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O técnico Tite foi apresentado oficialmente no Flamengo nesta segunda-feira e deu sua primeira entrevista coletiva à frente do Rubro-Negro. O treinador aproveitou o espaço para explicar os motivos que o levaram a assumir o comando do clube ainda em 2023.

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Ao deixar a Seleção Brasileira após a Copa do Mundo do Catar, Tite afirmou que não assumiria nenhum time do futebol brasileiro em 2023. Para o treinador, esse acordo com o Flamengo é um "ajuste de datas" para o projeto de 2024.

"O Braz disse assim: 'Como que a gente ajusta os seus objetivos profissionais com os objetivos e a necessidade do Flamengo? Ele é de 2024? É, mas como que ele pode ser para uma necessidade que nós temos agora?. E aí o projeto pesou mais forte. Ele traz riscos e benefícios, porque o objetivo é a classificação direta para a Libertadores. Esse é o objetivo real", afirmou.

Tite também abordou a luta pelo título brasileiro em 2023 e a importância de começar mais cedo o projeto para depois engrenar na temporada que vem.

"A perspectiva de título que ela tem é matemática? É, mas ela é sonho. E nós temos a realidade em relação a isso. E ela tem um risco, porque são nove equipes que estão muito próximas de classificação e de briga na Libertadores, onde o campeonato está extremamente disputado. O que essa necessidade traz de benefício? Para o projeto de 2024, conhecer todos os atletas e estar trabalhando agora é importante. Então esse ajuste acabou acontecendo dentro deste projeto", explicou.

Tite estreia no comando do elenco rubro-negro nesta quinta-feira, às 19 horas (de Brasília), no confronto diante do Cruzeiro fora de casa.

gazeta esportiva

Foto: Marcelo Cortes/CRF

Gabriel Magalhães acredita que o duelo da próxima terça-feira, às 21h (de Brasília), contra o Uruguai, fora de casa, será o teste mais difícil da Seleção Brasileira sob o comando de Fernando Diniz até agora nessas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo.

O Brasil entrará em campo no estádio Centenário, um dos mais místicos do planeta e que certamente estará lotado, tendo de lidar com a pressão de voltar a vencer após o tropeço contra a Venezuela, na Arena Pantanal, na última quinta-feira. Mas, nada que assuste o zagueiro do Arsenal.

“Sabemos que vai ser um jogo muito difícil, dos três jogos que jogamos vai ser o mais difícil que vamos ter. Estamos nos preparando bem, jogo da Venezuela passou, temos que focar no agora, ver o que temos para melhorar, ver o que o professor tem para nos passar para entrarmos nesse jogo e não cometermos os mesmos erros da partida passada e somar os três pontos”, afirmou.

Ao menos o Brasil não precisará se preocupar com uma dupla de ataque que tirou o sono de muitos zagueiros nos últimos tempos: Cavani e Suárez. Os experientes uruguaios não foram convocados por Marcelo Bielsa, mas Gabriel Magalhães conhece bem o responsável por herdar o bastão dessas duas grandes figuras: Darwin Núñez.

“A gente sabe da qualidade deles, jogadores que jogaram em um nível muito alto, mas temos que estar preparados para o que vem pela frente. Pelo menos eu estou no Arsenal, sempre enfrento grandes jogadores. Não há problema algum. Joguei contra o Darwin Núñez, sabemos da qualidade dele. Cabeça tranquila. Sabemos que vai ser um jogo difícil, mas estamos preparados”, comentou.

Vivendo grande fase, Gabriel Magalhães parece bem à vontade na Seleção Brasileira, embora ainda seja um dos “novatos”. Um dos motivos para a sua rápida adaptação pode ser as semelhanças entre Fernando Diniz e Mikel Arteta, seu treinador no Arsenal e que também costuma prezar pela posse de bola.

“Acho que hoje em dia o futebol te pede muito isso, ter a posse de bola, sair jogando. Com certeza tem coisas similares com o trabalho que fazemos no Arsenal. Tem algumas coisas diferentes também, mas estamos a cada dia que passa tentando aprender o máximo com o Diniz, que é uma pessoa espetacular e que a gente sabe que está aqui para ajudar todo mundo”, concluiu.

Gazeta esportiva

O zagueiro Adryelson, do Botafogo, foi convocado para defender a seleção brasileira na partida contra o Uruguai, terça-feira, às 21h (de Brasília), no Estádio Centenário, pela quarta rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

A convocação de Adryelson acontece após a lesão do zagueiro Nino. Ele sofreu uma entorse no joelho esquerdo no treino deste sábado. A CBF informou que seguirá acompanhando a recuperação do defensor do Fluminense.

Adryelson em ação pelo Botafogo contra o Fluminense — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Adryelson em ação pelo Botafogo contra o Fluminense — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Essa é a primeira convocação de Adryelson para a seleção principal. Ele está com 25 anos e vem tendo bom desempenho pelo líder do Brasileirão.

Natural de Barão de Grajaú, Maranhão, o defensor foi formado na base do Sport, foi emprestado ao sub-20 do Palmeiras, e passou pelo Al-Wasl, de Dubai, antes de chegar ao Botafogo.

Adryelson, do Botafogo, conta que quase largou o futebol ao perder o avô.

Além dele, Fernando Diniz conta com Marquinhos, Gabriel Magalhães e Bremer para a zaga.

A lesão de Nino acontece a menos de um mês da final da Conmebol Libertadores. No dia 4 de novembro, o Fluminense enfrenta o Boca Juniors em busca do título continental inédito. O zagueiro de 26 anos entrou em campo pelo clube 49 vezes nesta temporada e, presente nas duas convocações de Fernando Diniz, ainda não atuou pelo Brasil.

Até então, a Seleção já havia feito cinco cortes nessa data Fifa: os laterais Caio Henrique, Danilo, Renan Lodi e Vanderson, além do atacante Raphinha.

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