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A cheia do rio Gurgueia, um dos maiores afluentes do sul do estado, enfrenta um nível só visto desde a década de 1980. Um dos trechos mais críticos atualmente fica entre os municípios de Cristino Castro e Palmeira do Piauí, onde o leito do rio subiu, alagando a BR-135 e comprometendo o tráfego na região. A rodovia também liga o município de Bom Jesus.

riogurgueia

No início da década de 80, o rio Gurgueia registrou uma das maiores cheias da história, destruindo pontes, comprometendo estradas e causando prejuízos às lavouras. Na semana passada, o rio voltou a transbordar e alagou a BR-135, principal rodovia do sul do estado.

O superintendente regional do DNIT no Piauí, Ribamar Bastos, que esteve inspecionando a área, confirmou que um desvio de 2 km está sendo construído.

“É um desvio de 2 km para garantir que, se continuar chovendo e as lâminas de água interromperem o trecho, exista uma opção de passagem dos motoristas. O desvio será concluído amanhã e não vamos usá-lo; é uma carta na manga para que, se continuar chovendo e a água subir, tenhamos essa opção”, disse Ribamar Bastos.

Ele garantiu ainda que a estrutura da BR-135, no trecho alagado, não está comprometida, pois a água está parada e não há correnteza. Segundo o superintendente, a área está sendo monitorada e o tráfego ocorre com cuidado.

Cheia comparada à da década de 80 Engenheiro que conhece a malha viária do estado com a palma da mão, Ribamar Bastos lembrou que o aumento no volume do rio só é comparado com o que ocorreu no início da década de 80.

“Uma cheia assim aconteceu na década de 80, quando o rio Gurgueia transbordou, cobriu a BR-135 naquele ponto, chegando a derrubar as pontes de Bom Jesus e Palmeira. Este ano se repetiu, só com a lâmina de água menor, o que permitiu continuar com o tráfego, mas estamos acompanhando de perto”, disse Ribamar.

O superintendente informou que existem 30 contratos de trabalho em vigência para acompanhar cerca de 3 mil km de rodovias federais no período chuvoso.

Com informções do cidade verde

Foto: Reprodução

O Procon do Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) afirmou no início da tarde desta quinta-feira, 12, que o órgão está “procurando a justificativa do aumento dos preços” dos combustíveis. Além disso, os postos que estiverem cometendo a fraude poderão ser multados em até R$ 10 milhões e até mesmo interditados.

combustivel

Nós estamos notificando as distribuidoras para apresentar a nota fiscal desse preço e tambem os posto de combustivel, nós queremos que esse preço dê transparencia para o consumidor. O consumidor piauiense quando ele ver que tem boa fé no preço, ele não reclama de nada, então precisa dessa transparência no preço, disse o Nivaldo Ribeiro, coordenador do Procon.

GUERRA NO ORIENTE 💬

No Piauí, cerca de 100 postos e nove distribuidoras em Teresina foram fiscalizados e notificados para apresentar, no prazo de cinco dias, as notas fiscais de entrada e saída dos combustíveis. Segundo o Procon, o preço médio da gasolina na capital chega a R$ 6,49, enquanto o diesel é vendido a R$ 6,98. O órgão aponta que o custo médio de compra para os revendedores subiu R$ 0,81 por litro, aumento considerado abusivo.

Questionado sobre a influência da guerra no Oriente, o coordenador afirmou que não tem aumento no preço do combustivel no Brasil.

A guerra, segundo os orgaos oficiais, a Petrobras diz que não tem aumento de preço no combustivel no Brasil, então a própria Petrobras diz que não pode aumentar. A SENACON diz que esse aumento é abusivo, entao nós estamos atrás dessa transparência desse preço para analisar se há justa causa pra esse aumento, disse Nivaldo Ribeiro.

O Procon recomenda que, caso o consumidor se depare com preços abusivos, faça a denúncia pelos canais oficiais do Ministério Público, por meio do endereço: https://aplicativos3.mppi.mp.br/ouvidoria/publico/formularioOuvidoria.xhtml.

Com informações do meio news

No momento em que a reportagem do Piauí Notícias estava no bairro Vereda Grande, em Barão de Grajáu, nesta manhã, onde uma mulher, a senhora Tais Silva, e um filho menor foram arrastados pelas águas para um bueiro nessa terça-feira, 10, a personagem desta história estava passando, empurrando a moto para uma oficina.

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Tais Silva, gentilmente, atendeu à reportagem e contou como tudo aconteceu. Veja o que ela narrou e afirmou que só pensavam em salvar a criança.

 

Da redação

O bueiro para onde foi levada a Sra. Tais Silva e um filho menor de 4 anos, em Barão de Grajaú-MA, nessa terça-feira, quando uma chuva forte atingiu a cidade, é estreito.

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O caso chamou a atenção da comunidade local (muitos homens), que se mobilizou para resgatá-los, pois uma situação dessas nunca tinha ocorrido, apesar de que chuvas fortes já ocorreram e muitas casas são invadidas pelas águas.

Wanderson Silva, morador de uma casa do lado do bueiro, permitiu que a reportagem do Piauí Notícias entrasse na área interna do quintal para apurar a situação. A casa dele fica a cerca de 50 cm de altura da rua, no entanto, foi invadida pelas águas. Veja o que ele coloca:

 

Aguarde a entrevista com a Sra Tais Silva.

Da redação