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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou novas diretrizes de vigilância, promoção, proteção, diagnóstico e tratamento da tuberculose no Sistema único de Saúde (SUS). As propostas incluem a garantia de investimento público para estratégias do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose e o estabelecimento de um comitê interministerial com participação da sociedade civil.

A resolução prevê que seja estabelecido um indicador de pagamento por desempenho relacionado ao controle da tuberculose na atenção primária. As diretrizes propõem ainda reestruturar e ampliar a rede laboratorial, reestabelecer as coberturas vacinais e fortalecer ações de rastreamento de infecção latente, além de ampliar o tratamento preventivo à doença.

O documento é resultado do chamado Grupo de Trabalho sobre o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, criado pelo próprio CNS. Além dos conselheiros nacionais que integram o grupo, houve participação de representantes da sociedade civil e de instituições de ensino, pesquisa e gestão ligados à tuberculose. Acordo

No fim de março, o Brasil, a Índia e a Indonésia assinaram acordo para elevar a tuberculose como prioridade na agenda global do G20 - grupo dos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Na ocasião, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, reafirmou o empenho em acelerar e fortalecer os esforços para eliminar a tuberculose como problema de saúde pública no Brasil até 2030, cinco anos à frente da meta global. Campanha

No último dia 24, o Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Combate à Tuberculose com a mensagem “Quem tem tuberculose nunca está sozinho. A gente testa, a gente trata, a gente vence”.

A previsão é que, nas próximas semanas, a pasta crie o Comitê Interministerial pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública e implemente uma agenda de alto nível para o governo, envolvendo os ministérios dos Direitos Humanos e Cidadania, População Indígena e Justiça.

“Com esse comitê, serão aprimorados os mecanismos de responsabilização para alcançar de forma mais eficaz as pessoas e comunidades afetadas pela tuberculose, com atenção especial às pessoas com maior risco de contrair a doença, especialmente reclusos, sem-abrigo, pessoas com HIV e aids, migrantes, refugiados e indígenas”, informou o ministério.

Dados divulgados pela pasta mostram que a tuberculose acomete cerca de 10 milhões de pessoas e mata mais de 1 milhão anualmente em todo o mundo.

A melatonina é um hormônio produzido naturalmente no nosso cérebro quando estamos no escuro e que facilita o início do sono. A suplementação (uso exógeno), todavia, não tem embasamento científico no tratamento da insônia.

A melatonina é produzida na glândula pineal, localizada atrás do terceiro ventrículo no cérebro e que faz parte do sistema endócrino. Ela atua na sincronização do ritmo circadiano, que é o nosso relógio biológico — o ciclo sono-vigília faz parte dele.

Da mesma forma que é liberada na escuridão, a melatonina é inibida quando há iluminação, inclusive de telas que emitem luz azul, como celulares, tablets e TVs. Sendo assim, os picos de melatonina são atingidos naturalmente à noite, em ambientes escuros, e os menores níveis ocorrem durante o dia.

Portanto, chamá-la de "hormônio do sono" é equivocado — o mais apropriado seria "hormônio da escuridão", uma vez que não é essencial para nos fazer dormir, algo que depende de outros fatores, incluindo a adenosina, uma substância que se acumula ao longo do dia.

A melatonina natural, produzida no cérebro, ainda ajuda na regulação dos ciclos menstruais, e alguns estudos sugerem que ela pode proteger contra a neurodegeneração associada a doenças como Parkinson e Alzheimer.

Já a melatonina sintetizada, encontrada nos suplementos, pode ter algumas utilidades, mas elas não são totalmente claras do ponto de vista científico. Nos Estados Unidos, um estudo de 2017 com 31 produtos, publicado na Revista de Medicina Clínica do Sono, mostrou que o teor de melatonina variava de -83% a +478% em comparação ao indicado no rótulo.

Quando se fala de insônia, que pode ser a dificuldade de pegar no sono, mantê-lo (acordar durante a noite) ou despertar muito mais cedo do que deveria, a melatonina pode não ser útil. As diretrizes práticas da Academia Americana de Medicina do Sono (2017) e do Colégio Americano de Médicos (2016) ressaltam que "não há evidências fortes o suficiente sobre a eficácia ou segurança da suplementação de melatonina para insônia crônica para recomendar seu uso". Nesse caso, a indicação é que se busque tratamento médico quando persistir por mais de três meses.

Mas quem se beneficia dela? Sabe-se, por exemplo, que a melatonina é útil para indivíduos que fazem longas viagens de avião porque ajuda a diminuir os efeitos do jet-lag (mudança de fuso horário que impacta o ritmo circadiano do indivíduo).

Outro potencial benefício da melatonina é para pessoas que têm o chamado distúrbio da fase de sono-vigília. Esses indivíduos normalmente têm dificuldade em ir para a cama antes das 2h ou até das 6h e preferem acordar entre 10h e 13h.

Um estudo mostrou que pacientes com esse tipo de distúrbio que tomaram melatonina uma hora antes de ir para a cama e mantiveram horários regulares de dormir conseguiram adormecer em média 34 minutos antes e funcionar melhor durante o dia.

R7

 

As informações, quanto aos casos de viroses que tem aumentando em Floriano, são do médico Justino Moreira, que atende em órgãos públicos locais.

justino

Conforme ele, os sintomas são dos mais variados e, em determinados casos, após o atendimento, algumas pessoas tem ficado internadas para cuidados médicos. O profissional fala nas causas numa entrevista ao Ivan Nunes, do Piauí Notícias. 

Da redação

A Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), por meio da Diretoria de Planejamento (DUP), realizou na manhã de ontem, a Oficina de Integração das Redes de Atenção à Saúde (RAS) como estratégia para promover a descentralização dos serviços de saúde, gerar capilaridade e proporcionar um atendimento de qualidade e com segurança para toda a população do Estado.

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A implementação das Redes de Atenção à Saúde (RAS), representa um avanço fundamental na organização do Sistema Único de Saúde (SUS). As RAS consistem em um conjunto de ações e serviços ordenados e coordenados de forma a atender as necessidades de saúde da população em todos os seus níveis de complexidade, garantindo assim a integralidade do cuidado. Edvone Benevides, assessora técnica da diretoria de planejamento da Sesapi e coordenadora das RAS, explica a importância de avançar nesse trabalho de integração entre as redes de atenção a saúde' RAS.

“Queremos organizar essas redes em conformidade com o planejamento regional integrado PRI , os instrumentos de gestão e os compromisos de governo, dessa forma, além de conseguirmos direcionar os usuários de forma mais rápida , qualificada para os serviços e procedimentos que eles necessitam na Rede de Saúde, também entendendo as especificidades e dinâmica das várias regiões do estado, identificando em que pontos podemos fortalecer para melhorar os serviços já existentes e até mesmo ampliar com novos serviços que aqueles locais necessitem”, explica a coordenadora.

As Redes de Atenção à Saúde, na condição de produtos das ações de políticas que fortalecem e cumprem as diretrizes do SUS, configuram um arranjo que busca garantir a universalidade do atendimento em saúde, ou seja, ampliar o acesso em tempo oportuno e de forma integral aos serviços de saúde. O Piauí conta com as seguintes redes de atenção: Rede Cegonha, Rede Crônicas, Rede Psicossocial, Rede da Pessoa com Deficiência e Rede Urgências e Emergências.


“Teremos o cuidado centralizado na pessoa, com economia de escala e escorpo, uma maior atenção ao cuidado assistência a sobre a necessidade do paciente ser assistido em todos os níveis de complexidades, um sistema de regulação mais celere e efetivo, assistência ambulatorial e especializada bem direcionada entre outras melhorias que cada vez mais vão ajudar a evoluir a assistência, prestada pelo estado, a saúde da nossa população”, explica Edvone Benevides.

Ela destaca ainda que os trabalhos seguem para um planejamento de ações que buscam a evolução dessa integração durante toda a gestão do governo.

“Um sistema de saúde complexo requer esforço coletivo de forma integrada com planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação contínua. Sendo assim, trabalhar esse processo de integração entre as áreas de saúde é essencial, já trabalhamos o planejamento de metas para o ano de 2023 e agora vamos focar nas metas e objetivos para os quatro anos de governo, tendo assim uma evolução constante dos nossos serviços”, destaca a coordenadora.

Sesapi