O Vasco segue com a preparação visando o duelo contra o Fortaleza, que acontece na próxima quarta-feira, em São Januário, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time, no entanto ,deve ter um desfalque de peso: o zagueiro Gary Medel dificilmente terá condições de jogo.
O defensor está com a seleção chilena em compromissos válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Titular na vitória sobre o Peru por 2 a 0 na quinta-feira, o atleta de 36 anos deve começar novamente como titular diante da Venezuela na terça, às 18 horas (de Brasília). Com apenas um dia até o confronto do Cruzmaltino, ele não deve ser relacionado.
Medel estava pendurado e, se levasse o terceiro cartão amarelo contra a seleção peruana, seria desfalque para o Chile e poderia retornar antes para o Brasil para reforçar o Vasco. No entanto, isso não aconteceu e o zagueiro segue concentrado com sua equipe nacional.
Assim, Ramón Díaz ganhou mais um problema para escalar o time ideal que vai a campo diante do Fortaleza. O treinador lamenta, além de Medel, a ausência do meia Paulinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. O comandante argentino ainda terá cerca de cinco dias de treinos para definir os substitutos.
A Seleção Brasileira terá mudanças para a partida contra o Uruguai, na próxima terça-feira, pela quarta rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Com problema muscular, o lateral direito Danilo foi cortado e, para o seu lugar, o técnico Fernando Diniz convocou, nesta sexta-feira, Emerson Royal, do Tottenham.
O jogador da Juventus, titular da posição desde o ciclo anterior, sentiu lesão no músculo posterior da coxa no empate por 1 a 1 com a Venezuela, na última quinta-feira, e precisou ser substituído ainda no primeiro temp
A tendência agora é que Yan Couto, que assumiu a vaga na substituição de Danilo, siga como titular da equipe. Cabe a Fernando Diniz decidir qual será o lateral direito a iniciar o compromisso.
Emerson Royal foi chamado para defender o Brasil pela última vez em março, quando Ramon Menezes era o treinador. Na ocasião, ele foi titular na derrota para Marrocos em amistoso internacional.
Além de Danilo, Diniz teve outros quatro cortes na Seleção O comandante da Seleção Brasileira não teve sorte com os nomes selecionados para os embates diante de Venezuela e Uruguai, nas Eliminatórias. Cinco atletas convocados foram cortados por lesão, sendo quatro deles laterais: Caio Henrique, Vanderson, Renan Lodi, Raphinha e Danilo — Guilherme Arana, Yan Couto, Carlos Augusto, David Neres e Emerson Royal, respectivamente, foram os chamados para as vagas.
Por fim, Emerson Royal se apresenta à Seleção Brasileira ainda neste sábado (13). Isso porque Brasil e Uruguai se enfrentam na próxima terça-feira (17), às 21 horas (de Brasília), no Estádio Centenário, em Montevidéu (URU). A Amarelinha ocupa a vice-liderança da qualificatória, com sete pontos — dois atrás da Argentina, que segue com 100% de aproveitamento.
Brasil apenas empatou contra a Venezuela, por 1 a 1, na Arena Pantanal, em jogo válido pela 3ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo.
O time não jogou bem e repetiu a atuação apática que teve contra o Peru, na rodada anterior. Não que seja novidade ter dificuldade contra os venezuelanos: em 2021, o Brasil sofreu para vencer por 1 a 0, e na Copa América de 2019, empatou sem gols.
Na Copa América de 2019, empatou sem gols. Lembrar isso não é naturalizar o empate com a última colocada das Eliminatórias passadas, mas fazer a ponderação necessária de que o futebol de seleções é cada vez mais equilibrado.
É difícil analisar a seleção sem entender o contexto: um ciclo de seis anos encerrado com Tite, jogos ruins com Ramon Menezes e uma espera de um ano por Carlo Ancelotti com Fernando Diniz.
A questão que mais ressalta aos olhos é que a segurança defensiva do ciclo anterior se foi: de seis jogos em 2023, o Brasil foi vazado em cinco. Com apenas três jogos nas Eliminatórias, o Brasil de Fernando Diniz sofreu os mesmos dois gols que o Brasil foi vazado em todo o ciclo com Tite.
Foram 19 finalizações sofridas nos três jogos, sendo seis delas no alvo. O número de gols é muito alto para uma proporção tão baixa de chutes certos - e o nível baixo dos adversários enfrentados até o momento.
Falta de pressão na bola é o problema Os gols que o Brasil toma muitos gols nas segundas etapas. O calor da Arena Pantanal ajuda a explicar o segundo tempo muito ruim contra a Venezuela: falta de concentração, pouca atenção e mudanças na escalação que prejudicam o entrosamento.
Esse contexto (que é o mental) leva ao problema tático: uma pressão na bola desorganizada. A parte mental afeta a parte tática. Futebol é conjunto de elementos que estão sempre interligados.
O Brasil jogava quase num 4-1-4-1 no segundo tempo, com Matheus Cunha próximo a Gerson e Rodrygo e Gabriel Jesus nas pontas. O adversário trabalha e leva a bola para o meio-campo. Como Neymar era o mais avançado e não pressiona tanto, Gerson se desdobra e sai de perto de André para tentar roubar.
Sobrou boa vontade em Gerson, mas o time estava desorganizado para que ele subisse. O espaço que você vê em vermelho são 20 a 25 metros de campo que ficaram sob responsabilidade apenas de André, que entrara no lugar de Casemiro.
Gerson novamente se desdobra e volta, mas não impede a progressão da bola. A Venezuela consegue atacar a defesa do Brasil numa situação perigosa: em igualdade numérica. O ponta está com o lateral e dois atacantes estão com os dois zagueiros. E a proteção na zaga? E a dobra de marcação? Não existem.
Problema semelhante aconteceu contra a Bolívia: o Brasil já vencia por 4 a 0, a atenção diminuiu um pouco e a defesa estava totalmente exposta na hora que o adversário retoma e aciona alguém em velocidade. É novamente uma situação de 1 contra 1, o que expõe o jogador ao erro individual.
Os dois gols são frutos de uma pressão na bola mal feita. Seja na quantidade de jogadores e principalmente na organização coletiva para que alguém pressione e a cobertura se posicione de forma a não deixar o time exposto.
O que mais preocupa é que isso aconteceu contra seleções de baixo nível - as mesmas que todo mundo dizia ser "muito fácil" vencer. Pois não é. Eliminatórias é pedreira, e com time mal organizado, o Brasil até se classifica, mas não nas primeiras posições.
Fenômeno de popularidade nos Estados Unidos, Logan Paul retorna ao ringue neste sábado (14) para sua primeira apresentação desde 2021. No entanto, muitos podem se perguntar: quem é Dillon Danis? Responsável por enfrentar o youtuber no desafio de boxe das celebridades, que também conta com a participação de Whindersson Nunes, o norte-americano será destaque neste especial.
Considerado uma promessa para o MMA no passado, Dillon Danis iniciou sua trajetória nas artes marciais tendo o jiu-jitsu como sua principal arma. Faixa preta revelado pelo mestre Marcelo Garcia, o norte-americano chamou atenção por apresentações solidadas em confrontos na ‘arte suave’.
Suas qualidades na luta agarrada não foram, no entanto, o que chamaram a atenção para o lutador de 30 anos. O atleta despontou para a mídia esportiva por conta de sua amizade e parceria com o lendário Conor McGregor.
Como companheiro de treinos do irlandês, o atleta foi figura importante em preparações do astro para confrontos no Ultimate. O norte-americano, inclusive, esteve presente como ‘fiel escudeiro’ para o fatídico UFC 229, no qual o ‘Notório’ enfrentou Khabib Nurmagomedov naquela que, até hoje, é a luta mais assistida na história do MMA.
As polêmicas envolvendo Danis, então, ganham força em 2018.
Responsável por afiar o jiu-jitsu de Conor McGregor na luta contra o especialista na luta agarrada, Khabib, Dillon conseguiu chamar atenção do adversário do amigo. Provocador, o treinador foi o responsável pelo estopim que determinou a briga generalizada no fim do UFC 229, que terminou com o russo impondo finalização histórica diante do irlandês.
Vítima de provocações ao longo dos meses que antecederam o maior combate na história do MMA, Nurmagomedov ‘explodiu’ após a vitória sobre McGregor. Depois de bater o irlandês, ainda no octógono, Khabib saltou a grade de contensão e partiu para cima de Danis, que acompanhava o desafio no córner do ‘Notório’.
O episódio, além de marcar época de forma negativa, rendeu punição severa aos envolvidos e Danis acabou se tornando ‘persona non grata’ nas dependências do Ultimate.
Mesmo com um parceiro de treinos que conseguiu se eternizar no MMA, Danis não teve o mesmo êxito. Contratado pelo Bellator em 2018, o lutador realizou duas apresentações na companhia e teve sucesso em ambas.
No primeiro compromisso, que marcou sua estreia como profissional nas artes marciais mistas, Danis finalizou Kyle Walker. No ano seguinte, também superou Max Humphrey na via rápida, fazendo uso do jiu-jistu.
O que parece ser uma carreira promissora, no entanto, terminou em frustração. Acometido por longa sequência de lesões, o norte-americano não conseguiu dar seguimento à carreira no MMA e, desde 2019, não sobe no cage para um confronto.
Sem conseguir competir e longe dos holofotes, Danis recentemente revelou que não soube lidar com as constantes decepções. O lutador admitiu problemas com o álcool e foi protagonista de confusões que ferem a imagem do esportista.
Alterado, o lutador acabou finalizado pelo profissional e o episódio foi manchete no mundo das artes marciais. Pela polêmica, Danis acabou preso pela polícia local.
Depois de reconhecer erros do passado e assumir as frustrações pelas frequentes lesões sofridas ao longo da carreira, Danis tenta a volta por cima neste fim de semana. No sábado, em Manchester (ING), o norte-americano retomará a carreira, mas, desta vez no boxe.
Pela frente, o ‘parça’ de McGregor terá o youtuber Logan Paul, irmão mais velho de Jake. Enquanto o ex-Bellator retoma a carreira depois de três anos, o influenciador digital realiza nova apresentação após dois anos.
Apesar de mostrar certo arrependimento pelos erros do passado, Danis chegou a passar dos limites na promoção do desafio da ‘nobre arte’. O lutador chegou a usar as redes sociais para divulgar fotos íntimas de Nina Agdal, noiva de seu adversário.
A ação foi parar na justiça, já que a companheira de Logan decidiu processar Dillon por ‘assédio virtual’.
Gostem ou não, o palco está armado e, caso não haja imprevisto, o amigo de Conor voltará a competir no fim de semana. Resta saber se a parceria com McGregor, que também já teve seu teste no boxe, rendeu aprendizado ao talento do jiu-jitsu.
Ficha Técnica do MF & DAZN X Series: The Prime Card
Data: 14 de outubro
Horário: A partir das 15h (horário de Brasília)
Local: AO Arena, Manchester, Inglaterra
Como assistir:SUPER LUTAS (Card Principal), Dazn (Card principal)
CARD PRINCIPAL
Peso cruzador (até 90,7kg): KSI x Tommy Fury - luta pelo cinturão
Bridgerweight (até 101,6kg): Logan Paul x Dillon Danis
Peso médio (até 74,8kg): Salt Papi x Slim Albaher - luta pelo cinturão
Peso leve (até 61,2kg): Deen The Great x Walid Sharks - luta pelo cinturão
Peso meio-pesado (até 79,3kg): King Kenny x Anthony Taylor - luta pelo cinturão
Peso meio-pesado (até 79,3kg): Whindersson Nunes x My Mate Nate
Peso até 76,2kg: Wassabi LMAO (Alex Burriss & Nicholai Perrett) x Los Pinedas Coladas (Luiz Alcaraz Pineda & BDave) - luta pelo cinturão em equipe
CARD PRELIMINAR
Peso pesado: Chase DeMoor x Tempo Arts
Peso não divulgado: Sam Gumbley x Deji Araoye
Peso mosca (até 50,8kg): Astrid Wett x Alexia Grace - luta pelo cinturão
Peso meio-pesado (até 79,3kg): Brandon Scott x Ryan Taylor