todos nós", finalizou.

O Palmeiras enfrentou o Internacional às 21h30 (de Brasília), em Porto Alegre. A delegação palmeirense voltou na madrugada e, na sexta-feira, já se reapresenta na Academia de Futebol para dar início à preparação para o duelo contra o Guarani, no domingo, pelo Paulistão.

Situação do Palmeiras Com a vitória sobre o Internacional, o Palmeiras assumiu a liderança do Brasileirão, com sete pontos conquistados. A equipe lidera a tabela pelo saldo de gols e tem na cola São Paulo, Fluminense e Bahia. Agora, o Alviverde volta a pensar no Paulista, torneio do qual é vice-líder, com 15 pontos.

Próximo jogo do Palmeiras Jogo: Palmeiras x Guarani Competição: Campeonato Paulista (8ª rodada) Data e hora: 15 de fevereiro de 2026 (domingo), às 20h30 (de Brasília) Local: Arena Barueri, em Barueri (SP).

Gazeta esportiva

(Foto: Fabio Menotti/Palmeiras)

O Santos entra em campo nesta quinta-feira (12), às 19h (de Brasília), para enfrentar o Athletico-PR, na Arena da Baixada, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe ainda busca sua primeira vitória na competição nacional.

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A tarefa, porém, não será simples. Para somar os três pontos fora de casa, o time santista precisará superar um histórico recente bastante negativo em estádios que possuem o gramado sintético.

Além do adversário, o Santos terá outro obstáculo relevante. O clube não vence partidas disputadas em gramado sintético desde 2021, o que aumenta o grau de dificuldade do confronto em Curitiba.

Jejum no gramado sintético preocupa A última vitória do Peixe nesse tipo de piso aconteceu em 30 de outubro de 2021. Na ocasião, o Santos, então comandado por Fábio Carille, superou o próprio Athletico-PR por 1 a 0, com gol marcado por Madson.

Desde então, o retrospecto é preocupante. Foram 15 jogos disputados em gramado sintético, com dez derrotas e cinco empates. O aproveitamento neste período é de apenas 11,1%, com dez gols marcados e 27 sofridos.

O adversário mais frequente nesse cenário é o Palmeiras. Foram sete clássicos disputados em pisos sintéticos, todos com derrota santista. Em 2026, inclusive, o Santos perdeu por 1 a 0 para o rival na Arena Barueri, pelo Paulistão.

Desfalques e possíveis novidades Além disso, o Santos também enfrentou a Chapecoense nesse tipo de gramado. Na Arena Condá, a equipe comandada por Juan Pablo Vojvoda foi derrotada por 4 a 2, na rodada de abertura do Brasileirão.

Para o duelo desta quinta, Vojvoda não contará com Neymar e Gabigol, preservados por causa do gramado sintético. Em contrapartida, o Peixe terá o retorno de Gabriel Menino e pode promover a estreia do atacante Moisés.

Bola Vip

Foto: Liamara Polli/AGIF