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Na edição do Jornal Piauí Notícias dessa terça-feira, 10, o entrevistado foi o ex-vereador Maurício Bezerra, sem partido, que está pré-candidato a prefeito.

O líder de um dos grupos locais, de oposição local, afirmou que há um número de trinta pessoas que deve sair candidato a vereador em 2024, isso no caso de o mesmo ter o nome confirmado para prefeito.

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Bezerra, disse mais, que está tranquilo e que está sempre buscando entendimento visando as eleições do ano que vem. 

Da redação

O presidente estadual do Partido Progressistas no Piaui, o ex-prefeito Joel Rodigues, de Floriano-PI, esteve hoje com os vereadores da base do seu partido, mas além deles estavam, a deputado Bárbara do Firmino, o senador Ciro Nogueira e outras lideranças.

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Numa publicação o Joel externou o seguinte: "encerramos a segunda-feira na sede do Progressistas Piauí, onde recebemos os pré-candidatos a vereador de Teresina. Homens e mulheres firmes no propósito de fazer a diferença. Por aqui uma grata surpresa: a visita do senador Ciro Nogueira que deu sua mensagem e abraço aos presentes. Na segunda foto um momento de descontração com estas pessoas especiais que tanto se dedicam na missão. Vamos juntos!".

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O deputado Júlio Arcoverde também estava no encontro de líderes que, conforme informações, uma das pautas em discussão está voltada ao fortalecimento da base visando 2024.

Da redação

Moro é alvo de novos questionamentos por atos e decisões da época de juiz Três contestações sobre atuação do ex-magistrado foram apresentadas em setembro; todas tramitam sob sigilo no CNJ e no STF Moro é alvo de novos questionamentos por atos e decisões da época de juiz Moro é alvo de novos questionamentos por atos e decisões da época de juiz | Reprodução Por

Cerca de cinco anos após deixar o cargo de juiz federal na 13ª Vara Federal de Curitiba, Sergio Moro, atualmente senador pelo Paraná pelo partido União Brasil, está enfrentando uma série de questionamentos sobre sua conduta passada como magistrado, profissão da qual abriu mão para assumir o cargo de ministro no governo de Jair Bolsonaro, do PL.

Recentemente, Moro foi alvo de uma reclamação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e teve sua imparcialidade questionada por delatores em dois processos em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Estes processos foram iniciados pelas defesas do doleiro Alberto Youssef e do empresário e ex-deputado estadual do Paraná Tony Garcia, ambos figuras centrais na Operação Lava Jato. Os três casos estão em andamento sob sigilo, e o senador tem consistentemente negado qualquer irregularidade.

Garcia e Youssef tiveram seus acordos de colaboração homologados por Moro em 2004 e 2014, respectivamente. Em ambos os casos, se o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar que a conduta de Moro foi irregular, existe a possibilidade de anulação dos compromissos.

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No caso de Garcia, que se refere a um processo anterior à Operação Lava Jato, a juíza Gabriela Hardt já revogou a homologação da delação há quase um ano. No entanto, a defesa apresentou objeções e aguarda-se um desfecho definitivo.

Os dois procedimentos no STF estão nas mãos do ministro Dias Toffoli, que em 6 de setembro anulou provas obtidas pela Lava Jato junto à empreiteira Odebrecht e também determinou que sejam apuradas, nas esferas administrativa, cível e criminal, as responsabilidades das autoridades envolvidas na operação.

Em 15 de setembro, a defesa de Alberto Youssef protocolou um pedido de providências no Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que algumas intervenções e decisões de Moro teriam prejudicado a investigação adequada do caso da escuta ambiental descoberta na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde o doleiro esteve detido em 2014.

Os advogados sustentam a tese de que Moro teria agido para proteger a equipe da Operação Lava Jato e que o caso não foi completamente esclarecido naquela época. Consequentemente, buscam uma nova investigação sobre o incidente.

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Encerrou nesta terça-feira, 10, com a realização de duas assembleias ordinárias, o ciclo de sessões da primeira quinzena de outubro. Já no início, após a abertura dos trabalhos e boas-vindas aos colegas vereadores, o presidente da casa, vereador Joab Curvina, leu um ofício encaminhado pelo Poder Executivo, solicitando a retirada do regime de urgência do Projeto de Lei 021/2023(que trata da outorga dos serviços de água e esgoto de Floriano), o que destravou a pauta de votação.

Seguindo os trâmites habituais, os vereadores apresentaram cinco indicações de obras ou serviços a serem executados pela gestão municipal; e aprovaram, em votação única, um requerimento do vereador João Neto para a realização de uma audiência pública para discutir o código de postura do município; duas moções de pesar; e, uma moção de aplauso.

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Também foram aprovados em duas votações (primeiro e segundo turnos), dois Projetos de Decreto Legislativo para a concessão de títulos de cidadania e três projetos de leis: um dispondo sobre a criação do Programa IPTU AZUL, outro sobre o atendimento prioritário de profissionais da advocacia em repartições públicas do município de Floriano e o terceiro sobre a criação da “Semana Municipal da Educação no Trânsito” no calendário oficial do município.

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Na sessão, o presidente Joab Curvina também anunciou a elaboração pelo departamento jurídico de um edital voltado a entidades e instituições sem fins lucrativos de Floriano, para a doação de móveis da Câmara Municipal. “A Câmara está renovando o mobiliário de todos os gabinetes e setores da casa, e nada mais correto a fazer do que doar os móveis antigos a entidades que precisem”, concluiu Joab.

 

Ascom

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação