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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) divulgou na manhã desta quinta-feira (04), o 17° Boletim Epidemiológico de Covid-19 e Monkeypox do ano de 2023. O informe, que compreende o período de 23 a 29 de abril de 2023, aponta uma tendência de queda para o registro de novos casos de Covid-19 dentro do estado. Dos 262 casos registrados na semana, apenas 118 correspondem ao ano de 2023, destes 05 casos são do mês de janeiro, 02 caso de fevereiro, 02 casos de março e 109 casos de abril.

Os outros 144 casos registrados na 17° semana são dados represados do ano de 2022, e correspondem a situações onde as notificações dos municípios só foram encerradas agora nos sistemas de informação, possibilitando assim a tabulação dos números.

A 17° semana registrou 3 óbitos, totalizando 7 em abril. Apesar da tendência de alta, a média móvel ainda permanece zerada.

O informe epidemiológico aponta ainda que o índice de transmissibilidade aumento para 0,90 na 17° semana, no entanto, os dados apontam redução de positividade no número de exames RT-PCR analisados pelo Lacen-PI. A redução foi de 12,4%.

Em relação à ocupação de leitos, o boletim aponta que no período analisado, o estado apresentou ocupação de 18 leitos clínicos, 13 leitos de UTI e 02 leitos de estabilização.

A Superintende de Atenção Primária a Saúde e Municípios da Sesapi, Leila Santos, destaca que é de suma importância nesse momento que a população procure a vacinação contra a Covid-19 para que a tendência de queda de casos continue, bem como ocorra a redução de casos graves da doença.

“Nós já estamos com a vacina bivalente disponível nos nossos municípios e pedimos para que a população procure os postos de saúde para receber os imunizantes à medida que eles forem sendo liberados pelas gestões municipais. Com a população imunizada iremos evitar o surgimento de casos graves da doença, além de reduzir o número de novos casos registrados dentro do estado”, destacou a superintendente.

Em relação aos casos de Monkeypox, o boletim aponta que o estado não registrou novos casos da doença. O estado segue com 40 casos confirmados da doença, que em sua grande maioria são provenientes de Teresina.

Sesapi

Um estudo publicado na quarta-feira (3) no Jornal da Associação Americana de Geriatria sugere uma relação entre o uso regular da internet e um risco menor de desenvolver demência. Pesquisadores da Universidade de Nova York acompanharam 18,1 mil adultos sem demência, com idade entre 50 e 65 anos, durante um período médio de oito anos, em alguns casos durante 17 anos.

demencia

Eles concluíram que aqueles que faziam uso regular da internet tiveram metade do risco de desenvolver demência em comparação com aqueles que nunca a utilizavam. A relação manteve-se mesmo quando consideraram outras variáveis, como escolaridade, raça-etnia e geração.

Segundo os autores, os resultados sugerem "que o uso da internet no final da idade adulta pode modular a saúde cognitiva subsequente". O estudo fala de uma "longevidade cognitiva" entre os indivíduos que utilizam a internet nessa faixa etária. Por outro lado, os pesquisadores ressaltam que é necessário entender quantas horas de internet por dia são benéficas, já que o excesso de uso parece ter efeito contrário.

"Além disso, descobrimos uma associação em forma de U entre as horas diárias de engajamento online e o risco de demência. Embora não tenhamos constatado significância estatística devido ao tamanho pequeno de amostra, a tendência consistente dessa associação em forma de U sugere preliminarmente que atividade online excessiva pode ter efeitos cognitivos adversos em adultos mais velhos", escrevem.

Os cientistas defendem a necessidade de realização de novos estudos sobre o tema, já que o trabalho atual apresenta algumas limitações que podem ter impactado os resultados.

"Este estudo examinou adultos sem demência no início dos trabalhos, o que pode ter influenciado as estimativas por excluir indivíduos com demência de início precoce. No entanto, a demência de início precoce é muito rara em pessoas com menos de 65 anos, e conduzimos análises de subamostra que limitaram a amostragem a entrevistados sem sinais de declínio cognitivo", justificam.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), há atualmente, em todo o planeta, 55 milhões de pessoas que vivem com demência; 60% a 70% delas têm Alzheimer.

Com o envelhecimento da população, estima-se que daqui a oito anos a demência deverá atingir 78 milhões de pessoas e, até 2050, 139 milhões de indivíduos.

R7

Foto: Freepik

Os Estados Unidos aprovaram, nesta quarta-feira (3), a primeira vacina do mundo contra o VRS (vírus sincicial respiratório), que causa a bronquiolite, para adultos de 60 anos ou mais, informaram as autoridades sanitárias.

A autorização para a vacina Arexvy, da gigante farmacêutica britânica GSK, "é um feito importante em termos de saúde pública na prevenção de uma doença que pode ser mortal", afirmou, em nota, Peter Marks, dirigente da FDA (Food and Drug Administration), a agência americana reguladora de medicamentos.

Agência AFP

Engana-se quem imagina que qualquer problema para dormir é insônia. Uma série de condições podem afetar nosso sono, algumas delas externas e outras até mesmo relacionadas à saúde. A Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard listou as razões mais comuns pelas quais as pessoas podem ter sono insuficiente.

sono

Maus hábitos

As telas estão entre as principais vilãs do sono. A luz azul emitida por televisões, celulares e tablets engana o cérebro, que pensa ser dia, e não produz a melatonina, que diz ao nosso corpo que é necessário adormecer. Uma dica de especialistas é se afastar desses dispositivos pelo menos uma hora antes de ir para a cama Bebidas alcoólicas ou com cafeína consumidas próximas à hora de dormir também podem atrapalhar o sono, tanto o início dele como a qualidade e duração. No caso do café, o ideal é cortá-lo antes do anoitecer.

Desajuste do relógio biológico

Não manter um horário regular para dormir e acordar é outro fator negativo. Nosso corpo se baseia no ritmo circadiano, que exige uma rotina para funcionar adequadamente. Pessoas que trocam o dia pela noite, por exemplo, costumam enfrentar mais dificuldade para dormir.

Ambiente inadequado

O ambiente em que você dorme precisa ter condições adequadas para que o sono tenha qualidade. Barulho, calor e luminosidade em excesso são problemas que, muito provavelmente, vão influenciar negativamente.

Distúrbios do sono

Em alguns casos, os problemas para dormir podem ser causados por distúrbios do sono, que incluem apneia do sono, insônia ou síndrome das pernas inquietas. Estas condições, todavia, requerem uma avaliação médica para que seja feito o tratamento mais adequado.

Condições médicas

Os especialistas de Harvard também listam alguns problemas de saúde que podem piorar a qualidade do sono, como doenças cardíaca, pulmonar ou renal e dor crônica. Além disso, pessoas que sofrem de depressão e ansiedade podem apresentar alterações no padrão de sono.

R7

Foto: Freepik/ jcomp