O coronel Jaime Oliveira que está vice-presidente da Federação de Futebol do Piauí – FFP, esteve em Floriano, nesta semana, onde visitou o Estádio Tiberão que em 2022 estará recebendo jogos do Campeonato Piauiense de Futebol.
Um laudo está sendo realizado no Estádio Tiberão e, de acordo com ele, o local deve passar por alguns ajustes, mas nada considerado difícil.
Veja a entrevista o coronel Jaime onde ele cita que as vistorias do Corpo de Bombeiros e da Policia Militar são fatores importantes no momento de uma saida de emergência, no caso de o local ter grande público, ou seja, cerca de três mil pessoas, no entanto a capacidade do Estádio para um publico é de cerca de 5 mil especatadores.
A goleada por 6 a 0 do Corinthians sobre o Nacional-URU foi marcado por um episódio de racismo contra a piauiense Adriana 'Maga'. Garantidas na final da Libertadores, as jogadores do clube paulista relataram um insulto racista cometido por uma atleta da equipe uruguaia, que chamou a atacante de 'macaca'. Em nota, o Corinthians repudiou o caso e prometeu apoio jurídico para investigar a denúncia. As informações são do Lance.com.
"O Sport Club Corinthians Paulista tomou conhecimento do relato das atletas do futebol feminino a respeito de injúria racial ocorrida na semifinal da Libertadores, a qual repudia veementemente. O clube se solidariza com Adriana e as demais jogadoras e, de imediato, presta a elas todo o apoio necessário. A delegação feminina contará com todo suporte jurídico cabível para a apuração necessária e a punição contundente desse ato inaceitável".
O alegado ato racista contra Adriana, apontado pelo Corinthians, ocorreu depois que ela marcou, cobrando pênalti, o sexto gol da vitória alvinegra. E logo após Grazi fechar o placar com o oitavo gol corintiano, ela comemorou com o punho cerrado, em protesto acompanhado por todo resto do elenco corintiano em uma manifestação antirracista.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e outras equipes femininas lamentaram o episódio e prestaram apoio à Adriana.
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) decidiu nesta quarta-feira (17) suspender os árbitros Roberto Tobar, Andrés Cunha e Esteban Ostojich por tempo indeterminado por terem cometido erros graves nas duas últimas partidas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, os confrontos de Brasil e Colômbia e Argentina e Brasil.
O chileno Tobar foi repreendido por não ter punido corretamente três lances, dois deles por "ação antidesportiva de indisciplina" de Neymar e um de "uso ilegal do braço" da parte do colombiano Juan Guillermo Cuadrado, na partida de 11 de novembro na qual o Brasil venceu a Colômbia por 1 x 0 na Arena Corinthians de São Paulo.
Tobar "cometeu erros graves e manifestos na condução disciplinar da partida, não tomando as decisões correspondentes conforme as normativas vigentes, colocando em risco o controle da partida", segundo a decisão da Comissão de Árbitros da Conmebol.
Além disso, Cunha e Ostojich, que estavam comandando a tecnologia do árbitro de vídeo (VAR), foram questionados por um lance no 33º minuto da partida entre Argentina e Brasil disputada na terça-feira em San Juan no qual o argentino Nicolás Otamendi golpeou o rosto de Raphinha com o cotovelo durante uma disputa de bola.
Segundo a decisão, os árbitros incorreram em "erros graves e manifestos no exercício de suas funções no desenrolar da partida".
A partida terminou sem gols, e a Argentina conseguiu uma passagem para o Catar graças à combinação de outros resultados.