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FLAATLETCO Atlético venceu pela terceira vez consecutiva no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, no Mineirão, o Galo teve um começo de segundo tempo arrasador para superar o Flamengo, por 2 a 1, em duelo válido pela 10ª rodada da Série A. O dono do jogo foi o venezuelano Savarino, autor dos dois gols do triunfo atleticano no Gigante da Pampulha. Willian Arão, na reta final, marcou pelo rubro-negro. Depois de um primeiro tempo de pouca ação, Savarino precisou de apenas sete minutos para decidir a partida. Com assistências 'açucaradas' de Hulk e Mariano, o venezuelano garantiu a 59ª vitória do Galo em 100 jogos no novo Mineirão, reinaugurado em 2013.

Com o resultado positivo no Gigante da Pampulha, o Atlético se manteve na quarta posição, agora com 19 pontos, três a menos que o líder Palmeiras. Já o Flamengo permanece com 12 e passa a ocupar o 11° lugar.

Os dois times voltam a campo no fim de semana. O Atlético visita o América, no Independência, sábado, às 19h. Já o Flamengo joga no domingo, contra o Juventude, às 18h15, no Maracanã.

O jogo O técnico Cuca fez duas mudanças no Atlético em relação ao último jogo: saíram Igor Rabello, que ficou no banco de reservas, e Nacho Fernández, lesionado, para as entradas de Nathan Silva, reestreando pelo clube, e Junior Alonso, de volta após a disputa da Copa América.

Já o Flamengo também entrou em campo com mudança na defesa: Bruno Viana assumiu o lugar de Gustavo Henrique.

O primeiro tempo foi de alternâncias no domínio do jogo, mas com poucas chances de perigo. O Atlético utilizava dois de seus zagueiros no momento ofensivo: Nathan Silva pela direita, e Junior Alonso pela esquerda. Sem a bola, um deles aparecia para dar combate no rival rubro-negro na intermediária.

O Flamengo atuou com um losango no meio-campo. Arão, mais recuado, tinha a função de ajudar na saída de bola, mas teve dificuldades em função da forte e incansável marcação de Zaracho. Mais ofensivos estavam João Gomes, pela direita, Michael, pela esquerda, e Arrascaeta centralizado, mas apoiando nos dois lados. O uruguaio foi o jogador mais perigoso do rubro-negro no primeiro tempo.

Os dois times subiram a marcação muitas vezes para pressionar a saída de bola durante a etapa inicial. A estratégia foi mais efetiva para o Atlético, que conseguiu recuperar a posse em algumas oportunidades, mas não foi eficiente para concluir em gol.

Para o segundo tempo, o Flamengo mexeu duas vezes: saíram Isla e Bruno Viana para as entradas de Matheusinho e Hugo Moura. O Atlético mudou taticamente, com Hulk caindo mais pela direita e Savarino mais centralizado e do lado esquerdo.

E o Galo voltou avassalador do intervalo. Aos 5', Mariano levantou na entrada da área para Zaracho, que tocou de primeira e deixou Hulk à frente do zagueiro. O atacante ajeitou a bola para Savarino, livre, fuzilar e abrir o placar: 1 a 0.

E não deu tempo do Flamengo respirar. Réver fez lançamento espetacular para Mariano, que ganhou na velocidade de Filipe Luís. O lateral-direito do Galo cruzou rasteiro para Savarino chegar finalizando e ampliar: 2 a 0.

O Atlético ainda teve a chance do terceiro pouco depois, com Nathan Silva, que cabeceou para boa defesa de Diego Alves.

Depois disso, o Atlético baixou suas linhas e deixou o Flamengo com a bola. O Galo apostava no contra-ataque e dava poucos espaços ao rubro-negro. Com a bola, o time visitante tinha dificuldades em finalizar as jogadas. Mas, numa bola aérea, Renê cobrou escanteio para Willian Arão cabecear e diminuir o placar: 2 a 1.

O jogo ficou quente nos minutos finais. Depois do gol, Arrascaeta saiu cara a cara com Everson, que salvou o Galo e garantiu o triunfo no Mineirão.

ATLÉTICO 2 X 1 FLAMENGO Atlético

Everson; Mariano, Nathan Silva, Réver, Junior Alonso e Guilherme Arana; Allan, Tchê Tchê e Matías Zaracho (Nathan, 32/2°T); Savarino (Marrony, 34/2°T, depois Eduardo Sasha, 40/2°T) e Hulk (Jair, 46/2°T)

Técnico: Cuca

Flamengo

Diego Alves, Isla (Matheusinho, intervalo), Rodrigo Caio, Bruno Viana (Hugo Moura, intervalo) e Filipe Luís (Renê, 28/2°T); Willian Arão, João Gomes, Michael (Rodrigo Muniz, 28/2°T) e Arrascaeta; Bruno Henrique e Pedro

Técnico: Rogério Ceni

Gols: Savarino, 5/2°T e 7/2°T; Willian Arão, 42/2°T

Cartões amarelos: João Gomes, 28/2°T; Marrony, 38/2°T

Motivo: 10ª rodada do Campeonato Brasileiro

Data e horário: quarta-feira, 7 de julho de 2021, às 19h (de Brasília)

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior (PR)

Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Rafael Trombeta (PR)

VAR: Adriano Milczvski (PR)

SuperEsportes

Foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press

O zagueiro Marquinhos não mediu palavras ao projetar a decisão da Copa América entre Brasil e Argentina. Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (7), o defensor foi categórico ao falar sobre o confronto acirrado que ocorrerá neste sábado (10), às 21h, no Maracanã. - Esse é jogo que a gente gosta, grande, se tratando de final, principalmente contra a Argentina, é o que jogo que a gente fica ansioso, com vontade de jogar. A gente sabe da qualidade deles, a gente se prepara muito, procura analisar os pontos fortes e fracos que eles têm. Mas durante uma final existem muitas coisas que passam pelo aspecto mental, o aspecto estratégico, muito mais do que o aspecto individual - disse.

Marquinhos projetou um embate acirrado no Maraca e pediu sangue frio à equipe.

  • A gente tem que saber lidar com todas as fases do jogo, vamos ter momentos bons e ruins. Em 90 minutos, é difícil uma equipe dominar totalmente, ter a bola o tempo todo. É uma luta de boxe, a gente atacando, o adversário, também. Quem errar menos possível, será definido nos mínimos detalhes. Temos que estar prontos em todas essas situações. Não só a defesa que defende, é todo um trabalho coletivo, começando lá na frente, que nos ajuda bastante lá atrás - assegurou.

O jogador de 27 anos reconheceu que será um desafio conter o ímpeto ofensivo do astro Messi.

  • É uma fera, um grande jogador, que pode desequilibrar o jogo, tem que ter um cuidado muito grande, não só com ele, mas com todos os jogadores. A gente tem um respeito grande por ele, mas neste momento a gente coloca o respeito e a admiração de lado. A gente vai defender o nosso, ele vai defender o dele - e frisou:
  • Em campo vai ser uma guerra e o mais forte vai vencer. É competitividade, por mais que a gente goste do jogador, do talento que ele tem, a gente vai brigar pelo nosso - completou.

O defensor falou sobre a semifinal da Copa América de 2019 e também sobre a reclamação que o camisa 10 argentino fez após o Brasil vencer por 2 a 0. Na época, Messi disse que a competição "estava armada".

  • A ferida foi mais nele do que na gente. A gente conseguiu o objetivo, não tenho contato com ele, não se se ele procurou alguém depois para falar. Mas isso tem ficado constante. Sempre que o Brasil ganha tem alguém reclamando. A gente sabe o quanto eles querem ganhar do Brasil, que outras seleções almejam eliminar o Brasil. É sempre focar no que a gente tem que fazer, o que passou passou, conseguimos nossos objetivos. A ferida é mais do lado dele do que do nosso. Agora é outra página, outro contexto. Deixa tudo isso de lado, se quiser pegar motivo para se motivar, isso é valido, isso levo comigo. Se for algo para levar do lado maldoso, ruim, que não vai te levar para frente, a gente deixa de lado – declarou o zagueiro.

Marquinhos ainda lamentou a ausência de Gabriel Jesus na decisão. O atacante, expulso na vitória por 1 a 0 sobre o Chile, pelas quartas de final, devido à entrada em Mena, pegou mais um jogo de gancho.

  • Pra gente foi difícil, é um jogador importante no nosso coletiva, que faz a diferença. A punição foi severa demais, vendo as imagens, o arrependimento depois do lance, poderiam ter levado em conta, teve contato, a falta, a expulsão ninguém contestou, mas um jogo a mais, numa final tão importante para nós, creio que foi um pouco severa - disse.

O Brasil treina às 15h30 na Granja Comary, em Teresópolis.

Lançe

pabloO Internacional segue no mercado para reforçar seu elenco para o restante da temporada. Desta vez, o atacante Pablo, do São Paulo, recebeu uma sondagem para defender o Colorado. A ideia do clube gaúcho seria um contrato de empréstimo por um ano.

Pablo não vem sendo aproveitado no São Paulo desde o Campeonato Paulista, porém, é o único centroavante no plantel tricolor, e com isso, a diretoria acredita em uma reviravolta do atleta.

Recentemente, o Grêmio também procurou o São Paulo para saber a situação de Pablo. Na ocasião, Tiago Nunes, ex-treinador da equipe gaúcha, era a favor do jogador por já ter trabalhado com ele. Mas após a demissão de Tiago Nunes, as conversas devem esfriar.

Nesta noite, Internacional e São Paulo se enfrentam pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 21h30, no Beira Rio. Pablo estará à disposição no banco de reservas. Ainda sem vencer no Brasileirão, o tricolor paulista vai em busca da reabilitação para fugir da zona de rebaixamento.

Futebolinterior

crespoO duelo entre Internacional e São Paulo marca a volta do técnico Hernán Crespo ao comando do Tricolor depois de se recuperar da Covid-19. Diagnosticado com a doença no dia 26 de junho, o treinador ficou de fora da rotina de treinos e consequentemente das partidas do Tricolor paulista. Logo no seu primeiro treino após o retorno, Crespo já teve que encarar uma turbulência. A diretoria são-paulina se reuniu com a comissão técnica e cobrou uma reação do elenco nas próximas partidas. Ele segue tendo o apoio da diretoria, mas uma recuperação no Brasileirão é essencial para uma tranquilidade nos arredores do CT da Barra Funda.

Na 17ª posição do Campeonato Brasileiro, com apenas cinco pontos, o Tricolor quer uma boa sequência de resultados para ganhar moral até as oitavas de final da Libertadores, contra o Racing-ARG, no próximo dia 13 de julho.

Até aqui, Crespo comandou o São Paulo em 32 jogos, com 15 vitórias, 11 empates e apenas seis derrotas, um aproveitamento de 60%. Ele espera melhorar os seus números e também a moral do time contra o Colorado.

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